sexta-feira, 20 de novembro de 2009

CORRENTES E REPASSES DE E-MAIS – DEVEMOS ACREDITAR?

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Proliferam na internet as chamadas correntes de oração, simpatias, fetiches e superstições as mais variadas que se pode imaginar incitando as pessoas a cultivar esses hábitos, talvez até pensando que estão fazendo o bem e dando o melhor de si.

As pessoas que criam essas tais correntes podem até ter boas intenções, não duvido, mas estão equivocadas e induzindo os outros a pensarem o mesmo e igualmente se enganarem, pois, não é com belas e longas ladainhas que se consegue as graças de Deus; não são simpatias suscitadas de superstições, nem os fetiches ou coisa semelhante que nos conduzirão à concretização dos nossos objetivos. Coloquemos em nossas cabeças que a felicidade não é deste mundo e estamos aqui para expiarmos as nossas culpas e sermos provados, dando cumprimento aos propósitos do Criador.

Pessoas incautas e ingênuas se deixam embair com inventivas promissões de se conseguir o que deseja simplesmente fazendo um ato mecânico de espalhar mensagens pela internet, mensagens estas que, diga-se de passagem, muitas vezes encerram conteúdos edificantes e às vezes um elevado senso moral, reconheçamos, mas, repassá-las não significa que estamos merecendo receber esta ou aquela dádiva divina. "Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará."

Não resta dúvidas de que o homem deve orar sempre ao seu Senhor, que o poder da oração é imensurável, desde que se tenha fé. Que a oração deve estar presente em todos os nossos atos, que oremos não só para nós, mas em favor de todos os nossos semelhantes, numa atitude de amor e caridade, notadamente àqueles mais necessitados.

Precisamos compreender que a oração que atualmente fazemos, carece ser revista e modificada, adaptada à nossa realidade de habitantes de um mundo de provas e expiação, que se encontra no limiar de um novo tempo em que ascenderá a mundo de regeneração, uma nova mentalidade, onde espíritos mais evoluídos cumprirão os desígnios da Providência.

Por causa das nossas imperfeições que nos entravam o entendimento e o progresso espiritual, as nossas rezas têm sido bastante egoístas porque geralmente só pedimos o que é bom para nós e os nossos familiares mais próximos. Pedimos saúde, prosperidade, conforto, felicidade e paz e realmente não nos é vedado pedir e nem anelar o que nos é conveniente, o que mais nos agrada. Porém, para a nossa atual fase de evolução, estamos pedindo demais, solicitando graças inalcançáveis, posto que ainda não fazemos por merecer. E outra coisa, queremos pra ontem, o que é impossível de conciliar, pois, quem pede, pede chorando, mas para quem dá, carece vontade.

Não temos entendimento bastante para pedir humildade, paciência, abnegação e forças para lutar contra nossa má índole, para suportar as nossas vicissitude se sem lamentação, para aprender a perdoar as ofensas, para amar os inimigos, para resistir as tentações e, numa palavra, fazer uma íntima reforma e mudar para melhor, porque quando formas capazes de agir assim nossos pedidos serão atendidos com maior freqüência pelo nosso Pai Celestial.

Dito isto, não nos esqueçamos de orar e trabalhar, lutar pelos nossos ideais, não somente pedir e esperar que "caia do céu" miraculosamente, que a graça venha de graça, sem nenhum esforço de nossa parte, o que evidentemente não tem nenhum valor meritório. Peçamos com humildade, com fé e esperança, conforme orientação de Nosso Senhor Jesus Cristo constante nos textos evangélicos que se seguem.


"QUALIDADES DA PRECE

1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. – Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. – Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa. Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vós torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais. (S. MATEUS,6:5 a 8.)"
(Grifo nosso).

PEDI E OBTEREIS

2. Quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe os vossos pecados. – Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos ceús, também não vos perdoará os pecados. (S. MARCOS, 11:25 e 26.)

3. Também disse esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. – O fariseu, conservando- se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo.O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador. Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (S. LUCAS, 18:9 a 14.)" (Kardek, Alan - O Evang. Segundo o Espiritismo – p 474- FEB – Rj).

"AJUDA-TE A TI MESMO, QUE O CÉU TE AJUDARÁ

1. Pedi e se vos dará; buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá; porquanto, quem pede recebe e quem procura acha e, àquele que bata à porta, abrir-se-á. Qual o homem, dentre vós, que dá uma pedra ao filho que lhe pede pão? – Ou, se pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? – Ora, se, sendo maus como sois, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, não é 1ógico que, com mais forte razão, vosso Pai que está nos céus dê os bens verdadeiros aos que lhos pedirem?(S. MATEUS, 7:7 a 11.)

2. Do ponto de vista terreno, a máxima: Buscai e achareis é análoga a esta outra: Ajuda-te a ti mesmo, que o céu te ajudará. É o princípio da lei do trabalho e, por conseguinte, da lei do progresso, porquanto o progresso é filho do trabalho, visto que este põe em ação as forças da inteligência. (...)." (Kardek, Alan - Ev. Seg. o Espiritismo, PP 455 e 456 – FEB-Rj.)

antromsil


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Maria Bethania - Encanteira (2009)

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cd5231009 Maria Bethania   Encanteira (2009)


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Apostilas para Estudos – Várias Matérias

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Bom material de Estudo para quem vai prestar Vestibular ainda este ano, bem completo.

01 – Biologia – 472 págs
02 – Física – 220 págs
03 – Geografia – 300 págs
04 – Geopolítica – 36 págs
05 – História – 610 págs
06 – Inglês – 34 págs
07 – Interpretação de textos – 3 págs
08 – Literatura – 253 págs
09 – Matemática – 157 págs
10 – Português – 68 págs
11 – Química – 46 págs
12 – Técnicas de Redação – 9 págs

Estilo: Didático
Tamanho: 21.82.00 mb
Formato: Rar/Pdf
Idioma: Português-BR
Hospedagem: Megaupload/Easyshare

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Curso Básico de Manutenção e Recuperação de Fontes AT-ATX

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Curso Básico de Manutenção e Recuperação de Fontes AT-ATXNesta apostila você vai aprender como realizar a manutenção e recuperar fontes de computadores de uma forma fácil, rápida e técnica, mas antes será necessário você possuir uma noção de Montagem e Manutenção de Computadores e Eletricidade, pois você lidará com coisas pesadas aqui.

Se for estudar esta apostila, não faça nada antes de possuir um estudo a nível técnico em qualquer instituição de ensino formal, pois esta apostila serve apenas como complemente para o que já foi estudado.

Estilo: Cursos
Tamanho: 3.5 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português-BR
Hospedagem: Uploading

Uploading: Download

terça-feira, 3 de novembro de 2009

CRENÇA V – POSTULADOS BÍBLICOS

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A GÊNESE II

Como se pode depreender de uma interpretação racional, surgem aí, logo nos capítulos iniciais da Gênese, as primeiras afirmações contrárias aos atributos da Divindade de Deus, quando se lhe conferem deficiências inerentes ao homem, tais como: iludir, quando diz para o homem não provar do fruto da árvore da ciência do bem e do mal para que não morressem e mentir, ao ser contradito pela astuciosa serpente que os fez ver que foram enganados, porque não morreram e ainda por cima despertaram de uma espécie hipnose induzida, descobrindo sua nudez, conforme Gn 3: 1-7.

Agora eu pergunto: Por que a serpente teria se rebelado contra o seu próprio criador a ponto de desmenti-lo. Teria sido ela também orientada a não provar do fruto proibido antes do homem? Por que ela, cujos descendentes são animais irracionais, detinha tanto saber, comparada com o homem recém formado? São apenas conjeturas e nunca poderemos matar a curiosidade de conhecer o que de fato aconteceu, se é que aconteceu e foi mais ou menos assim.

Lá mais na frente, quando a serpente, Adão e sua mulher receberam o castigo pela infração cometida, encontramos no cap 3,vers. 21, o seguinte: “O Senhor Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu”. Mas, pele de quê, se não temos notícia que algum bicho tenha sido sacrificado mesmo para a alimentação do homem e até porque este não tinha ainda uma consciência livre. Há poucos dias da criação não dava tempo para que a bicharada se multiplicasse, a não ser que logo no princípio das coisas alguém quisesse extinguir espécies animais.

Ainda no cap. 3, vemos no versículo 22 o seguinte enunciado:

“E o Senhor Deus disse: “Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal. Agora, pois, cuidemos que ele não estenda a sua mão e tome também do fruto da árvore da vida, e o coma, e viva eternamente.” (*)

Ora, já não era mais um deus único, pois, este se dirigia a outro ou outros deuses, conforme se vê no texto acima, com o uso do pronome na segunda pessoa do plural.

A árvore colocada no centro do jardim não era a única que tinha poderes extraordinários; eram duas: a árvore da vida e a árvore da ciência do bem e do mal. (Gn 2:9; 3:24). Entretanto, se talvez o homem tivesse acidentalmente comido do fruto dessa outra árvore seria igual a um deus de acordo com o mesmo versículo e somente após este episódio, Deus, segundo o próprio texto, tomou as providências quanto à preservação da outra, agora guarnecida por Querubins armados, demonstrando ser um deus descuidado visto que não havia admoestado o homem a respeito.

Vejamos agora o surgimento da primeira família de que se tem notícia, embasados nos textos sagrados.

O primogênito, no Antigo Testamento, era o herdeiro natural da bênção do pai. Era, por assim dizer, o preferido, o privilegiado. Porém, no caso de Caim que foi o primeiro rebento do casal Adão e Eva, apesar disto, o Senhor o preteriu em favor de Abel que lhe ofereceu oblação mais agradável. Quer dizer, houve uma espécie de discriminação por parte do Senhor, partindo do pressuposto de que todos os humanos são iguais aos Seus Olhos.

Outra incongruência ainda mais desconcertante no capítulo 4, nos versículos 11-17 (onze a dezessete), quando Deus chama Caim à prestar contas de seu irmão recém assassinado, este reclama do seu castigo demasiado severo, porque foi expulso e amaldiçoado, condenado a viver errante sobre a terra e temia ser assassinado por quem primeiro o encontrasse.

“Mas o Senhor lhe disse: “Não! Mas aquele que matar Caim será punido sete vezes”. O Senhor pôs em Caim um sinal, para que, se alguém o encontrasse, não o matasse”. (Gn 4:15) Mas quem iria matá-lo, se somente existiam ele, sua mãe e seu pai? Por que o medo?

Após este episódio Caim retirou-se e foi habitar a região de Nod, ao norte do jardim do Éden, onde conheceu sua mulher, (possivelmente uma macaca, se levarmos em consideração a interpretação literal) e com ela gerou Henoc. Daí para frente nada interessa ao nosso estudo até o final do capítulo, a não ser o fato de que Deus criou dois seres cuja espécie já existia em abundância na Terra, o que nos dá elementos para afirmar que: o sistema está errado ou foi modificado por alguém; ou pode ainda ter sido mal traduzido; pode também haver sido copiado da tradição de um povo qualquer da antiguidade e, acredito ser esta a hipótese mais provável.

(*) Quanto à questão, poder-se-ia argumentar afirmando tratar-se das três pessoas da Santíssima Trindade, Pai, filho e Espírito Santo, para justificar a referência que o Criador faz quando articula o pronome “Nós”. Entretanto, é do conhecimento de todos os estudiosos do assunto, que A Santíssima Trindade é um dogma da Igreja Católica que o instituiu oficialmente em sua doutrina por ocasião do II Concílio Ecumênico Católico de Constantinopla (Bizâncio), sendo este o primeiro a se realizar nesta cidade, no papado de São Dâmaso I, que não esteve presente no evento, mas que o aprovou em seguida.

Fonte: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlios_ecum%C3%A9nicos

São Dâmaso I Constantinopla I Maio a Julho de 381 - A divindade do Espírito Santo - Wikipédia.

2º Concílio de Constantinopla I (381)

Após a controvérsia sobre a divindade do Logos, os cristãos se voltaram para a do Espírito Santo: houve quem professasse ser o Espírito Santo mera criatura. O arauto principal desta tese foi Macedônio, bispo de Constantinopla; donde o nome de Macedonismo ou Pneumatomaquismo que Ihe foi dado. O lmperador Teodósio (379-395), zeloso da reta fé, houve por bem convocar novo Concílio Ecumênico desta vez para Constantinopla. Esta assembléia reuniu-se de maio a julho de 381. Firmou três decisões principais:

1) O Espírito Santo é Deus, da mesma substância que o Pai e o Filho. Em conseqüência, o Símbolo de fé Niceno foi completado com as palavras:

“Cremos no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, que é adorado e glorificado com o Pai e o Filho e que falou pelos Profetas”.

2) Foram condenados todos os defensores do arianismo sob qualquer das suas modalidades.

3) A sede de Constantinopla ou Bizâncio foi atribuída uma preeminência sobre as demais logo após a de Roma, pois Bizâncio era considerada “a segunda Roma”.

O Concílio de Constantinopla I não contou com a presença do Papa ou de algum legado deste. Todavia foi reconhecido explicitamente pela Sé de Roma a partir do século VI, no que concerne às suas proposições de fé (divindade do Filho e do Espírito Santo).”

domingo, 25 de outubro de 2009

INFORMAÇÃO IMPORTANTE

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Aviso aos interessados!

Começa no dia 7 de novembro próximo, as aulas para a segunda turma do curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, nas Faculdades INTA.

 

Maiores informações no site www.inta.edu.br, ou pelos fones:

(88) 3614-3232 e 9625-8313 (Profª Elisa Angélica)

sábado, 24 de outubro de 2009

COISAS INEXPLICÁVEIS - A SORTE

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O que dizer do fato de algumas pessoas serem mais bem mais sucedidas do que outras, sendo que em alguns casos, o menos sortudo é mais preparado, por assim dizer, do que este? Isto acontece freqüentemente com gente que conhecemos, inclusive na mesma família.

Pessoas há que passam a vida trabalhando no mesmo tipo de serviço, ganhando o mesmo salário e uns ascendem profissionalmente ou acumulam haveres sem que outro ou outros de seus colegas galgam alguma posição melhor ou consiga juntar alguns trocados de seu numa poupança, amealhar bens ou mesmo ter uma vida menos sofrida, operando sempre no vermelho, endividado, doente ou repleto de problemas os mais complexos possíveis.

Não resta nenhuma dúvida de que encontramos os mais variados tipos de conduta entre os humanos e nesse amálgama de comportamento há os perdulários, os ébrios, os jogadores, os boêmios..., em suma, todos os matizes da degradação moral que influem diretamente na vida e no progresso humano.

Mas, estou me referindo à gente que se pode incluir no rol dos normais, conforme os padrões aceitáveis pela nossa sociedade. Aqueles que podemos incluir entre os homens de bem, probos e cônscios de seus deveres e obrigações, aqueles de moral ilibada.

Essas ocorrências ocultas sob o véu da obscuridade que nem a filosofia, a religião e a ciência foram capazes de desvendar e nem sequer emitir uma opinião convincente, porque, se existem tratados a respeito do assunto, eu desconheço.

CRENÇA IV - POSTULADOS BÍBLICOS

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A GÊNESE

Continuando o nosso estudo sobre as crenças e dissertando (discorrendo) um pouco mais sobre alguns postulados bíblicos, analisemos agora o surgimento do homem na Terra, de acordo com o que todo mundo cristão adota e aceita de modo inconteste.

O homem extremamente orgulhoso que é, quis, por sua vontade, ser o privilegiado da criação, e por sua vez, criou um deus à sua imagem e semelhança, cheio de todos os defeitos que lhe são apanágio. Um deus ciumento e irascível, pleno de todas as imperfeições humanas, como veremos a seguir.

A Gênese, o primeiro livro do Pentateuco (conjunto dos cinco primeiros livros iniciais da Bíblia Sagrada), inicia com a descrição das origens da criação, oportunidade em que Deus criou toda sua obra e descansou ao 7º dia. Mas, eis que, depois de haver criado tudo e inclusive o homem e a sua companheira, e haver ordenado que estes crescessem e se multiplicassem e se assenhoreassem de tudo que estava sob as águas, sobre a terra e nos céus, conforme descreve o cap. 1, ver. 28, o Todo Poderoso desce à Terra para mais uma vez modelar o homem do limo, plasmando um corpo de dupla constituição, carne e alma.

Até aí tudo bem, Deus é o Criador e Senhor de tudo que existe e pode fazer o que bem lhe aprouver, do jeito que mais lhe agrade. O que não dá para aceitar sem questionamento, embora aceitemos axiomaticamente, é o fato de que Deus, contando com um incontável número de prepostos como anjos, arcanjos, serafins, querubins, santos, etc., tenha descido do seu “Trono” à Terra recém formada para, como um simples oleiro, sujar as suas divinas mãos com o limo impuro, quando poderia determinar que um de seus auxiliares o fizessem ou mesmo dizer um simples “faça-se”, a exemplo do que aconteceu com o restante da criação.

A própria ciência humana já é capaz de suscitar outro ser com apenas uma ou duas células como já foi demonstrado com experiências de clonagem. E a respeito do assunto, existem registros no Livro Perdido de Enki, de Zecharia Sitchin, obra que descreve a criação humana como sendo objeto de experiências genéticas com macacos terrícolas por seres oriundos de um planeta distante, possivelmente do mesmo sistema solar.

Mas, continuando a nossa avaliação, vemos no capítulo 2, versículos 8, 9, 16 e 17, agora um deus lavrador, pois, plantou um jardim onde colocou o homem como seu guardião. E, dentre todas as árvores frutíferas havia uma proibida a este que, se do seu fruto provasse teria a ciência do bem e do mal e em conseqüência, conheceria a morte. Ou seja, por tal decreto, era vedado ao homem o direito de se instruir e progredir, fadado à ignorância perpétua, não fora a sua transgressão consumada por instância da mulher que acedeu à astuciosa exortação da serpente, uma assertiva que a razão não pode aceitar por ferir a concepção de um verdadeiro Deus repleno de todas as perfeições, de ciências, virtudes e poderes superlativos.

Pelo que se depreende, havia um ser dotado de mais inteligência que o próprio homem, apesar de haver sido criado há bem pouco tempo, quiçá na mesma data que o este. Outra coisa que não dá para conciliar é por que Deus não teria feito a mulher quando da confecção do homem, do mesmo barro; por que ter o trabalho de fazer adormecer o homem para tirar dele uma costela e dela modelar uma mulher?

Um relato fantasioso digno das mais belas ficções ou contos de fadas, que, para a época em que foi escrito e para o povo rude e atrasado de então, até que se justifica. Porém, para a nossa época, milhares de anos depois dos escritos bíblicos originais, estes mesmos textos não têm o mesmo significado dado em sua origem, a não ser como alegoria, salvo se quisermos estacionar no tempo.

E hoje, certamente melhor que antes, somos capazes de entender certas nuances da história bíblica, pois, com a ajuda da arqueologia e da exegese, os registros históricos descobertos em escavações e em outros achados casuais em diversas partes, como em Nag Hammadi, uma aldeia egípcia onde foram encontrados, em 1945, um conjunto de manuscritos que ficaram conhecidos como “biblioteca de Nag Hammadi”, contendo textos do antigo gnosticismo, afloram como que a mostrar evidências de que os nossos conhecimentos sacros estão incompletos, deturpados ou equivocados.

Deus havia gerado dois entes imperfeitos de tal modo que nem se davam conta de estarem nus. Um contrasenso, levando-se em consideração que haviam sido ordenados a crescer e a se multiplicar; como, pois, poderiam obedecer tal ordem sem o conhecimento pleno da sua potencialidade reprodutiva? Sem experimentaram o sexo, já que nem mesmo desconfiavam da sua simples nudez?

Vimos neste capítulo inicial da Gênese que Deus aposentou-se cedo demais; bem mais cedo do que os nossos políticos. Querem talvez, nos fazer crer que desde então Ele não criou mais nada. Entretanto a ciência humana, embora muito elementar, é capaz de provar o contrário: novas espécies animais e vegetais, vírus, bactérias, mundos em formação, etc., são descobertos, o que prova ser a criação uma obra continua, que Deus cria a todo instante.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

CRENÇA III – DISCOS VOADORES

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170px-PurportedUFO2 Todos nós já ouvimos falar de algum episódio envolvendo discos voadores. As ocorrências são bastante comuns em todas as partes do mundo além de existirem evidências sólidas da presença de alienígenas entre nós. Existe também uma vasta literatura, registros fotográficos e gravações em vídeo à disposição de quem queira se inteirar do assunto nas livrarias, bancas de revistas e nos organismos pesquisadores.

Alguns céticos contestam a existência da casuística ufológica simplesmente por não quererem aceitar que existam mundos superiores ao nosso e acham, na sua míope visão, que somente a terra tem o privilégio de ser habitada. Não se deixam convencer nem pelas afirmações científicas e nem pelos depoimentos de pessoas idôneas, de caráter, completamente insuspeitas.

O próprio Cristo deixou registrado no Evangelho de João, transcrito adiante a existência de outras moradas no universo.

“Que o vosso coração não se turbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, eu já vos teria dito, porque eu me vou para vos preparar o lugar e depois que eu tenha ido e que vos tenha preparado o lugar, eu voltarei e vos retomarei para mim, a fim de que lá onde eu estiver aí estejais também”. S. João, cap.XIV vers. 1-3.

Existem várias passagens bíblicas que poderíamos citar como exemplo comprobatório de fenômenos ufológicos que ocorrem desde tempos imemoriais, entretanto, não tenho a disposição de me delongar em minúcias posto que consumiria tempo demasiado.

No Livro dos Espíritos codificado por Allan Kardec, encontramos no Livro I, cap. III, subtítulo Pluralidade dos Mundos, questões 55 a 58, alusões sobre a existência de mundos habitados, porém, citaremos apenas o seguinte:

“55 – Todos os globos que circulam no espaço são habitados?

-- Sim, e o homem da terra está longe de ser, como pensa, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Há, no entanto, homens que se acham poderosos e imaginam que apenas esse pequeno globo tem o privilégio de ter seres racionais. Orgulho e vaidade! Acreditam que Deus criou o universo somente para eles!”

Se existem outros mundos habitados pode-se daí, por analogia, depreender que as populações de tais globos são de diferentes gradações culturais e não é de se estranhar que não haja culturas infinitamente superiores à nossa.

Avistamentos de objetos voadores não identificados ocorrem diariamente aqui mesmo em nossa região e são observadas por pessoas simples as quais, pela sua condição humilde, não despertam nenhuma suspeita de fraude, até porque não estão interessadas em criar fantasias e nem em aparecer na mídia.

Os organismos militares, aviadores, controladores de vôo, observatórios, astrônomos, etc, todos eles já registraram nos seus diários esses avistamentos, embora sofram a censura dos governos das nações terráqueas que tolhem a divulgação de tais acontecimentos talvez por se sentirem envergonhados diante da impotência e de nem mesmo terem uma explicação plausível.

Existem registros guardados a sete chaves nos arquivos de vários governos do globo, notadamente na Rússia e Estados Unidos da América, país que conserva vigiada 24 horas por dia uma área – a Área 51 – destinada à pesquisas avançadas sobre o assunto, onde são vistos com freqüência a decolagem de naves em experimentos e onde também encontram-se diferentes espécimes capturadas em acidentes com naves espaciais, conforme depoimentos de pessoas que lá trabalharam e que tiveram a sua identidade apagada dos registros oficiais.

A comprovação científica, embora não muito precisa por deficiência de meios adequados à demonstração, pode ser concretizada nas sessões de regressão hipnótica ou indução, feitas em pessoas que tiveram algum tipo contato com extraterrestres e em pesquisas nos locais de ocorrência com instrumentação “adequada”.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

CURSO DE PINTURA PREDIAL

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Caros colegas

A CONSTRUTORA ARCO CRESCENTE em breve estará oferecendo aos seus trabalhadores um curso de Pintura Predial a nível de 1º e 2º graus e se predispõe a aceitar candidatos de outras empresas ou particulares interessados.

A proposta é oferecer ao público alvo uma especialização que há muito o mercado reclama, porque não existe. Nenhuma escola ou entidade conhecida tem um curso semelhante, principalmente direcionado à construção civil.

O segundo passo seria ministrar outro curso, de Pintura Industrial, voltada às empresas da construção civil prestadoras de serviço ou a quem possa interessar.

Amadurecida a idéia, os idealizadores pensaram e já estão preparando material didático para ofertar o curso de Pintura em Predial e Industrial para os colegas engenheiros, tecnólogos e profissionais afins, não obstante os óbices interpostos pelo Inspetor Josimar, (CREA-Ce - Inspetoria de Sobral, que só patrocina o curso se for dado por um arquiteto, o que não concordamos).

Ora, se tal curso não consta do currículo de nenhuma das categorias (Enganharia, Tecnologia ou Arquitetura) e é dirigido à construção civil, pode ser dado por qualquer um habilitado na área, até que se prove em contrário.

Também não é justo o profissional dedicar cerca de seis meses de seu tempo pesquisando e estudando a matéria com dedicação paqra depois entregá-la de mão beijada para um arquiteto.

Contatos:

Romão – 36141426 e 9621-3324

Glayson – 9904-9568

APRENDA A FORMATAR COMPUTADORES

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aprendabybaixedetudo.net Aprenda a Formatar computadores

Aprenda a Formatar seu Computador e intalar o windows XP com esse simulador de formatação e instalação do windows xp! É um programa que ensina a instalar o Windows XP, sem ter a preocupação de se mexer no hardware ou software. Apenas simula a instalação do Windows XP como se fosse real.


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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Curso preparatório para prova da OAB - Apostilas +Video-aula

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oab Curso preparatório para prova da OAB

Descrição

Apostila

Esse Curso contém 3338 Páginas .. com tudo de Direto que voce precisa pra passar na OAB!! Voce Encontra: Direito: Penal Constituciona,l Administrativo Civil ,Processual Civi.,l Processual Penal, Tributário Comercial,e muito mais!!!…

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. Constitucional

DIREITO CONSTITUCIONAL
- Capítulo 1: Teoria da Constituição
- Capítulo 2: Direitos e Garantias Fundamentais
- Capítulo 3: Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas
- Capítulo 4: Do Controle de Constitucionalidade
- Capítulo 5: Da separação das funções do Poder e de seus Órgãos

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. InternacionalDIREITO INTERNACIONAL

- Aula 1: Noções, Conceito, Objeto e Fontes de Direito Internacional Privado
- Aula 2: Estrutura da Norma Jurídica Internacional, Foro Competente e Lei Aplicada
- Aula 3: Preceitos Básicos de Direito Internacional Privado: Ordem Pública, Fraude à Lei, Reenvio e Questão Prévia
- Aula 4: Praticas Internacionais do Comércio: Lex Mercatoria e Incoterms
Apostilas de Direito Internacional.rar

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. ComercialDIREITO COMERCIAL

- Capítulo 1: Teoria Geral
- Capítulo 2: Sociedades Empresariais
- Capítulo 3: Direito Cambiário
- Capítulo 4: Contratos Mercantis
- Capítulo 5: Falência (Concordata - Recuperação Judicial e Extrajudicial)
Apostilas de Direito Comercial.rar

Curso Preparatório OAB - Ética Profissional e Estatuto da OABÉtica Profissional e Estatuto da OAB

- Aula 1: Estatuto da Advocacia e OAB (Lei n° 8906/94)
- Aula 2: Código de Ética e Disciplina
- Aula 3: Regulamento geral do Estatuto da Advocacia e da OAB
- Aula 4: Provimento 94/200 - Conselho Federal da OAB
- Aula 5: Ementário - Julgados do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. do TrabalhoDIREITO DO TRABALHO

Capítulo 1: Direito Material do Trabalho
Capítulo 2: Processo do Trabalho
Apostilas de Direito do Trabalho.rar

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. Civil

DIREITO CIVIL
- Capítulo 1
- Aula 1: Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)

- Capítulo 2
- Aula 1: Das Pessoas Físicas
- Aula 2: Das Pessoas Jurídicas
- Aula 3: Dos Bens

- Capítulo 3
- Aula 1: Dos Fatos e Negócios Jurídicos e Prova
- Aula 2: Da nulidade dos Atos Jurídicos - Parte I
- Aula 3: Da nulidade dos Atos Jurídicos - Parte II
- Aula 4: Prescrição, Decadência

- Capítulo 4
- Aula 1: Direito das Obrigações - Conceito de Obrigação
- Aula 2: Principais Classificações das Obrigações
- Aula 3: Principais Classificações
- Aula 4: Do Pagamento Direto
- Aula 5: Das Regras Especiais de Pagamento e das Formas de Pagamento Indireto
- Aula 6: Da Inexecução da Obrigação

- Capítulo 5
- Aula 1: Noções Introdutórias
- Aula 2: Formação e Extinção dos Contratos

- Capítulo 6
- Aula 1: Contratos em Espécie I. Compra e Venda.
- Aula 2: Contratos em Espécie II. Compra e Venda.
- Aula 3: Contratos em Espécie III
- Aula 4: Contratos em Espécie IV
- Aula 5: Contratos em Espécie V
- Aula 6: Contratos em Espécie VI

- Capítulo 7
- Aula 1: Responsabilidade Civil: Espécies, Pressupostos, Excludentes.
- Aula 2:
Responsabilidade Civil: Indenização, Dano Moral, Responsabilidades Especiais.

- Capítulo 8
- Aula 1: Posse
- Aula 2: Propriedade I.
- Aula 3: Propriedade II.
- Aula 4: Condomínio. Co-Propriedade.
- Aula 5: Direitos Reais de gozo ou fruição
- Aula 6: Direitos Reais de Garantia.

- Capítulo 9
- Aula 1: Casamento e União Estável
- Aula 2: União Estável
- Aula 3: Regime de Bens no Casamento
- Aula 4: Dissolução da Sociedade e Vínculo Conjugal
- Aula 5: Dos Alimentos
- Aula 6: Tutela, Curatela, e Ausência
- Aula 7: Relações de Parentesco
- Aula 8: Adoção

- Capítulo 10
- Aula 1: Da Sucessão
- Aula 2: Herança
- Aula 3: Sucessão Testamentária
- Aula 4: Inventário, Arrolamento, Partilha, Da Colação e Da Sonegação


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terça-feira, 29 de setembro de 2009

CRENÇA II - TRADIÇÕES BÍBLICAS

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livrosObservação:

Antes de adentrarmos no assunto que quero expor, chamo a atenção dos leitores para o fato de que o presente artigo não tem a intenção de polemizar e nem tampouco ferir suscetibilidade de nenhum religioso ou instituição religiosa. O interesse é tão somente bem informar aos leitores e o público de um modo geral, a respeito de alguns tópicos não muito evidentes e esclarecedores, cuja interpretação merece um cuidado maior, uma análise profunda, de modo a não dar azo a imaginações cultivadas com os fertilizantes do fanatismo religioso.

Alguns irmãos menos esclarecidos acham que se deve aceitar cegamente tudo que está escrito na Bíblia por acredi tarem na sua infalibilidade. Porém, antes de esclarecermos alguns pontos mais polêmicos, façamos algumas apreciações embasadas na ótica da razão e do discernimento para não incorrermos em claudicação.

Em primeiro lugar, analisemos alguns pormenores de extrema importância para a elucidação de alguns fatos não muito bem explicados ao longo da história e que perduram até hoje na obscuridade. É o caso, por exemplo, das diversas traduções e das diferentes versões bíblicas que conhecemos.

Os fragmentos de texto que se seguem foram extraídos Bíblia Sagrada na versão portuguesa da Vulgata Latina traduzida pelo Pe. Antônio Pereira de Figueiredo.

A Versão dos Setenta e a Vulgata Latina

“Até o final do século IV, conhecia-se da Bíblia, a chamada Versão dos Setenta, também chamada de septuaginta assim denominada por ter sido confiada por Ptolomeu II, Filadelfo (309 a 246 a. C.) rei do Egito, a setenta e dois rabinos, seis de cada tribo, que a realizaram entre os anos de 285 a 247 a. C., na ilha de Faros, perto de Alexandria.” A Versão dos Setenta foi, portanto efetivada no antigo Testamento. *

“Da Versão dos Setenta originou-se a Vulgata Latina, realizada em sua quase totalidade por São Jerônimo, doutor da Igreja (c. de 350-420), diretamente do hebraico, do aramaico e do grego, por incumbência de Damásio I, papa de 366 a 384. Em 386, São Jerônimo terminou a tradução do Novo Testamento, e, entre 391 e 405. a do Antigo Testamento. Em 1592, o papa Clemente VIII mandou fazer uma revisão da Vulgata Latina, e esse texto revisado é hoje de uso oficial na Igreja Latina.” **

“Quase todos os livros da Bíblia foram escritos em hebraico. O aramaico é o idioma original de fragmentos do Antigo Testamento (Dan. 2, 4b-7, 28; Esd 4, 8, 6, 18; 7, 12-26; Jer. 10, 11), e, no Novo Testamento, de todo o Evangelho de Mateus. O grego foi usado para o livro da Sabedoria, Macabeus II e todo o Novo Testamento (com exceção do livro de Mateus).”

Observação: O texto em itálico aí transcrito está mostrado ipsis litteres, ou seja, do mesmo modo como está escrito no livro, de modo que se houver alguma falha, essa se deve às imperfeições de impressão ou descuido do autor. O mesmo vale para os parágrafos assinalados com (*) e (**).

Ora, como podemos perceber os livros bíblicos não estão compilados tal como foram escritos há séculos atrás. Foram três os idiomas originais, conforme o texto acima descrito. Fragmentos daqui, um pedacinho dali, e assim temos hoje uma amalgama de textos não integralmente escritos um após outro como supuséssemos que fosse. A isso, agreguem-se as constantes traduções, primeiro para o grego e latim e depois para mais de mil línguas e dialetos falados em todas as partes do mundo; e as revisões que também são inumeráveis.

Afora isto, levem-se em consideração as constantes mudanças vernáculas, os regionalismos, etc., pois para exemplificar, verifiquemos o que acontece com a nossa língua num período de 10 anos e notaremos que o linguajar muda constantemente além de aumentar o número de palavras com as novas tecnologias e descobertas. Assim foi e assim continua sendo.

Outro texto extraído da internet no site http://jefferson.freetzi.com/entrada.html, diz o seguinte:

“1. Barreiras de Linguagem

A Bíblia foi escrita em três línguas: O Antigo Testamento em Hebraico e algumas poucas partes em Aramaico, e o Novo Testamento em Grego. Nossas traduções em Português, embora muito bem feitas por conselhos editoriais compostos por grandes eruditos nessas línguas, muitas vezes não conseguem achar palavras do nosso idioma que correspondam perfeitamente às do idioma original. Também, é difícil fazer a transposição do tempo, da voz e do modo dos verbos, da sua origem  para a atualidade”.

Isto significa dizer que não há uma tradução literal, por maior esforço que se faça neste sentido, justamente por causa desses entraves. Vinculem-se a isto as barreiras geográficas, porque muitos dos acidentes geográficos como rios, lagos, riachos, vilas, cidades, etc., hoje não mais existem e daí a dificuldade de se precisar a localização exata de um determinado sítio citado em alguma passagem do texto. Nesse intervalo de tempo houve também mudanças no calendário cristão que é diferente dos calendários usados pelos povos de antanho, o que impede que se encontre a datação exata das ocorrências, e assim por diante.

E os costumes da época, a cultura, será que ainda são os mesmos, posto que mudam também com o tempo? E, durante todo esse longo intervalo será que ninguém meteu o bedelho onde não devia e lá escamoteou ou maquiou alguma coisa? Quem nos garante que não houve alguma alteração intencional? E até há alguma informação a esse respeito.

Continuando com as nossas conjecturas, perguntamos: Por que vários livros, considerados apócrifos, ainda hoje são publicados e conhecidos pelo povo? Por que bíblias diferentes para diferentes segmentos do cristianismo?

Pelo exposto, não podemos crer cegamente em tudo que se nos induzem a crer, pois, cada orador interpreta e prega de conformidade com os dogmas de sua congregação e continua em pleno vigor a máxima que diz que ninguém é o dono da verdade.

A crença é individual, é apanágio de cada indivíduo; não podemos impor a alguém a nossa fé, posto que todos têm o seu livre arbítrio.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

CRENÇAS

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250px-Solar_sysMesmo vivendo em pleno século XXI pessoas há que se deixam enganar facilmente acreditando em tudo que lhe dizem sem atinar que tal assertiva deve ou não passar pelo crivo da razão. Embora dotado de todas as ferramentas necessárias ao entendimento das coisas da vida, o homem ainda crê em coisas que o bom senso repele por agir impensadamente, por impulsos ou por desinteresse de estudar o assunto com maior zelo, o que o leva à superstição, ao misticismo e ao pior de todos os males da fé, o fanatismo. 

Ainda somos bastante fracos, muito imperfeitos moralmente e por esse motivo nos permitimos envolver com pessoas de grande poder de persuasão que nos transmitem os mais absurdos sistemas que, por desconhecimento e indiferença em conhecer melhor aceitamos e nos deixamos convencer e esta é uma das razões de existirem tantos credos, em sua maioria derivados do Cristianismo.

Falo Cristianismo, por se tratar do tema principal deste estudo, embora mesclado de textos complementares, quando se fizer necessário um melhor esclarecimento.

Esse breve comentário tem como finalidade chamar atenção do leitor para o conteúdo do tema que tratarei daqui em diante, assunto polêmico e muito controverso, porque, por pensarmos diferentemente uns dos outros, cada cabeça tem uma sentença e por esta razão, nem sempre chegamos a um acordo quando das conclusões, principalmente em se tratando de fé.

CRENÇA I – VIDA EM OUTROS MUNDOS

Ensaio – por antromsil.

Acreditar neste ou naquele postulado, neste ou naquele sistema depende muito de convicção. Crer ou não crer depende de uma aceitação íntima, de um conhecimento e convencimento prévios do objeto em questão.

Pessoas há que, inconseqüentemente acreditam em tudo, sem nada analisar, sem contrapor qualquer argumento. Não pode ser assim. Outras há que dizem em nada ou quase nada crer a não ser que tais hipóteses possam ser demonstradas ou percebidas por qualquer um dos nossos sentidos. Todavia, existem aquelas mais ponderadas que, antes de tudo aceitar como verdade fazem antes uma apreciação dos parâmetros existentes para daí poder manifestar-se contra ou a favor de tal proposição.

Muitos acontecimentos bizarros, narrados por pessoas idôneas, instruídas e de nomes respeitáveis, das quais não se pode nem mesmo supor nenhum resquício de malícia, as quais são ultrajadas com piadas de mau gosto por pessoas inescrupulosas que, antes de analisarem o fato com profundidade, achincalham e depredam esse nome venerável simplesmente por ignorância, irreflexão e orgulho e ainda achar que tudo sabem.

Porém, em muitas afirmações duvidosas pode-se guardar reserva sem nenhum medo de errar em sua escolha. É antes sábio do que insensato quem assim age. Prudência e caldo de galinha não faz mal a ninguém, dizem as pessoas entendidas.

É o caso de se acreditar se existe ou não vida em outros mundos semelhantes à Terra, que muitos acham ser o único habitado em todo o Universo.

Afirmam alguns não ser possível ter vida em astros como a Lua, Marte ou Vênus, etc., devido a não comprovação de existência de água, por falta de atmosfera ou por ser esta diferente da nossa, composta de gases venenosos. Mas, será que mundos diferentes não podem ter tipos de vida diferente das que conhecemos por cá?

O que é venenoso para uns não significa que seja necessariamente nocivo a outros e os exemplos nós temos aqui mesmo em nosso orbe, como os urubus, os abutres e os porcos, pelo que podem deglutir sem lhes causar nenhum mal, apenas para ilustrar; os animais que vivem certos habitats altamente nocivos ao homem, inalando diariamente alguns tipos de gases deletérios como os ratos dos esgotos, sapos, cobras, etc. Os diferentes tipos de vida da nossa pequena Terra nos dão uma idéia do que poderá ser encontrado em outros planetas.

Notar também que os tamanhos dos astros e as distâncias que os separam de outros mundos não são as mesmas em relação à sua estrela ou estrelas; são bem diferentes e olhe que não são coisa de alguns poucos mil quilômetros. São distâncias astronômicas, o que significa afirmar que a luminosidade e o calor recebidos são de nuances incomparáveis, completamente adversos da luz e calor que recebemos do Sol.

Outra coisa, alguém já esteve lá para constatar a veracidade da conjectura? Os nossos instrumentos são capazes de detectar os entretons dos elementos que sejam suficientes para a correta interpretação do objeto em análise? Será que somos tão perfeitos que não possamos nos enganar ou sermos induzidos a crer em falsos dados fornecidos por nossos instrumentos? E eles, (os instrumentos), por acaso são perfeitos? As informações são passadas na íntegra ou sofrem algum tipo de censura pelas autoridades dos países pesquisadores? A ciência, então, já deu sua palavra final? E Deus, em sua infinita sabedoria não pode criar o que quiser, como quiser, quando quiser e onde quiser? É nestes questionamentos que devemos nos apoiar para podermos especular sobre o assunto em pauta e outros similares.

Nós pobres e orgulhosos terráqueos achamos que somos os únicos privilegiados pela Providência por habitarmos um pequeno grão de poeira estelar algures do Universo. Não, meus amigos, estaremos redondamente enganados se assim pensarmos. Nós já estamos preparados para aceitar ensinamentos mais profundos, embora muitos desses ensinamentos sejam obstruídos por interesses escusos, de pessoas e entidades que não os querem ver demonstrados.

Para ilustrar minhas palavras quero aqui fazer algumas ponderações que nos ajudarão bastante o raciocínio.

1 - Existem formas de vida na Terra onde jamais imaginaríamos que fosse possível haver. Pesquisadores demonstram em diversos documentários a existência de pequenos crustáceos habitando nas fumarolas submarinas dos vulcões, cuja temperatura chega a mais de 80º C, impossível de ser suportada pelos seres vivos normais. Alguns microorganismos como bactérias, por exemplo, são capazes de suportar temperaturas extremas tanto frias como quentes. Fala-se de vida até em lavas vulcânicas.

2 – Nem mesmo os artefatos criados pelo homem como o submarino, o batiscafo (que pode, teoricamente, imergir a até 12 mil metros de profundidade), etc., são capazes de suportar as altas pressões das profundezas oceânicas. No entanto, lá existe vida, por incrível que pareça! Existe vida sim e não só microscópica como também de grandes peixes. Pelos padrões exigidos pelos céticos não era para ser assim. Nós moramos aqui e o que nós sabemos a respeito dessas espécies das grandes profundezas submarinas? Nada, só que existem.

3 – Há, aqui na Terra, um tipo de vida, que se constitui de uma massa disforme semelhante a um mingau (ou papa) derramado, de cor amarelo-alaranjado, que se desloca sobre os troncos das arvores comendo tudo aquilo que encontra pela frente e que lhe convém. Organismos análogos só encontramos em obras de ficção científica; porém, estes foram descobertos aqui mesmo em nosso globo. Infelizmente não lembro o nome dado a tal organismo.

Portanto, há “n” exemplos que podemos mostrar e analisar; coisas que nós poderíamos crer impossíveis de haver em nosso mundo e que são uma realidade.

Os conhecimentos humanos em astronomia estão somente engatinhando e embora tenhamos encontrado no computador um aliado importante e de grande utilidade não só em astronomia, mas em todas as áreas das ciências humanas, nossos instrumentos de pesquisa ainda são bastante tímidos para nos ajudar nas grandes empreitadas.

Em sendo assim, paremos para pensar um pouco antes de duvidarmos de alguma coisa fora do alcance dos nossos sentidos porque de vez em quando temos surpresas; vez por outra aparecem novidades nos noticiários da imprensa e acontecimentos diversos aqui e algures em qualquer lugar do mundo.

A cada dia surgem novas tecnologias e novos horizontes se insurgem aos nossos olhos. A ciência continua trilhando o seu infinito caminho e não se sabe até onde ela pode chegar.

Antromsil

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

COISAS INEXPLICÁVEIS 2

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220px-Large_bonfire FOGO - Quem ainda não tentou acender o fogo da churrasqueira, do fogão a lenha ou do fogareiro e não amargou fumaça nos olhos até lacrimejar. Quanta dificuldade, quantos artifícios usados para ver as chamas queimando e poder usá-las para os devidos fins. De tudo usamos para fazer a ignição: gravetos, sacos plásticos, borracha, álcool, querosene e o danado do fogo emperra e continua pega, mas não pega.

Quantas pessoas não há que, na sua faina diária, acordam cedinho e tem como primeira tarefa o acendimento do fogão a lenha ou fogareiro, perdendo boa parte do seu precioso tempo tentando fazer o fogo pegar, inalando a fumaça tóxica dos aditivos usados para a ignescência e da própria madeira, tossindo e deitando lágrimas forçadas pela irritação.

No entanto, uma pequena faísca, ponta de cigarro e até uma gota de orvalho ao concentrar a luz do sol como uma lente de grau, pode causar um incêndio de grandes porções, em que as chamas tangidas pelo vento se lastram com uma rapidez impressionante, sendo capazes de assolar áreas de proporções colossais, florestas interas, como comumente acontece em todas as partes do mundo. Como elucidar tais fenômenos? Não existe esclarecimento, melhor dizendo, até agora ninguém deu uma solução para o caso, até onde eu sei.

FERIDA - Um ferimento no corpo seja ele no braço, na perna, no pé, onde quer que se localize, sempre tem alguma pessoa, coisa, ou seja, lá o que for para magoá-lo. Tudo que eventualmente caia ou se movimente, parece ser atraído pela ferida e forçosamente cai ou esbarra em cima dela, provocando dores atrozes e impedindo-a de sarar mais depressa.

Se um ferimento está localizado nos membros superiores e inferiores estão mais expostos a levar pancada, principalmente se for nos pés e por mais cuidado que se tenha geralmente acontece o pior.

TOALHA - O que dizer então da toalha de banho ou de rosto que usamos em nosso asseio cotidiano? O emprego de água e sabão pressupõe limpeza e é com esse intuito que nos lavamos e nos banhamos quando se faz necessário. É ainda uma necessidade básica de higiene, hábito salutar tão imprescindível quanto à própria alimentação.

Porém, depois de algum tempo de uso, um dia ou dois dias talvez, a toalha já começa a apresentar sinais de sujeira e a exalar um cheiro esquisito, se for usada por somente uma ou duas pessoas. Fica, outrossim, encardida, como se soltássemos a tinta do corpo. Até parece que tomamos o banho sem sabonete ou sabão.

Se o uso é coletivo, caso seja toalha de rosto, um dia só é o bastante para sujar e impregná-la de mau cheiro a ponto de ficar malacafenta, insuportável, como se apenas molhássemos as mãos para em seguida enxugá-las. Como explicar?

O DIA ERRADO – Há dias que tudo que queremos fazer dá errado. Mas, por quê? Logo que o cidadão se levanta do leito tropeça em alguma coisa e às vezes acaba se machucando.

Depois do asseio matinal, ao se vestir, nota que falta um botão da camisa ou o fecho da calça torna-se perro. Na mesa, o café lhe queima a boca e o pão cai no chão, aberto e com o lado da manteiga pra baixo. O filho derrama café na mesa e o líquido quente cai sobre suas pernas. O individuo se aborrece, ralha com o guri e daí começa uma discussão banal que se acirra rapidamente. A mulher toma as dores pelo filho que, por ser inocente, não fez por mal.

Durante essa discussão, o leite derrama e enquanto a mulher cuida do leite, os ovos passam do ponto e por aí vai até que, sem perceber, os minutos se passam. Ele olha pro relógio e já está passando da hora de sair. O seu transporte, seja ele bicicleta, moto ou carro, está com o pneu baixo o que lhe deixa ainda mais nervoso.

- Mas, o que é que está acontecendo comigo hoje? – pergunta-se atordoado com os estranhos acontecimentos que lhe tolhem o discernimento e as idéias.

Remediados os primeiros contratempos, segue seu caminho rumo ao trabalho, lembrando de passar no posto mais próximo para calibrar os pneus e reabastecer, pois o veículo quase que não pega. Só que, ao enfiar a mão no bolso percebe que esqueceu a carteira...

Desse modo, continua o dia cheio de transtornos, um aborrecimento atrás do outro sem que haja um motivo aparente, um pesadelo que parece não ter mais fim e até que esse dia acabe a pessoa tem a impressão de que passou por um estágio do inferno existente aqui mesmo na Terra. Mais um fato que não tem explicação.

domingo, 13 de setembro de 2009

COISAS INEXPLICÁVEIS - 1

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HOMENS DO CAMPO E DA CIDADE - Existem alguns fatos que nos deixam intrigados a procura de explicação presumível para que ocorra tal evento e não conseguimos atinar nem mesmo uma suposição aproximada.

Como explicar, e.g., o acontece com algumas pessoas da cidade que engordam feito animal para o abate, mesmo sem se alimentar demasiadamente, pessoas de baixa renda, que muitas vezes tem uma dura faina, enquanto que outros, habitantes do interior, trabalhadores da roça, comem feito um padre, alimentos grosseiros, gordurosos em sua maioria e não tem um pingo de gordura, problemas de colesterol, além de não ter fragilidade física e nem propensão às doenças comuns aos habitantes da cidade?

Evidentemente que são dois locais completamente diversos situados um em oposição ao outro. Um, completamente agitado, estressante pelo seu próprio modo de ser, cheio de violência, de ruídos exacerbados e não muito salutar.

Entretanto, aí estão as melhores condições de vida porque tudo se encontra facilmente, ao contrário da roça onde tudo é difícil de achar, como: posto de saúde, supermercado, farmácia, transporte, telefone, internet, etc.

Mas então, por que o homem do campo é mais saudável e vive mais que o homem da cidade, se o seu trabalho não é menos insalubre que o deste outro?

Poder-se-ia argumentar que a alimentação do homem campesino é toda ela natural. Isso em tese, porque este também consome mantimentos vendidos na cidade os quais são manipulados, como alguns transgênicos, frutas e verduras contaminadas com agrotóxicos, produtos industrializados que contêm corantes e outros ingredientes, cujo emprego nem sempre está de acordo com as normas de higiene e saúde.

Os animais abatidos para consumo são criados com ração, com hormônios, às vezes confinados, sem os cuidados higiênicos necessários, etc., não obstante a atenção e exigências da Vigilância Sanitária e dos demais órgãos de fiscalização do governo.

No sertão somente existe os ruídos da natureza, mas tem poeira e um sol abrasador. Este mesmo sol que castiga, não mata e nem faz adoecer; arde qual pimenta, mas não mancha e nem queima a pele. O ente da cidade não pode tomar sol sem os cuidados exigidos porque este exposto aos raios ultravioleta que não afetam o camponês. E isso acontece na labuta do ano todo, quase que diariamente.

Diferente do homem citadino este nunca é acometido de câncer de pele, não faz exame de próstata, não morre de enfarto do miocárdio e nem precisa de academia, posto que está sempre em forma, sem barriga e sem banha. Pode se alimentar do que quiser, sem dietas e nem regras que disciplinem o seu modo de vida, que dá tudo certo.

O que ele tem a mais em seu favor são: pouca ou quase nada de poluição do ar ou da água; ruídos bem abaixo dos níveis toleráveis; menos agitação e portanto, menos frenesi. Mas, em contrapartida, não tem água encanada e nem tratada, que pode não ser poluída, mas é barrenta, salobra e de qualidade duvidosa, coada somente, porque nem todos têm filtro. Há ainda, em alguns casos, o problema da escassez Ademais, nem sempre dispõem de fogão a gás, cozinhando em trempes, fogareiros ou fogões rudimentares, usando lenha ou carvão, cuja fumaça não é nada saudável.

Pestilência, verminose, fungos e bactérias existem em ambos os habitats, porque se aqui tem moscas, lá também e até mais, se incluirmos a mosca do chifre que acomete o gado; o barbeiro, a muriçoca que está em toda parte e assim por diante.

Muitas famílias do interior ainda usam lamparina, apesar dos governos terem coberto o Estado quase que totalmente com redes elétricas.

sábado, 12 de setembro de 2009

PEQUENOS NOTÁVEIS -DARLEY

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HOMENAGEADO DO MÊS

Raimundo Arruda de Sousa, o popular Darley, nasceu no dia 10 de maio da 1935, em Sobral, no Bairro da Saúde.

De família humilde, foi criado por uma tia, D. Conceição, de saudosa memória e por ter ficado órfão em idade tenra, não tem lembrança de seus pais.

Aos 15 anos de idade ao perder sua tia e mãe adotiva, foi morar em Fortaleza, onde trabalhou, dentre outros serviços e biscates, como trocador de ônibus.

Por essa época, já ensaiava algumas canções em brincadeiras com os amigos, cantando músicas de sucesso, daqueles idos, nas vozes de Jackson do Pandeiro, Ary Lobo, e outros artistas, nos finais de semana, dando assim, sinais de que seria um bom intérprete.

Sua maior alegria foi quando, ainda na capital, teve a oportunidade ímpar de tocar com Luiz Gonzaga, quando os seus componentes Zequinha e Catamilo ficaram impedidos de participar do show do Rei do Baião e este solicitou da platéia duas pessoas que tocassem triângulo e zabumba, Darley se apresentou para tocar triângulo e juntamente com outro rapaz desconhecido auxiliaram-no em sua apresentação.

De volta a Sobral ingressou no Conjunto de Zé Café com o qual permaneceu por cerca de 20 anos seguidos, sendo revelado por ocasião de uma festa no Club Fortaleza, no Bairro da Santa Casa, onde este tocava, quando solicitou para cantar a música Sapo na Lagoa. Aplaudido de pelos dançarinos que pararam para ouví-lo, admirados com o seu talento musical, foi convidado a permanecer no grupo por Zé Café.

Tocou também com com Zequinha Freitas, Tio do Rei, Artêmio, Raimundo Pedro, João Paraibano, Gerardo, Leôncio e Vicente Ferreira dentre outros sanfoneiros e conjuntos musicais, em sua carreira, por toda Zona Norte do Estado.

Teve grande destaque como compositor de paródias e músicas inéditas para diversos políticos da região, notadamente para a família Barreto Lima com a qual permaneceu por cerca de 25 anos.

Hoje, funcionário público aposentado pela Sec. de Saúde do Estado do Ceará, é figura de destaque no Beco do Cotovelo, onde tem assento permanente como cambista (vendedor de bilhetes de loteria) e um círculo de amizade muito vasto, conquistado com a sua grande simpatia.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

PT NÃO APOIARÁ PROPOSTA DE NOVA CMPF NA CÂMARA, DIZ LÍDER (ACREDITE SE QUISER, PORQUE EU NÃO ACREDITO!)

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BRASÍLIA (Reuters) - O governo até interessou-se pela iniciativa do PMDB de desenterrar uma nova versão da CMPF, mas avalia que as chances de aprovar o projeto no Congresso são perto de zero. O PT na Câmara, fundamental a essa articulação, afirmou votar contra.

"Nós não assumiremos a coordenação e a frente desse movimento para aprovar contribuição específica para saúde", disse na quinta-feira à Reuters o líder do PT na Câmara, Cândido Vacarezza (SP).

Apesar de defender mais investimento no setor, ele questiona o momento e a viabilidade política.

A chamada Contribuição Social para Saúde (CSS) é um resgate da antiga CPMF, extinta em 2007 após senadores da oposição, com ajuda de aliados do Planalto, derrotarem a prorrogação do tributo. A derrota do governo, na ocasião, resultou numa perda de arrecadação estimada em 40 bilhões de reais anuais.

"Foi um grande prejuízo para a saúde a derrota da CPMF há dois anos, mas há uma resistência clara aqui na Casa de aprovar um imposto específico, mesmo que seja para saúde", acrescentou Vacarezza.

A bancada do PSDB no Senado decidiu, por unanimidade, votar contra o que chamou de "recriação da CPMF".

O Ministério da Saúde, comandado pelo PMDB --maior bancada do Parlamento--, tem feito apelos fortes pela aprovação da CSS.

O Executivo, que vem sofrendo perdas de arrecadação federal, está sensibilizado com os apelos do ministro José Gomes Temporão sobre as dificuldades de financiar a saúde, sobretudo após o surto da gripe suína.

O entrave à CSS, no entanto, é político.

Com a oposição contrária, e unida, para derrubar o projeto, o governo ficaria sozinho no apoio ao aumento de impostos em véspera de ano eleitoral.

"A CSS só deve entrar na pauta se a oposição aqui, nos Estados e municípios concordar", disse o deputado José Genoino (PT-SP).

E mesmo que conseguisse aprovação na Câmara, onde tem uma maioria confortável, dificilmente conseguiria a aprovação do Senado, instituição que tem o PMDB no centro de uma crise e onde o governo exibe frágil base de sustentação.

"Aprovar isso não é fácil, a razão e o relógio (calendário eleitoral) jogam contra", metaforizou o senador oposicionista Heráclito Fortes (DEM-PI).

Como a CPMF, a CSS seria um tributo sobre as movimentações financeiras, mas diferentemente da CPMF a nova contribuição seria permanente e exclusivo à saúde, com alíquota de 0,1 por cento. (Reportagem de Natuza Nery)

Esses políticos pensam que a gente é besta! O PT do LULA é doido por impostos para aumentar a arrecadação, para dizer que é bom, que arrecada melhor que os governos anteriores.

Pura hipocrisia, demagogia e falácia, porque o verdadeiro PT já era! O PT autêntico deixou de existir desde a primeira eleição de Lula. Aliás, a sigla deveria se mudada para PG – Partido do Governo.

O partido que se escudou na classe trabalhadora e dela tirou proveito, arrecadou dinheiro, conseguiu crescer, mas, cuspiu no prato que comeu depois de chegar ao governo.

O partido conseguiu aprovar o que antes votara contra, propostas como o desconto de INSS para trabalhadores aposentados, porque, o governo Lula, ávido por arrecadação não vai perder a oportunidade de ter o seu status elevado, de ver os seus cofres abarrotados de dinheiro, vazando pelo ladrão, em nome de uma falsa modéstia.

Além do mais, engane-se quem quiser, porque todos sabemos que o governo aprova o que bem almejar e entender, pois, sempre foi assim e para que isso seja mudado são necessários séculos e até milênios; é preciso que haja uma verdadeira purificação do espírito humano, o que não pode se dar num pequeno espaço de tempo.

antromsil

AVISO AO VISITANTES

CAROS AMIGOS VISITANTES

Estou trabalhando na reformulação do nosso blog, procurando uma melhor harmonização das postagens e de todo o conteúdo do blog que não é só meu, é de todos os companheiros internautas.


Desculpem-me se ainda não conseguiram encontrar o que procuram, porque não estão devidamente ordenadas, mas brevemente as visitas serão bem mais agradáveis visto que não medimos esforço para deixar tudo certinho.


ANTROMSIL

Olha a Hora!

tradutor

Cantinho Espírita

Este espaço está destinado às publicações de cunho espiritual, evangélicos e textos voltados à elevação moral.

Chico Xavier CHICO XAVIER

E a vida continua...

Aos quatro anos, Chico Xavier teve primeiro contato com os espíritos; na maturidade tornou-se o maior médium da história do Espiritismo brasileiro. Um resumo da emocionante história do homem que, ainda criança, se comunicava com espíritos e psicografava mensagens.

Pedro Leopoldo, pequena cidade em Minas Gerais, foi seu local de nascimento, no dia 2 de abril de 1910. Não teve vida fácil.

Seu pai, João Cândido Xavier, era caixeiro viajante e vendia bilhetes de loteria.

Aos quatro anos, teve a primeira comunicação com os espíritos. Certo dia, quando voltava da missa com os pais, subitamente, comentou que o aborto feito por uma vizinha havia sido involuntário. “Ela não teve culpa, foi acidental”, disse.

Surpresos, nem o pai, nem a mãe, lhe deram atenção. Mas Chico não desistiu e falou: “Pai, o homem me disse que foi uma gravidez tubária”. A partir daí, passou a ouvir vozes e ver vultos, uma rotina que passaria a acompanhar toda sua vida.

A mãe, Maria João de Deus, viria a falecer quando Chico completava cinco anos. Órfão de mãe, foi morar com a madrinha, dona Rita de Cássia, amiga da família. Mas ela o maltratava. Certa vez mandou Chico lamber as feridas do filho. Resignado, obedeceu. Ele costumava correr ao quintal da casa para se consolar com o espírito da mãe desencarnada.

Felizmente, seu pai casou-se de novo e Chico voltou a morar com a família. Sua madastra, na verdade uma “boadastra”, dona Cidália Baptista, tinha uma alma boa e caridosa.

Na adolescência começou a psicografar. Em 1927, decidiu afastar-se da Igreja Católica e aderiu ao espiritismo. Aos 22 anos, escreveu o polêmico “Parnaso de Além-Túmulo”, uma coletânea de poesias de escritores brasileiros e portugueses mortos.

Chico mudou-se para Uberaba em 1959, para poder trabalhar mais tranqüilo na divulgação doutrinária e em tarefas assistenciais, aliadas ao serviço de esclarecimento e reconforto, baseado no evangelho.

Sua obra, composta de 412 livros mediúnicos, vendeu mais de 30 milhões de cópias, com os direitos autorais tendo sido cedidos gratuitamente às editoras espíritas e instituições que assistiam aos pobres. Um dos livros foi o Best Seller “E a Vida continua...”, que serviu de tema para a novela “A Viagem”, da Rede Globo, que foi reprisada duas vezes.

Filas de repórteres, cinegrafistas, estudiosos e curiosos batiam em sua porta, em busca de cura ou conforto espiritual.

Apesar do reconhecimento, continuava a viver com extrema simplicidade. “Ele doava tudo a quem mais precisava”, diz a enfermeira Aparecida Conceição Ferreira, de 90 anos, fundadora do Hospital do Fogo Selvagem, em Uberaba.

Revoltada com o tratamento tradicional dedicado aos pacientes com fogo selvagem, moléstia de causas desconhecidas que vai esfoliando a pele aos poucos, a enfermeira começou a atender os doentes em casa.

Dona de energia vital impressionante, que tivemos a oportunidade de conhecer, Chico ficou impressionado com a história e decidiu ajudar. “Doou roupa de cama, remédio, comida e cobertores aos doentes”, lembra ela.

Chico fundou o Grupo Espírita da Prece e adotou um filho, chamado Eurípedes Higino dos Reis, hoje com 54 anos.

Seu filho inaugurou o Museu Chico Xavier, na residência onde o médium morou, por mais de 40 anos. Lá estão estátuas, imagens, a coleção de boinas, roupas, e o quarto simples onde Chico dormia, intacto.

Quanto ao seu desencarne, ele sempre disse que morreria em um dia que o Brasil estivesse muito feliz. Dito e feito. Faleceu aos 92 anos, dia 30 de junho de 2002, quando a seleção brasileira conquistou o pentacampeonato mundial de futebol, no Japão. À noite, perguntou o resultado da partida, sorriu e partiu para o plano espiritual. Foi velado na Casa da Prece e enterrado no Cemitério São João Batista, em Uberaba. Mas sua mensagem permanece viva.

Bezerra de Menezes - Biografia

ADOLFO BEZERRA DE MENEZES
O Médico dos Pobres


Em 29 de agosto de 1831, nasce no Ceará, Adolfo Bezerra de Menezes, um
missionário cuja tarefa seria a de preparar a sociedade brasileira para acolher
a semente do Espiritismo cristão.

Em 1851, impelido pelo secreto impulso de uma vocação que já lhe caracterizava a reta trajetória de múltiplas encarnações, dedicadas ao serviço da caridade, embarca para o Rio de Janeiro, com a nobre inspiração de seguir a carreira médica.

Em 1852, ingressa, como praticante e interno, no Hospital da Misericórdia. Passa por privações materiais, buscando recursos para viver e custear seus estudos, dando aulas de Matemática e Filosofia.

Em 1856, com a defesa da tese "Diagnóstico do Cancro", conquista o grau de doutor em Medicina e, em 1857, ingressa como membro titular na Academia Imperial de Medicina. No ano seguinte, é nomeado cirurgião-tenente do Corpo de Saúde do Exército. No mesmo ano, casa-se com Maria Cândida de Lacerda.

Em 1861, candidata-se à vereador e é eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Sua eleição é impugnada pelo Dr. Roberto Jorge Hadock Lobo, por ser médico militar. Bezerra renuncia das funções no Corpo de Saúde do Exército. É empossado como vereador e reeleito em 1864.

Ainda no exercício do primeiro mandato, desencarna sua esposa que o deixa com dois filhos pequenos. O fato o abala, física e moralmente, e o leva a um estado de prostração. Mas, como tudo tem uma razão de ser, e Bezerra de Menezes era um enviado do Senhor para semear a luz na escuridão moral do nosso País, a viuvez o atrai mais fortemente para as reflexões de ordem espiritual.

Casa-se, em segundas núpcias, com Cândida Augusta de Lacerda Machado, irmã de sua primeira esposa, que lhe daria cinco filhos.

É eleito deputado federal, em 1867. Por ser um político honesto, levantaram-se contra ele, campanhas difamatórias, quando deliberou abandonar a vida pública e dedicar-se aos pobres, repartindo com os necessitados o pouco que possuía. Corria sempre ao casebre do pobre onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da sua profissão de médico e o auxílio da sua bolsa minguada e generosa.

Dedicou-se a empreendimentos empresariais, criando a Companhia Estrada de Ferro Macaé-Campos. Foi um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872, abriu o Boulevard 28 de Setembro, no bairro de Vila Isabel. Foi eleito vereador de 1876 a 1880 e, neste mesmo ano, presidente da Câmara e deputado federal.

Nesta cidade, foi criado o "Grupo Confúcio", onde servia, entre tantos outros trabalhadores de grande envergadura moral, o Dr. Carlos Travassos, responsável pela primeira tradução portuguesa de "O Livro dos Espíritos" e pela inspirada iniciativa de oferecê-la ao Dr. Bezerra. Embora já convencido das verdades espíritas, Bezerra de Menezes recebe provas tais da intervenção dos Espíritos em frisantes fenômenos mediúnicos, que passa também a fazer investigações experimentais sobre vários pontos da ciência espírita.

Em 1885, perante uma platéia de 2.000 pessoas no auditório da FEB, declara sua adesão ao Espiritismo, após 10 anos de amadurecimento moral e intelectual.

Em 1887, escreve uma série de artigos doutrinários, no jornal "O Paiz", sob o título "Espiritismo – Estudos Filosóficos", usando o pseudônimo Max.

Editou os livros "Uma carta de Bezerra de Menezes" e "A Loucura sob Novo Prisma", que contribuíram para o enriquecimento da Doutrina Espírita.

Em 1895, a FEB atravessa grave crise interna. Bezerra é convidado para assumir a presidência, reluta mas aceita e é eleito, ficando no cargo de 1895 a 1900, quando é acometido de uma violenta congestão cerebral e desencarna em 11 de abril de 1900.

O BEM QUE NÃO VEMOS - Mensagem Espírita

Depois que Jesus exaltou o valor do amor ao próximo, narrando a Parábola do Bom Samaritano, partiu com os discípulos para a cidade de Betânia.

No caminho, depois de profundas reflexões, João aproximou-se do Mestre e considerou:

- Senhor, tenho pensando na excelência e no poder do bem em nossas vidas. O gesto do bom Samaritano ainda permanece em minha mente, permitindo-me profundas ilações.

Percebendo que o Mestre iria falar, os discípulos aproximaram-se para ouvi-Lo.

- Sim, João - explicou Jesus -, o bem tem um valor incalculável, no entanto o seu poder es­tende-se mais além. Há sempre o bem que não vemos. Retomando à parábola, posso acrescentar­-lhe que algumas semanas depois do ocorrido, o sacerdote e o levita voltaram a Jericó, para novos negócios e abundantes compras. Quando retor­navam a Jerusalém, foram surpreendidos por terrível tempestade. Ante o perigo, não sabiam onde e como se abrigarem. Nesse ínterim, porém, surge um des­conhecido que, incontinenti, lhes indica o refúgio em gruta próxima e os auxilia a salvar as merca­dorias.

O Mestre fez ligeira pausa e prosseguiu:

- Finda a tormenta, ambos se preparavam para recomeçar a viagem e estenderam algumas moedas ao benfeitor anônimo, agradecidos pela ajuda. Entretanto o servidor humilde não aceitou a paga e exclamou:

- "Senhores, há algum tempo atrás, eu por certo aceitaria as moedas, ou então jamais teria me importado com as suas dificuldades. No entanto, há algumas semanas, por aqui passando, fui roubado por ladrões impiedosos que me deixaram ferido, ao abandono. Um estrangeiro, porém, por aqui passando, socorreu-me e conduziu-me a uma hospedaria.

Como podem compreender, eu apenas estou cumprindo com o meu dever”

- Nesse momento - continuou Jesus, - o levita e o sacerdote recordaram-se do homem aban­donado que, havia alguns dias, se negaram a atender.

Agora, eles estavam sendo auxiliados pelo mesmo homem.

Constrangidos, ambos se retiraram e, se não se renovaram, dali partiram com muitas idéias a esfoguear-lhes o pensamento.

E, olhando nos olhos do jovem discípulo, concluiu:

- Como podemos entender, João, o poder do bem vai além dos benefícios que presenciamos. Há sempre o bem que não vemos e que, embora oculto, trabalha na edificação do Reino de Amor de Nosso Pai.

O Mestre continuou serenamente a caminhada, enquanto os discípulos o acompanhavam, silenciosos e pensativos.

MarcusIn “Notas de Paz” Luís António Ferraz – Espíritos Diversos

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