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Curso Prático de Violão

 

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Curso Prático de Violão Básico

30 de janeiro de 2012

Conteúdo: Estrutura da música, O Violão, Melodia e acompanhamento, Acordes, Acordes dissonantes, Sequencias básicas, Acordes com 7+ e 7-, Acordes com 6, Ritmos, Acordes com 7 diminuta, Acordes com 4, Multitonalidades, Acordes com baixo alterado, Efeitos de acompanhamento, Acordes com 9, Efeitos no baixo, Acordes com 5+ e 5 -, Aplicação da voz, Técnicas de afinação, Outros instrumentos, Glossário musical, Repertorio, ...etc..

Fonte: http://www.apostilas.in/2010/08/curso-pratico-de-violao.html

Download: http://www.mediafire.com/?784l46b4j43lt8w

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Eletricidade Básica – parte 2

1.2.4 - ELETROMAGNETISMO
Em 1819, um físico dinamarquês HANS CRISTIAN OERSTED aproximou uma pequena bússola de um fio, pelo qual passou uma corrente elétrica. Notou com isto que a agulha se movia. Quando desligou a corrente a agulha voltou-se para a posição normal. Esta descoberta desencadeou uma série de acontecimentos que contribuíram para dar forma a nossa civilização industrial.
A importância dessa descoberta estava no fato de que ficou provado que um condutor quando percorrido por uma corrente elétrica criava um campo magnético semelhante ao imã.
Supõe-se então que o movimento de uma partícula carregada seja sempre acompanhada por um campo magnético.

 

imageFig. 7 - Campo magnético está estabelecido ao redor de um condutor pelo qual passa corrente.

1.3 - OS MULTIPLOS E SUBMULTIPLOS / NOTAÇÃO CIENTÍFICA

A fim de facilitar a compreensão de grandezas foram criados os múltiplos e submúltiplos de uma unidade padrão. Exemplos:

a - Um pacote de feijão tem 1000 gramas. Porém é mais fácil dizer 1 Quilograma (Kg), que é um múltiplo do grama.

b - Uma régua tem 0,3 metros. Dizendo que ela tem 30 centímetros (cm), entendemos mais fácil. O cm é um submúltiplo do metro.

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Em negrito estão as notações científicas mais usadas

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Regras matemáticas:

10x x 10y = 10x+ y

10x / 10y = 10x x 10- y= 10x-y

Só podemos somar quando temos o mesmo expoente: 10. 10x + 5. 10x = 15. 10x

Vamos recordar:

Potência de 10: Na eletrônica e elétrica é normal usarmos potência de 10 para representar grandezas muito grandes ou pequenas:

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Exercícios:

1) Escreva sob a forma numérica os valores em múltiplos e submultiplos do volt;

a) 1x100 V = i) 100µV =

b) 10x100 V = j) 100MV =

c) 100mV = l) 350KV =

d) 1V = m) 0,1mV =

e) 10KV = n) 0,1KV =

f) 10x103 V = o) 550µV =

g) 10µV = p) 435mV =

h) 100x10-6 V = q) 25x10 -3 V =

2) Escreva sob a forma de múltiplos e submultiplos, utilizando os símbolos, os valores numéricos da grandeza volt a seguir respeitando a notação científica.

a) 1000000 V = g) 0,000015V =

b) 0,001 V = h) 0,2135 V =

c) 0,0001 V = i) 39000 V =

d) 1000 V = j) 60000 V =

e) 1700 V = l) 18000000 V =

f) 0,000000015 V = m) 0,01 V =

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1.4 - GRÁFICOS:

1.4.1 – INTRODUÇÃO:

A razão do uso dos gráficos na área técnica está na rapidez e facilidade com que ele permite visualizar a modificação de um fenômeno. Nos hospitais, por exemplo, a variação de temperatura (febre) de um paciente costuma ser indicada por um gráfico. Nas indústrias a produção, venda, estoque, etc., também podem ser mostrados por gráficos.

Existem fenômenos que não podem ser representados por fórmulas matemáticas de maneira prática e, é ai, então, que o gráfico mostra sua real utilidade.

1.4.2 – CONCEITO :

Entende-se por gráfico a figura geométrica que representa, uma igualdade ou equação matemática. Exemplo:

GRÁFICO DA TENSÃO

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GRÁFICO DE POTÊNCIA

clip_image002[7]

GRÁFICO CLÍNICO DE TEMPERATURA

clip_image002[5]

Obs.: A temperatura de uma pessoa não obedece a qualquer equação matemática, mas é comum ser posta sob a forma de gráfico.

Observa-se que o gráfico mostra a variação de uma grandeza, em função de outra.

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1.4.3 - Elementos do Gráfico:

1.4.3.1 - Eixos:

Nota-se nas figuras apresentadas que o gráfico tem dois segmentos de reta que se cortam, fazendo um ângulo de 90o, esses segmentos denominam-se eixos. O eixo horizontal é chamado de eixo das abcissas e o eixo vertical, de eixo das ordenadas. Na prática, é comum nomear o eixo de acordo com a grandeza que ele representa.

1.4.3.2 - Graduação dos eixos:

Para que o gráfico seja útil precisamos marcar sobre seus eixos valores numéricos. Uma régua comum simboliza um eixo graduado, pois representa um segmento de reta, graduado em milímetros e numerado em centímetros. Exemplo de gráfico graduado:

clip_image002[10]

1.4.3.3 - Coordenadas:

Os dois eixos do gráfico abaixo foram convenientemente graduados. Qualquer ponto da curva (ou reta) fica individualizado pela sua distância ao eixo horizontal e ao eixo vertical. A esse par de valores damos o nome de coordenadas.

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O ponto que chamamos de P1, tem coordenadas 0,7V e 2mA, o ponto P2 tem coordenadas 1V e 1 mA.

Obs.: Os dois semi-eixos do gráfico podem ser prolongados, para a esquerda e para baixo, delimitando novas regiões. As graduações acima do eixo e à direita da origem são positivas, abaixo e à esquerda, são negativas.

Exemplo: clip_image002[16]

1.4.3.4 - Escala:

O eixo horizontal da figura 4 está graduado, entretanto cada segmento unitário tanto pode representar l Volt, como 100 Volts, 1 milivolt, etc. O mesmo acontece com o eixo vertical.

Ao se fixar o valor da grandeza que cada um dos segmentos unitários representa, estamos definindo a escala do gráfico.

A fim de facilitar a compreensão de grandezas foram criados os múltiplos e submúltiplos de uma unidade padrão. Como já foi visto em potência de 10. Exemplos :

a - Um pacote de feijão tem 1000 gramas. Porém é mais fácil dizer 1 Quilograma (Kg), que é um múltiplo do grama.

b - Uma régua tem 0,3 metros. Dizendo que ela tem 30 centímetros (cm), entendemos mais fácil. O cm é um submúltiplo do metro.

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Curso de desenho – Parte 1

Achei bastante interessante e descomplicado esse trabalho do site SobreArte e resolvi postá-lo para a apreciação dos amantes do desenho feito à mão. Logo abaixo está o endereço para quem quiser acessar o referido site. Antromsil

 

http://www.sobrearte.com.br/desenho/004_etapas_do_desenho.php

Estudo de desenho: Aspectos teóricos

1 - Introdução ao desenho

1.1 - Características do desenho:

Diferente da pintura que usa a mancha para preencher superfícies com a cor, o desenho caracteriza-se pela representação gráfica de traços. O seu uso isolado ou na construção de formas, dependendo do propósito, pode gerar sobre uma superfície física ou em meios virtuais, imagens figurativas ou abstratas.

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1.2 - O desenho quanto à forma

Como desenho, propriamente dito, pode ser reconhecido desde um simples risco ate configurações complexas. E ao desenhista não deve ser responsabilizada a obrigação de imitar unicamente a natureza visível com a perfeição esperada. O seu universo gráfico pode transitar pela figuração abstrata que habita a imaginação humana ou os motivos invisíveis, a olho nu, pertencentes à realidade microscópica. Em síntese, identificamos a forma do desenho em duas categorias, a saber:

a) Desenho figurativo: Tem a finalidade de representar formas que reproduzem a aparência da realidade. Tanto as naturais quanto as criadas pelo homem. A sua execução pode ser a partir da observação, de memória ou de criação.

b) Desenho abstrato: Representação gráfica não figurativa que tem como motivo de referencia, formas orgânicas (formas da natureza) e geométricas (composição com linhas, planos e ou sólidos geométricos).

1.3 - Tipos de desenho

O desenho pode ter, como ponto de partida, vários enfoques. Há os que reproduzem o mundo real, outros que revelam a memória do seu autor e ainda os que são propostas originais de novas formas. Vejamos sobre cada uma dessas facetas nos três tópicos a seguir:

a) Desenho de observação: É a representação, na maioria das vezes figurativa, a partir da observação de um modelo se propondo a transferir para o papel de desenho sua forma, textura, iluminação, cor, etc., com auxílio de instrumentos de mensuração visual à distância ou medidas e cálculos mentais por meio da observação direta.

b) Desenho de memória: Representação gráfica que se espelha na forma de elementos da realidade visualizada anteriormente.

c) Desenho de criação: Apresenta configuração original. Pode ser obra da pura imaginação, abstração ou o resultado da combinação de outras formas já existentes, inspiradas nos elementos da realidade.

Leia também: A habilidade para desenhar image

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Estudo de desenho: Aspectos teóricos

2 - A habilidade para desenhar:

clip_image010O desenho é uma habilidade de expressão gráfica natural do ser humano, ocorrendo o seu aparecimento ainda na infância. É por isso que as crianças ao empunharem qualquer instrumento que lhes permitam rabiscar, imediatamente sentem-se impulsionadas a representar linhas ou formas. Elas constroem o seu imaginário num ato espontâneo e mágico deixando sua marca no mundo. São capazes disso muito antes de aprenderem a escrever.

Enquanto habilidade natural, o desenho da criança passa por várias fases de desenvolvimento desde os primeiros rabiscos ate sua estagnação com o realismo visual por volta dos dez anos de idade. A partir daí a representação de formas feitas por jovens ou adultos de qualquer idade tendem a regredir ou permanecem inalteradas, mantendo as mesmas características do desenho infantil.

Para superar a estagnação do seu desenho e avançar para além do realismo visual, a criança precisaria da participação direta da escola. Seriam indispensáveis aulas mesmo básicas sobre a habilidade de ver e representar graficamente a forma dos motivos visualizados. Mas essa realidade não existe. O desenho não é considerado como parte integrante da formação comum do educando. Não é visto como uma necessidade que deva prosseguir da pura expressão rumo ao conhecimento. É deixado a margem do ensino, em vez de acompanhar a evolução cognitiva da criança, como ocorre com os demais conteúdos ministrados na sala de aula

Devido a inexistência de preparo escolar na área da visualidade e representação de imagens temos adolescentes e adultos inseguros quanto ao seu desenho. A maioria acha que não tem potencial para o mesmo. E quando insistem nos seus traços espontâneos e simbólicos para representar objetos, ambientes e demais figurações da realidade, sentem-se insatisfeitos. Reconhecem que algo não esta bem, mas falta-lhes as informações necessárias para identificar e resolver o problema. Por questões como estas que jovens e adultos, em alguma situação, quando interrogados sobre suas aptidões para o desenho, respondem quase sempre a mesma frase: Eu não sei desenhar. Apesar da afirmação corresponder à negação de pelo menos uma das capacidades naturais do homem, ela também soa como uma autodefesa. Assim não será necessário provar nada.

Se verificarmos sobre o nível de desenvolvimento do desenho entre as pessoas, identificaremos basicamente trêsimage categorias. Na primeira delas estão os indivíduos que constroem suas imagens eventualmente, num fazer espontâneo sem preocupar-se com o aperfeiçoamento dessa habilidade. Na segunda categoria fazem parte os que superam os seus próprios limites e mesmo sem o apoio da escola conquistam o domínio do traço pela observação e dedicação ou ainda com a ajuda dos livros e a insistência da prática diária. Alguns, destes, tornam-se exímios desenhistas. Na terceira categoria encontram-se os que fizeram cursos, oficinas ou são profissionais na arte do desenho mediante formação acadêmica. Uma parte, dentre estes, exercem essa prática como um modo de vida.

Como resultado dessas observações sobre as habilidades para o desenho, concluímos que não importa o nível de conhecimento e experiência, no fundo todos desenham. Alguns permanecem no traçado básico enquanto outros são mais aprimorados. Todavia, reconhecidos como desenhistas são apenas os que sobressaem nessa habilidade pelos caminhos da superação ou dos estudos.

Leia também: Pré-requisitos para desenhar

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ELETRICIDADE BÁSICA – parte 1

Curso de eletricidade básica

1.1 – ÁTOMOS E ELÉTRONS.

1.1.1 – INTRODUÇÃO

imageEm qualquer substância existente na natureza , a menor partícula que pode existir por si mesma, conservando todas as características dessa substância é chamada de molécula. Em outras palavras, a molécula é a menor porção possível de qualquer substância. Assim, por exemplo, a menor porção possível de água seria a molécula de água.

As moléculas, por sua vez, são compostas de partículas menores, os átomos.

1.1.2 – O ÁTOMO

O átomo é a menor parte de uma molécula, que por sua vez é dividida em prótons (+) que têm uma carga elétrica positiva, elétrons (-) que tem uma carga elétrica negativa e os neutrons que como o próprio nome já diz, não possuem carga elétrica.

Todos os átomos, são formados por diferentes quantidades dessas partículas, sendo que o mais simples deles é o átomo de hidrogênio, formado por um elétron girando em torno do núcleo contendo um próton, como mostra a figura 1.

 
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Os elétrons giram em torno do núcleo em alta velocidade, da ordem de 1013 voltas por segundo, descrevendo ao longo de sua trajetória uma órbita elíptica.

1.1.3 - O ELÉTRON:

Os elétrons encontram–se distribuídos ao redor do núcleo em camadas concêntricas, podendo existir até 7 camadas, dependendo do seu número de elétrons. As camadas são denominadas pelas letras K, L, M, N, O, P, Q e nestas os elétrons são distribuídos da seguinte forma:

K=2   L=8   M=18   N=32   O=32   P=18   Q=2
 
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Por definição, dá-se a última camada (Q) o nome de camada de valência e os elétrons nela existente são chamados de elétrons de valência, é através destes que os átomos se unem formando as moléculas.

A distribuição dos elétrons por camadas, é dito distribuição eletrônica nas camadas.

Quando um átomo, tem a mesma quantidade de elétrons e prótons ele é dito eletricamente neutro, pois, as cargas negativas estão contrabalançando as positivas.

Porém, quando a quantidade de elétrons e prótons são diferentes, damos ao átomo o nome de ÍON.

Dizemos então, que quando um átomo cede um ou mais elétrons de sua última camada, está eletricamente positivo e recebe o nome de CÁTION. Por outro lado quando o átomo recebe elétrons ele é dito eletricamente negativo recebendo o nome de ÂNION.

 

PARTÍCULA

CARGA

MASSA

Próton

Neutron

Elétron

1672.10-19 C

nula

-1602. 10-19 C

1672.10-27 Kg

1674.10-27 Kg

9109.10-31 Kg

TABELA 1

Portanto, partindo do átomo, podemos dizer : A união ou agrupamento de muitos átomos formam-se as moléculas que agrupadas vão formar todas as substâncias existentes na natureza .

1.1.4 – A CAMADA DE VALÊNCIA

Os elétrons da camada de valência são os que possuem liberdade para participar dos fenômenos elétricos ou químicos. Quando um grupo de átomos estão dispostos simetricamente entre si, como pode acontecer numa molécula, um elétron de valência pode muitas vezes girar em torno de dois núcleos atômicos ao invés de um só. Quando isto ocorre estes elétrons de valência unem os átomos entre si, formando a chamada cadeia de valência.

Se, depois de formadas cadeias de valência, ainda sobrarem elétrons que não possuem uniões firmes, estes denominam-se ELÉTRONS LIVRES. Quanto maior o número de elétrons livres no material, melhor será a sua condutividade ( característica de um material conduzir mais ou menos corrente elétrica ).

1.2 – EFEITOS DA CORRENTE ELÉTRICA.

1.2.1 – EFEITO TÉRMINO:

Quando a uma máquina se aplica energia mecânica, esta deverá superar, entre outras perdas, uma espécie de resistência, chamada atrito.

Perde-se energia mecânica ao vencer o atrito, entretanto a energia não é realmente perdida pois reaparece em forma de calor, no ponto ou nos pontos de atrito. Houve simplesmente uma transformação de energia mecânica em energia térmica.

Em muitos casos , o calor produzido não é desejado e faz-se o possível para reduzi-lo ao mínimo. Por exemplo, quando há elevada intensidade de corrente, o condutor será feito de pesadas barras de cobre, para manter baixa a resistência. Quando estas medidas não forem suficientes , para manter o calor em um nível seguro , o próprio calor poderá ser retirado para outra parte. Assim , muitos motores possuem ventiladores embutidos que sopram ar frio sobre os condutores aquecidos pela corrente que por eles passa. Nos aparelhos eletrônicos é comum ter equipamentos chamados de dissipadores , que são usados normalmente para dissipar o calor de transistores de potência , aquecidos devido a passagem de corrente elétrica entre seus terminais.

Entretanto, há casos em que o calor é desejável. Certos aparelhos como torradeiras, aquecedores e ferros elétricos , são construídos com condutores especiais, feitos de ligas que oferecem resistência à passagem de corrente.

1.2.2 – EFEITO LUMINOSO

Se aquecemos uma substância como por exemplo um fio metálico, as moléculas desta substância passam a vibrar mais rapidamente. À medida que se continua a acrescentar calor, as moléculas vibram cada vez mais depressa, até atingir um ponto em que emitem luz. Acredita-se que a luz seja produzida em conseqüência de um arranjo dos elétrons.

Conclui-se, então, que em um condutor, se a corrente e a resistência forem suficientemente grandes, o calor produzido poderá ser suficientemente grande para fazer com que o condutor emita luz. Esse é o princípio da lâmpada incandescente, criada por Thomas A. Edson em 1879.

Para obter uma resistência Edson usou um fio ou filamento de carbono. Contudo, se este filamento for aquecido até emitir luz (isto é, até a incandescência) ele se queimará no ar, pois , este sustenta a combustão. Por esse motivo, Edson encerrou o filamento de carbono em um bulbo de vidro, do qual extraiu o ar criando um vácuo .

 
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A passagem de uma corrente elétrica poderá também , aquecer um gás, bem como um sólido, até a incandescência. É este o princípio da lâmpada de arco voltaico, que era muito usada na iluminação pública no começo do século XX. Neste tipo de lâmpada, a corrente é levada a duas hastes de carbono. As pontas destas hastes são encostadas uma a outra e depois, ligeiramente separadas. Em conseqüência passa uma faísca elétrica , ou arco, de ponta a ponta. O calor desse arco vaporiza um pouco de carbono e a passagem da corrente, através do vapor de carbono, aquece-o até queimar e incandescer.

As pontas das hastes também são aquecidas, fornecendo uma fonte adicional de luz.

 
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1.2.3 – EFEITO MAGNÉTICO:

MAGNETISMO

Se borrifarmos um imã com limalha de ferro, nota-se que esta limalha não é uniformemente atraída por toda a superfície do imã. Ao contrário, ela procura concentrar-se junto a ambas extremidades do imã. A impressão que se tem é de que o magnetismo esteja concentrado nestas duas extremidades do imã. A essas duas extremidades dá-se o nome de pólos do imã. Verificou-se que a própria terra é um imã gigantesco com seus dois pólos magnéticos localizados uma na região ártica, outro na região antártica. Por analogia, dá-se aos imãs dois pólos, Norte e Sul.

 
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MANEIRA PELA QUAL A LIMALHA DE FERRO SE DISTRIBUI PELO IMÃ

1.2.4 - O CAMPO MAGNÉTICO

Na questão da atração e repulsão entre pólos de imãs, verificou-se que os pólos não precisam tocar um ao outro, pois mesmo a certa distância um do outro, nota-se que pólos iguais se repelem e pólos diferentes se atraem.

Também notou-se que a atração e repulsão não mudava quando entre os pólos colocava-se uma substância não magnéticas. Por experiência, pode-se comprovar o que se chama campo magnético.

 
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MANEIRA PELA QUAL A LIMALHA DE FERRO MOSTRA A FORMA DO CAMPO MAGNÉTICO AO REDOR DO IMÃ. NOTA – SE QUE AS LINHAS DE CAMPO NÃO SE CRUZAM.

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Curso de Fotografia Digital– Leitura complementar

Equipamentos

Câmera

Ver artigo principal: Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme imagefotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras eletronicamente.

Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotossensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Os controles das câmeras podem incluir:

Objetiva

Ver artigo principal: Objectiva (fotografia)

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.

A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.

Superfície fotossensível

Ver artigos principais: Filme fotográfico e Sensor de imagem

clip_image002[4]Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos EUA, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade.[15] A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficcionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.[18]

Controle da imagem

Velocidade do obturador

O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a ação, a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.

Efeito de Panning

Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".

Congelamento

A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir diretamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.

Usos da fotografia

A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.

Fotografias aéreas eram utilizadas para levantamento do uso da terra e planejamento de uma determinada região.

A Fotografia no cotidiano e na vida

A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia

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Fotojornalismo
Ver artigo principal: Fotojornalismo

Um exemplo de fotografia jornalística: Migrant Mother, de Dorothea Lange (1936).

O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
  • As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.
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Curso de Fotografia Digital - 7ª (e última) lição

7. COMPRESSÃO E FORMATOS DE ARQUIVOS
CONTEÚDO
O que é compressãoimage
Formatos de Arquivos
Escolhendo um Formato

Ao fotografar, existem várias escolhas a serem feitas, quanto á resolução, compressão e formatos de imagem. A suas escolhas influenciam na qualidade das suas fotos, e determinam a o tamanho dos arquivos - e das impressões que podem ser feitas.

Ao fotografar, as imagens em geral são grandes, já que precisa-se de 24 (ou 30) bits para cada pixel para gravar a cor do mesmo. Conforme aumenta a resolução, aumenta o tamanho do arquivo. Uma imagem de 1 megapixel, baixa resoluçõ, cria um arquivo de 3 megabytes. 3 megapixels já são 9MB, e 6MP chega a 18MB. Os arquivos rápidamente chegam a um tamanho que dificulta a sua armazenagem transmissão e manipulação. Devido a isso, as câmaras digitais oferecem compressão. Comprimindo a imagem não só permite salvar mais fotos na memória inserida, mas permite baixar, exibir, manipular e transmiti-las de maneira mais rápida.

O porém é que, em geral, perdem-se certos detalhes da imagem que não podem ser recuperados posteriormente.

O que é a compressão?

Durante a compressão, informações duplicadas ou "sem valor" são descartadas, ou salvas de maneira mais compacta. Como se a imagem estivesse dizendo "de aqui até aqui, simplesmente é branco." Se uma grande área da foto tem ceu azul, essa área será agrupada, e definida com aquele "azul".

Existem dois tipos de compressão: "lossless" e "lossy." Lossless não descarta informação alguma, permitindo que o arquivo fique menor que o original, mas retendo todas as informações. Este padrão existe para arquivos TIFF.

Pelo contrário, o "lossy" descarta informações que ele vê como "desnecessárias," informações que não podem ser recuperadas.

clip_image001Lossless - A compressão Lossless permite manter a qualidade original da imagem. Porém, não consegue reduzir o tamanho do arquivo tanto como o lossy, sendo que os arquivos continuam grandes. Devido a isso, o lossless (tiff) geralmente é usado quando a qualidade da imagem é importante, por exemplo, quando é para fazer impressões grandes.

clip_image001[1]Lossy - Já que o lossless não é prático em muitos casos, todas as câmaras oferecem compressão "lossy." Essa compressão reduz a qualidade das imagens e, quanto mais comprimidas, mais sofre a qualidade. Em muitas situações, como por exemplo, exibir as fotos em uma página da web, essá redução de qualidade não é visível. porém, se for imprimir ou ampliar a imagem, a redução de qualidade pode ficar aparente.

Formatos de Arquivos de imagens

Você tem várias opções quanto a formatos de arquivo de imagem. Todas as câmaras oferecem JPEG (lossy), mas as mais avançadas oferecem também TIFF ou RAW. Vamos analisar estes formatos.

clip_image001[2]JPEG, nomeado pelo grupo "Joint Photographic Experts Group" é o mais popular de todos os formatos. A maioria das câmaras salvam as imagens neste formato, a não ser que você específicamente a programa para salvar em outro formato.

Uma imagem JPEG é "lossy", ou seja, perde detalhes, e você pode escolher o grau de compressão. Isso permite escolher entre imagens melhores, de tamanho maior, ou imagens de tamanho menor, mas com sua qualidade reduzida. A única vantágem de usar alta compressão é para reduzir o tamanho das imagens, assim permitindo facilmente envia-las por e-mail, ou coloca-las num site, etc. Independente da compressão, JPEG sempre perde algo de qualidade.

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Pouca compressão... ...alta compressão.

A compressão JPEG é feita por blocos de oito pixels por lado. O effeito fica óbvio ao ampliar a imagem.

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Aqui, uma pequena seção de uma imagem foi ampliada, para poder visualizar o efeito da compressão mínima.

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Aqui, com compressão máxima..

Uma nova versão, até hoje pouco usada, é o JPEG 2000. Essa não é uma revisão pequena, mas sim um esquema totalmente novo para comprimir as imagens, usando o algoritmo "wavelet" ao invés do "Discrete Cosine Transformation" (DCT) do JPEG básico, permitindo reduzir o tamanho do arquivo 20% mais que o JPEG, com melhor qualidade e menos "artefatos", ou vestígios visíveis da compressão. A tecnologia também permite "streaming", sendo que, principalmente pela internet, a imagem pode ser apresentada em baixa resolução de inicio, e preenchida com boa qualidade assim que os dados forem baixados.

Você, como usuário, decide a qualidade que vai precisar. Isso é chamado de "interesse de nível de acesso."

O JPEG200 também oferece compressão "lossless", sem ter que partir par o TIFF. O JPEG2000 também permite gerenciamento de cores, ajudando a evitar que as imagens variam em apresentação de um monitor para outro, ou do monitor para o impresso.

TIFF, para "Tagged Image File Format" é amplamente suportado como formato de arquivo fotográfico. É um formato que não descarta informação alguma da imagem, e permite a melhor qualidade de fácil apresentação e impressão.

RAW, "cru" em ingles, refere-se à imagem da forma que ela foi capturada. Esse arquivo contém tudo que a câmara "viu" no momento de tirar a foto. Devido a isso, é o formato preferido por profissionais, podendo capturar detalhes tanto nas sombras como nos realces que seriam perdidos em qualquer outro formato.

O RAW não é processado pela câmara; ela simplesmente grava todos o detalhes, pixel por pixel, que foram capturados. Porém, essas imagens precisam ser corrigidas e manipuladas posteriormente no computador, trabalho feito dentro da câmara para os outros formatos. Mesmo assim, os resultados podem valer a pena, pois a qualidade é imbatível.

Além disso, o RAW oferece outras vatágens. Os arquivos RAW são uns 60% menor que arquivos TIFF, e o tempo entre poder bater uma foto e a próxima é reduzido, já que a câmara não precisa processar as imagens.

PNG (Portable Network Graphics) é um formato "lossless" inicialmente projetado para substituir o GIF. É um formato universal, reconhecido pelo consórcio da World Wide Web, e suportado por todos os browsers atuais.

O PNG difere-se dos outros pelos seguintes motivos:

O TIFF é popular e lossless mas, do formato existem tanta iterações que hoje existem uns 50 sub-formatos, nem todos r3econhecidos por todos os programas.

JPEG é lossy, então a imagem perde qualidade não só quando foi criada, mas cada vez que o arquivo é manipulado e salvo. Ou seja, abre um JPEG, gire-o para que a imagem esteja corretamente orientada, e salve-a; já perdeu qualidade de novo. Por outro lado, as imagens, em geral, são menores que PNG.

Escolhendo um Formato

Se a sua câmara permite escolher o formato ou grau de compressão, escolha a mlhor qualidade. Se posteriormente a imagem for usada em qualidade reduzida, pode ser fácilemente feito no computador, mas melhorar uma imagem tirada em baixa qualidade é praticamente impossível.

Ao abrir uma imagem para manipula-la no computador, salve-a primeiro, pra que esteja nunca trabalhando a sua original. Trabalhe em TIFF ou outro formato lossless. E, o mais importante de tudo, não salve repetidamente arquivos JPEG, pois cada operação dessas reduz a qualidade da imagem. A redução de qualidade não ficará aparente na tela, até que o arquivo seja fechado e reaberto.

Como muitas imagens digitais acabam sendo vistos apenas por meios eletrônicos como e-mail ou web, arquivos pequenos e comprimidos são os preferidos. Salve uma cópia da imágem de tamanho reduzido em jpeg para essa finalidade, guardando sempre o seu "original" para manter a qualidade, caso deseje voltar a usar a imagem novamente para outra finalidade. Se for destinada a ser impressa, é recomendado trabalhar em tiff. Note que muitos laboratórios pedem que transforme as suas fotos em jpeg; cuidado... Pode ser por motivo de simples agilidade (quem perde a qualidade é você!), ou por falta deles entenderem a importância (e desvantágens)  de compressão.

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Leitura complementar

Equipamentos

Câmera

Ver artigo principal: Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras electronicamente.

Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotosensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Os controles das câmeras podem incluir:

Objetiva
Ver artigo principal: Objectiva (fotografia)

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.

A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.

Superfície fotossensível

Ver artigos principais: Filme fotográfico e Sensor de imagem

clip_image011Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos EUA, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade.[15] A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficcionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.[18]

Controle da imagem

Velocidade do obturador

O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a acção, a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.

Efeito de Panning

Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".

Congelamento

A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir directamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.

Usos da fotografia

A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.

Fotografias aéreas eram utilizadas para levantamento do uso da terra e planejamento de uma determinada região.

A Fotografia no cotidiano e na vida

A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia

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Fotojornalismo
Ver artigo principal: Fotojornalismo

Um exemplo de fotografia jornalística: Migrant Mother, de Dorothea Lange (1936).

O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
  • As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.
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