Informática - Internetês

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

imageInternetês - é um neologismo (de: Internet + sufixo ês) que designa a linguagem  utilizada no meio virtual, em que "as palavras foram abreviadas até o ponto de se transformarem em uma única expressão, duas ou no máximo cinco letras", onde há "um desmoronamento da pontuação e da acentuação", pelo uso da fonética em detrimento da etimologia, com uso restrito de caracteres e desrespeito às normas gramaticais.[1]

Para Silvia Marconato, o internetês é uma "forma de expressão grafolingüística [que] explodiu principalmente entre adolescentes que passam horas na frente do computador no Orkut, em chats, blogs e comunicadores instantâneos em busca de interação - e de forma dinâmica." e aponta que estudiosos vêem aspectos positivos na simplificação do idioma nesta nova escrita.[2]

Estudiosos, como Eduardo Martins, vêem com reservas o uso dessa linguagem, observando que o "aprendizado da escrita depende da memória visual: muita gente escreve uma palavra quando quer lembrar sua grafia. Se bombardeados por diferentes grafias, muitos jovens ainda em formação tenderão à dúvida".[2]

A pesquisadora Josiani Neves relata o internetes é uma adequação lingüística. O internetês exige rapidez no diálogo, com o objetivo de ganhar tempo sem perder as informações, mesmo que isso represente algum tipo de infração das normas gramaticais, no que concerne à produção escrita trata-se de uma modalidade de língua que dispensa formalidades. A norma padrão não admite desvios gramaticais em nenhuma hipótese. A especialista relata ainda que o usuário deve entender que, para cada situação, haverá uma exigência e que ao escrever um texto em que se deve usar a língua-padrão, mesmo que ocorra algum equívoco, devem-se executar as atividades de formulação, e faz-se extremamente necessário um maior cuidado com o texto.

História

Usado inicialmente apenas para IRC (Internet Relay Chat), que é um protocolo de comunicação muito utilizado na Internet. Ele é usado basicamente como bate-papo e troca de ficheiros, permitindo a conversa em grupo ou privada.

Emoções

clip_image002Ver artigo principal: Emoticon

As emoções humanas são em sua maioria expressas pelos chamados emoticons.[2]

Estes símbolos escritos também são chamados smileys (em inglês, significando, literalmente, sorrisos), sendo substituídos por pequenos desenhos. são muito usados em bate-papo

Nos emoticons, os olhos são representados pelos sinais :, ;, =, 8 ou ainda x ou X. A boca pode ter os seguintes símbolos a representá-la: (, ), *, /, \, T e D. As risadas são feitas escrevendo-se Rs, Kkk, Ahaha ,Ehehe ou apertando certas letras em uma ordem aleatória. As letras mais comuns são A, E, U e H, mas isso varia muito de pessoa para pessoa.

Exemplos de emoticons:

Emoticon textual

Significado

Fórmula wiki

Resultado

:) / =] / =)

felicidade, sorriso

{{=)}}

clip_image004

:( / =( / :/

tristeza, decepção

{{=(}}

clip_image006

:D / =D / xD

sorriso

{{xD}}

clip_image008

8)

óculos ou óculos escuros

{{8)}}

clip_image010

;)

piscadela

{{;)}}

clip_image012

:* / =*

beijo

{{I*}}

clip_image014

:x / =X

boca fechada (segredo)

—

—

:o / =O

cara de surpreso

{{=O}}

clip_image016

:~( / T.T / Y.Y / ='( / :'(

lágrimas

{{;(}}

clip_image018

sz / S2

coração

{{amor}}

clip_image020

:B / =B

mostrando os dentes, geralmente
para expressar ironia

—

—

Veja o quadro das dos emoticons:

Galeria de emoticons

clip_image002[4]{{???}}

clip_image004[6]

{{sorriso}}

clip_image006[6]

{{neutral}}

clip_image008[6]

{{triste}}

clip_image010[4]

{{piscada}}

clip_image012[6]

{{lâmpada}}

clip_image014[4]

{{anjo}}

clip_image016[6]

{{beijo}}

clip_image018[6]

{{Hein}}

clip_image020[6]

{{bravo}}

clip_image022[4]

{{;)}}

clip_image024[4]

{{=S}}

clip_image026[4]

{{língua fora}}

clip_image028[4]

{{super}}

clip_image030[6]

{{cool}}

clip_image032[4]

{{=)}}

clip_image034[4]

{{=(}}

clip_image036[4]

{{;(}}

clip_image038[4]

{{=\}}

clip_image040[4]

{{XD}}

clip_image042[4]

{{pendlg}}

clip_image044[4]

{{vergonha}}

clip_image046[4]

{{chr}}

clip_image048[4]

{{olhos}}

clip_image050[4]

{{doente}}

clip_image052[4]

{{embaraçado}}

clip_image054[4]

{{olá}}

clip_image056[4]

{{muito bom}}

clip_image058[4]

{{tel}}

clip_image059

{{lixa}}

clip_image061

{{susto}}

clip_image063

{{lol}}

clip_image065

{{travesso}}

clip_image067

{{CQD}}

clip_image069

{{ups}}

clip_image071

{{hum}}

clip_image073

{{maligno}}

clip_image075{{IE}}

clip_image077

{{^^}}

clip_image010[5]Obrigado

{{obrigado}}

clip_image079

{{extra}}

clip_image081[4]

{{orgulho}}

clip_image083

{{haha}}

clip_image085

{{calado}}

clip_image087

{{choro}}

clip_image089

{{eca}}

clip_image090[4]

{{aplauso}}

clip_image091

{{avermelhar}}

clip_image093{{assoviar}}

clip_image095

{{amor}}

clip_image097

{{medo}}

clip_image099{{vampiro}}

clip_image101

{{riso}}

clip_image103

{{dormir}}

clip_image105

{{zzz}}

clip_image107

{{surpresa}}

clip_image109

{{nervoso}}

clip_image111

{{star}}

clip_image113[4]

{{coelho}}

clip_image115[4]

{{porco}}

Nota: no caso de você não visualizar a figura com a significação/inscrição normalmente, acesse os links acima.

Exemplos de expressões

Dentro das abreviações usadas, tem-se a supressão de letras, uso da fonética ou a utilização de línguas estrangeiras (geralmente o inglês), como em:

Palavra na

norma culta

Abreviação em internetês

Notas

Não

naum, ñ, n

Fonética, abreviações.

Sim

s, sinhê, y

Fonética, abreviações; do inglês Yes

Por quê

pq,pur kê, Pkê

Abreviação;Fonética.

De

d

Abreviação

Que

q, k,kê

Abreviação;Fonética.

Também

tb, tmbm, tbm

Abreviação

Se Faz Favor

sff

Abreviação

Beleza

blz,bls

Abreviação

Aqui

aki, aqi

Fonética

Acho

axo

Fonética

Qualquer

qlqr, qq, qquer

Abreviação

Mais

+

Utilização de símbolo

Hoje

hj, oj,og

Abreviação

Não é, né

neh,neah

Fonética

Quando

Qndo, qdo

Abreviação

Novidade

9dade, nvd

Utilização de símbolo, abreviação

Você

vc, vs, vuxe, vçe, vse vocc

Utilização de símbolo, abreviação

Vocês

v6, vs, vcs

Utilização de símbolo, abreviação

Comigo

cmg

Abreviação

Tudo bem

td bm

Abreviação

Por favor

pf; pls; plis; plz

Abreviação; do inglês please

Teclar

tc

Abreviação. É utilizado como sinônimo de conversar.

Falou(No caso, é sinônimo de Tchau;até)

flw

Abreviação.

Firmeza

fms,fmz

Abreviação.

Valeu

vlw

Abreviação.

Demais

d+

Utilização de símbolo.

Até Mais

t+,té +

Utilização de símbolo.

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Informática - Novidades nas Memórias RAM

Até os pentes de memória estão precisando de refrigeração extra!

Pente de memória RAM à base de água? É isso mesmo, a potência desses componentes anda tão grande que é preciso refrigerá-los com módulos cheios de líquidos.

Por Fernando Daquino em 9/8/2010

O intuito das tecnologias de maneira geral é compor sistemas que saciem a necessidade dos usuários por informações, sejam elas de cunho profissional, educacional ou entretenimento. O desenvolvimento tecnológico computacional é impulsionado pela ânsia das pessoas em adquirirem conhecimentos, a cada dia que passa, em menor tempo.

clip_image002A memória RAM, por ser um dos recursos cruciais para que um computador execute aplicativos com efetividade, tem sido aperfeiçoada constantemente. Mas o foco de desenvolvimento passou da capacidade de armazenamento (memória volátil de 512 MB, 2 GB e assim por diante) para a velocidade de transmissão dos pacotes de bits (medida em frequência, como 400 MHz, 1066 MHz e 1600 MHz).

Esse contexto promove o investimento e desenvolvimento de componentes eletrônicos cada vez mais potentes, como é o caso da Kingston com a sua linha HyperX H2O – pentes de memória com até 6 GB e 2000 MHz. Porém, esse drástico aumento na frequência da troca de dados tem um efeito colateral para o equipamento: o superaquecimento.

Mas como chegamos a especular tanta velocidade de processamento? Quais são as medidas tomadas para que a memória RAM proporcione a potência que desejamos sem danificar a máquina?

O poder dos 512 MB

clip_image004Antigamente, buscávamos notícias do dia ou da semana anterior em jornais e revistas, por exemplo. Com a popularização da internet, começou-se a buscar informações de poucas horas antes. Hoje, esse contexto é ainda mais dinâmico: queremos saber o que está acontecendo agora!

Essa assimilação de conteúdo em tempo real levou as empresas de tecnologia a investir pesado em equipamentos e componentes eletrônicos com maior potência de processamento de dados. Entre eles estão os pentes de memória RAM (Random Access Memory ou Memória de Acesso Aleatória, em uma tradução livre), responsáveis por armazenar temporariamente os dados e arquivos gerados pelos programas executados no PC.

Evolução, algo inevitável

De 4 de julho de 1968 (data de fornecimento da patente a Robert H. Dennard) para cá, o potencial da tecnologia alcançou níveis extremamente elevados. O pente de 72 vias era usado pelo Pentium I e foi o primeiro modelo difundido dessa tecnologia. Posteriormente, surgiu o SDR – que realizavam apenas uma leitura por ciclo em Pentiums II e III. Mais tarde, a memória RAM assumiu o formato DDR, dobrando a quantidade de leituras por ciclo e velocidade de troca de dados.

clip_image006A evolução desse tipo de pente é o chamado DDR2, o qual dobra novamente a capacidade de leitura por ciclo, reduz o consumo de energia, ameniza a interferência de ruídos elétricos e aumenta a frequência do clock. A geração da tecnologia que anda tomando conta do mercado é o DDR3, responsável por transferir dados a uma frequência de 800 a 2400 MHz, economizar cerca de 30% de energia em relação ao seu antecessor e garantir com folga a execução de gráficos e softwares de alta performance.

Como você deve ter percebido, os 512 MB de um pente com 400 MHz eram convenientes há cinco anos, mas hoje essas taxas são precárias e não suprem satisfatoriamente a necessidade de usuários comuns, quem diria a ânsia dos entusiastas e gamers hardcore. Para aprofundar seus conhecimentos e ter informações mais detalhadas de como um pente de memória funciona, quais são seus formatos e aplicações, confira os artigos “Como funciona a memória RAM?”, “O que é memória RAM?” e “O que é DDR?”.

Quando o ar não surte mais efeito

Para acompanhar o aprimoramento dos processadores (os quais hoje chegam a ter quatro núcleos), os pentes de memória ganham cada vez mais agilidade na troca de dados. Esse trâmite de pacotes de bits entre o cérebro da máquina (o processador) e os softwares ativos ocorre de forma extremamente rápida (os modelos DDR3 atingem até 2400 MHz, o que representa, na teoria, 2,4 bilhões de dados enviados por segundo!).

clip_image008É tanta potência que o ar não tem oferecido resultados satisfatórios na refrigeração desse tipo de recurso eletrônico. A saída das fabricantes foi apelar para a água! É o caso da Kingston com a sua nova linha de pentes de memória, a HyperX H2O. Os novos modelos da multinacional contam com um sistema de resfriamento composto de líquidos acoplado ao componente.

Segundo os desenvolvedores, a novidade foi projetada para desempenhar altas velocidades em situações extremas. Além disso, a série de memórias RAM é silenciosa e não perde sua confiabilidade por utilizar um sistema de resfriamento diferenciado.

Sendo assim, ela é ideal para gamers e entusiastas da informática.

clip_image010Neste primeiro momento de lançamento, estão disponíveis três kits: um com 6 GB, triple-channel e frequência de 2000 MHz; e outros dois dual-channel, 4 GB de cache e 2000 ou 2133 MHz. De acordo com os responsáveis pelos HyperX H2O, a temperatura do pente não passa dos 65 graus Celsius, longe dos 85 graus prejudiciais para seu funcionamento.

Divulgação/Kingston

A Kingston ainda oferece garantia vitalícia e suporte técnico 24 horas por dias nos 7 dias da semana. Você nunca teve tanta mordomia, não é mesmo? Se você quiser levar um desses para casa terá que desembolsar de US$ 107 a US$ 235.

Daqui em diante

Podemos observar que o foco de aperfeiçoamento nas tecnologias de memória volátil dos computadores tem sido direcionado não mais para o aumento de armazenamento em cache e sim na velocidade de troca de dados. Com 6 GB, tomando como exemplo um dos produtos da nova linha da Kingston, sua máquina tem capacidade suficiente para rodar os games mais parrudos e programas mais robustos sem titubear.

A tendência daqui para frente é que surjam pentes de memória cada vez mais rápidos, e não “maiores”, como vinha acontecendo até aqui. Entretanto, para usufruir de tanta qualidade e potência de processamento o custo é elevado. Se você está com seu porquinho transbordando e tem o perfil de entusiasta da computação, adquirir um equipamento desse nível é um excelente investimento.

http://www.baixaki.com.br/info/

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SAÚDE - Superbactéria produtora de NDM-1

http://www.news.med.br/p/superbacteria+produtora+de+ndm+1+th-69022.html

Medical Journal - terça-feira, 17 de agosto de 2010

1 - Superbactéria produtora de NDM-1:

The Lancet publica emergência de novo mecanismo de resistência aos antibióticos em bactéria descoberta na Índia

clip_image002O periódico The Lancet Infectious Diseases pesquisou a prevalência1 da enzima2 metalo-beta-lactamase-1 de Nova Délhi (NDM-1) na multiresistência aos antibióticos na Enterobacteriaceae encontrada na Índia, Paquistão e Reino Unido.

A Enterobacteriaceae isolada foi estudada em dois centros da Índia - Chennai (sul da Índia) e Haryana (norte da Índia) – e em laboratórios de referência do Reino Unido. Os pesquisadores avaliaram a susceptibilidade aos antibióticos e a presença do gene blaNDM-1 de resistência ao carbapenem usando técnicas de PCR. Os casos em pacientes do Reino Unido foram revisados procurando evidências de viagens ou admissões recentes em hospitais na Índia ou no Paquistão.

Os autores do estudo identificaram 44 bactérias isoladas com DNM-1 em Chennai, 26 em Haryana, 37 no Reino Unido e 73 em outros locais na índia e no Paquistão. A NDM-1 foi encontrada mais frequentemente nas bactérias Escherichia coli (36) e Klebsiella pneumoniae (111), as quais são resistentes a quase todos os antibióticos, exceto à tigeciclina e à colistina. Muitos pacientes do Reino Unido viajaram para a Índia ou para o Paquistão no último ano ou tiveram algum contato nestes países.

Há um grande potencial da NDM-1 ser um problema de saúde pública e uma vigilância internacional se faz necessária, segundo os cientistas.

Fonte: The Lancet Infectious Diseases – Online First de 11 de agosto de 2010

estadao.com.br, Atualizado: 7/9/2010 1:30

http://estadao.br.msn.com/ciencia/artigo.aspx?cp-documentid=25483923

2 - SUPERBACTÉRIA NDM-1 É CONFIRMADA NO JAPÃO

A enzima NDM-1, que pode tornar as bactérias resistentes à maior parte dos antibióticos, foi confirmada pela primeira vez no Japão. A NDM-1, cujo nome é Nova Délhi metalo-lactamase-1, foi encontrada no corpo de um paciente do Hospital Dokkyo, em Tochigi. O homem, de 50 anos, foi hospitalizado em maio, após uma viagem à Índia. A superbactéria com a enzima NDM-1 já havia sido detectada na Índia, nos Estados Unidos e na Europa. O contágio ocorre em ambientes hospitalares e entre indivíduos.

3 - NOVA ESTIRPE DA SUPERBACTÉRIA

NDM-1 IDENTIFICADA EM FRANÇA

Dados do Instituto Nacional de Saúde francês

24 Ago 2010

image Uma mulher que esteve hospitalizada na Índia e que foi transferida este mês para um hospital francês é portadora de uma segunda estirpe da superbactéria NDM-1, resistente aos antibióticos, noticia a agência Lusa.

Patrice Nordmann, especialista do Instituto Nacional de Saúde e Investigação Médica francês (Inserm), referiu que a mulher foi transferida em meados de Agosto de um hospital do sul da Índia, depois de uma intervenção cirúrgica, para um hospital de província em França, período entre o qual desenvolveu uma infecção urinária. O especialista garantiu, no entanto, que a paciente se encontra bem de saúde.

De acordo com Patrice Nordmann, estas situações vêm confirmar e justificar as medidas anunciadas pelo director-geral de saúde francês, Didier Houssin, que alertou para a necessidade de detectar as bactérias multirresistentes em casos de transferência de doentes de outras unidades hospitalares. “Confirma igualmente que a origem da superbactéria se encontra no subcontinente indiano”, disse ainda o especialista francês.

A nova superbactéria é resistente a quase todos os tipos de antibióticos, incluindo aqueles geralmente reservados para emergências e para o tratamento de infecções multirresistentes.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/nova-estirpe-da-superbacteria-ndm-1-identificada-em-franca

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Emissão de gás carbônico no Brasil

http://www.produtosperigosos.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=2485

Queimadas causam mais de 75% da emissão de gás carbônico no Brasil

As queimadas são responsáveis por mais de 75% da emissão de gás carbônico no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado faz parte da publicação Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010, divulgada nesta quarta-feira (1º).

Ainda segundo o instituto, o Brasil está entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa para a atmosfera.

Segundo o IBGE, especialistas consideram a elevação dos teores de gás carbônico na atmosfera como a grande responsável pela intensificação do efeito estufa.

De 1990 a 1994, o total líquido da emissão de gases do efeito estufa no Brasil aumentou em 8,8%. Já de 2000 a 2005, o incremento foi de 7,3%, mostrando uma desaceleração. Apesar da melhora, a situação ainda é preocupante.

Historicamente, a emissão de gases se deve à queima de combustíveis fósseis para geração de energia. Mas, nos últimos anos, uma prática comum no Brasil tem deixado ambientalistas em alerta: a destruição da vegetação natural, com destaque para o desmatamento na Amazônia e as queimadas no cerrado.

O fogo, de acordo com a publicação, é usado tradicionalmente no país para a renovação de pastagens e preparo de novas áreas para atividades agropecuárias, e essas queimadas são autorizadas por órgãos ambientais, desde que haja controle e manejo do fogo.

Os incêndios florestais, no entanto, correspondem a situações de fogo descontrolado que consomem grandes áreas com vegetação nativa, pastagens e cultivos. Têm origem em queimadas descontroladas e no uso não autorizado do fogo. As queimadas e os incêndios florestais são detectados por satélites, como focos de calor sobre a superfície terrestre. As atividades relacionadas a mudanças no uso das terras e florestas contribuíram com 57,9% do total das emissões líquidas, segundo o IBGE.

Ainda de acordo com o IBGE, os focos de queimadas e incêndios florestais caíram 63% (de 188.656 para 69.702) entre 2007 e 2009. Entre os estados, o Acre teve a maior redução, com queda de 93% (passando de 702 para 49), seguido por Roraima (com queda de 85,4%) e Rondônia (com queda de 84,2%). Os estados onde mais aumentaram os focos de calor no mesmo período foram Sergipe (121,3%, de 94 para 208), Paraíba (56,6%) e Alagoas (41%).

Tanto as queimadas quanto os incêndios florestais destroem, anualmente, grandes áreas de vegetação nativa no Brasil, sendo uma das principais ameaças aos ecossistemas do país. Ocorrem majoritariamente, segundo o IBGE, durante a estação seca, entre maio e setembro no Centro-Sul, e entre janeiro e março no extremo norte.

Regiões de cerrado, que abrangem os estados de Rondônia, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Paraná e Distrito Federal, têm os incêndios naturais como parte de sua dinâmica. Porém, o uso indiscriminado do fogo, como o que temos visto nesses meses, constituem as principais causas do desmatamento nesse tipo de vegetação.

Segundo o IBGE, o cerrado já teve 48,37% de sua área original desmatada. Em números absolutos, o cerrado teve sua cobertura reduzida de 2.038.953 km² para 1.052.708 km², com área desmatada de cerca de 901 mil km² (44,20%) até 2002, e de mais de 986 mil km² até 2008. As Unidades da Federação que possuem maior área de cerrado original são Mato Grosso (17,60%), Minas Gerais (16,37%) e Goiás (16,16%). (Fonte: G1 - 02/09/2010).

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Como fazer para abrir documentos em versões diferentes do Office da Microsoft

Como fazer para que documentos de textos

e apresentações rodem em qualquer computador

Abrir documentos de texto e apresentações em qualquer PC pode ser uma tarefa complicada devido à variedade de formatos existentes. Aprenda agora solucionar este problema!

Por Douglas Ciriaco em 9/8/2010

image Microsoft Office, OpenOffice (e BrOffice), Ashampoo Office, SoftMaker Office e ThinkFree Office são apenas algumas opções de suíte de aplicativos para escritório. Uns são mais completos e outros mais limitados, mas todos com ferramentas essenciais para a criação de textos, planilhas e apresentações de slide.

O mais usado de todos é o Microsoft Office e, portanto, seus formatos de documento acabam também sendo os mais utilizados, suportados inclusive por outros programas que não o da Microsoft. Devido ao destaque alcançado pelo programa, podemos dizer que seus formatos são quase universais.

Office 2007 e os formatos X

Tudo ia praticamente bem até que a Microsoft “inova” e resolve adicionar um X ao formato padrão de seus documentos do Office. Então, o que antes era DOC, PPT e XLS virou DOCX, PPTX e XLSX, o que causou alguns problemas para muita gente, pois nem todo mundo verifica o formato em que salva os documentos e acaba tendo problemas posteriores.

Isso porque além da incompatibilidade entre programas de diferentes desenvolvedores, você encontra problemas do gênero entre versões diferentes do Microsoft Office, pois nativamente as versões 2003  e anteriores não reconhecem os formatos que terminam em X da versão 2007.

Formato livre e outras opções clip_image003

Mas como nem só de Microsoft vive um usuário de computador, existem ainda alternativas aos programas da empresa de Bill Gates. Uma das mais difundidas no mundo é o ODF (OpenDocument Format), um formato livre e de código aberto, que pode ser utilizado por qualquer programa.

O formato varia de acordo com o tipo de documento (ODT para texto, ODS para planilhas e ODP para apresentações de slides) e é padrão para os programas OpenOffice e sua versão traduzida, o BrOffice.

A Microsoft, infelizmente, não trabalha com o ODF em seus programas, o que impede que ele seja utilizado em larga escala. Existem ainda outras opções, como o TMD, formato padrão da suíte SoftMaker Office, mais uma alternativa ao Microsoft Office.

E como resolver isso?

Bem, a resolução deste problema é muito simples. Atualmente, a maioria das suítes de aplicativos para escritório suportam os novos formatos da Microsoft. Porém, para garantir que os arquivos salvos sejam utilizáveis em qualquer programa do gênero, basta um pouco de atenção na hora de salvar seus arquivos.

Como todo e qualquer aplicativo de escritório suporta os formatos antigos da Microsoft, acostume-se a salvar tudo nesses formatos. Agora você aprende a fazer isso nos dois principais aplicativos do gênero, o Microsoft Office e o BrOffice/OpenOffice. É simples e pode ser feito por qualquer um.

Microsoft Office

Se você utiliza a versão 2003 ou anterior não precisa se preocupar com este passo, afinal, o formato padrão do programa é justamente o que procuramos. Para quem usa versão 2007 ou posterior, basta selecionar a opção “Documento do Word 97-2003” na seção “Salvar como” do menu do Office.

image

Se você utilizar o atalho Ctrl + B ou o botão “Salvar” na Barra de ferramentas do programa , basta clicar no campo “Tipo” e selecionar a mesma opção indicada acima, tal qual na imagem a seguir:image

As opções apresentadas aqui valem para qualquer programa do Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint, Access, etc.)

OpenOffice/BrOffice

Se você encontrou no OpenOffice uma alternativa aos preços um tanto quanto salgados do Office da Microsoft, saiba que o processo para salvar nos formatos antigos do programa é bastante simples. Por padrão tanto o OpenOffice quanto o BrOffice salvam nos formados ODF (ODT, ODP, ODS, etc.).

O processo é muito semelhante com o do Microsoft Office: quando for salvar um arquivo pela primeira vez, selecione a opção “Microsoft XXXX 97/2000/XP” na seção “Tipo”, em que XXXX representa o nome do programa (Excel, Word, etc.):

image

 E se eu recebi um documento com formato incompatível?

Se você recebeu um documento nos novos formatos do Microsoft Office e o programa que você utiliza não é capaz  imagede abri-lo, será necessário realizar algumas ações para resolver isso. Primeiramente, se você usa o Office na versão 2003 ou anterior, pode instalar o Microsoft Office Compatibility Pack for Office 2007, que torna todos os novos formatos compatíveis com o programa.

Se você usa uma suíte de aplicativos não compatível com os formatos DOCX, XLSX e PPTX, pode optar por abrir o arquivo no Google Docs e de lá baixar o arquivo novamente, agora em um formato compatível. Outra opção é usar serviços de conversão como o DOCX Convert Office 2007, aplicativo online que permite visualização e conversão dos novos formatos da Microsoft.

Existe ainda outra situação, como  o recebimento de arquivos nos formatos ODF, não suportados pelos aplicativos da Microsoft. Para isso é possível utilizar um conversor online e gratuito de arquivos como o Media-Convert ou então plugins como o Sun ODF Plugin for Microsoft Office que, como o nome deixa bem claro, torna compatíveis o formato ODF e o Microsoft Office.

Link para: Microsoft Office Compatibility Pack for Office 2007 3.0:

http://www.baixaki.com.br/download/microsoft-office-compatibility-pack-for-office-2007.htm

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Passeio 'radioativo' por uma usina nuclear

María Tejero Martín, 3/9/2010

Passeio 'radioativo' pela usina nuclear

O que acontece com uma usina nuclear após seu fechamento?

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EFE

Visitar o interior de uma usina nuclear inativa permite ir além do alerta contra a radioatividade "Proibido beber, comer, fumar, urinar e defecar na zona controlada", diz o cartaz que dá as boas-vindas ao grupo de visitantes nos vestiários da usina de Chooz A, no noroeste da França.

Chooz A é um dos exemplos pioneiros de usinas que estão sendo totalmente desmontadas na Europa. Atualmente, há 145 reatores nucleares operando no continente e 74 fechados, dos quais 69 estão sendo desmontados, dois estão completamente desmantelados e três no estado que se conhece como fechamento seguro.

"O desmantelamento de uma usina nuclear é uma obra de grande envergadura que põe a toda prova a capacidade tecnológica de um país", disse à Agência Efe Carlos Pérez Estévez, diretor da Vandellòs I (Tarragona), a única usina espanhola que começou a ser desmontada.

"Você está entrando em área controlada"

clip_image003São necessárias mais de quatro décadas de desmantelamento para uma usina nuclear construída em cinco anos

Após seu fechamento em 1989 por causa de um incêndio - considerado o incidente nuclear mais grave ocorrido na Espanha -, o desmantelamento de Vandellòs I começou em 1990 sem data clara de finalização, já que somente em 2028 serão iniciados os trabalhos finais para desmontar o reator, após 25 anos em estado de latência.

De volta aos vestiários da Chooz A, vários homens conversam com naturalidade com seus companheiros de trabalho antes de atravessar a barreira que separa a "zona limpa" da restrita, uma cena que seria cotidiana se não fosse por estarem usando cuecas, pantufas de papel e uma valise laranja com o sistema de respiração de emergência.

Curiosidade: no total, são necessárias mais de quatro décadas de desmantelamento para uma unidade construída em cinco anos.

Objetos pessoais do lado de fora!

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Todos os trabalhadores se cobrem da cabeça aos pés para se proteger da radioatividade

Os celulares têm que ficar do lado de fora - são estritamente proibidos dentro das instalações, assim como o resto dos objetos pessoais, inclusive os brincos, se forem grandes, já que "como não se pode cobri-los, se houver algum problema teríamos que fundi-los, mesmo que tenham sido de sua avó", explica o guia.

Do lado de dentro, é preciso se cobrir dos pés à cabeça com uma camiseta, um par de meias soquetes, luvas, um calçado especial similar a uma mistura entre sandálias esportivas e tamancos e um macacão de corpo inteiro.

Apesar de tal desdobramento, Pérez Estévez assegura que, na realidade, "o principal risco que existe em um desmantelamento são os acidentes, já que se trabalha com materiais a alturas consideráveis e se realizam demolições".

Curiosidade: Toda a roupa usada na visita é muito branca, menos o capacete amarelo-limão.

Escombros e resíduos radioativos

clip_image007A limpeza e manutenção dos materiais de trabalho é muito rigorosa

Uma vez abertas as portas da cabine de despressurização, o grupo de visitantes caminha por um túnel que penetra nas instalações, separadas da superfície por uma rocha cuja grossura oscila entre 20 e 60 metros.

A primeira sala abriga a profunda piscina na qual se armazenava o combustível, onde vários trabalhadores cortam peças metálicas em pequenos pedaços que depois serão classificados para seu tratamento.

O visitante tenta encontrar sem sucesso provas visíveis da radiatividade, mas não há nenhum rastro. Nem do reator, pois onde antes se encontrava o poderoso núcleo da usina, agora não resta mais que um grande orifício retangular.

Curiosidade: O interior da central é isolado a vácuo para evitar que a radioatividade saia em caso de escapamento.

Números de impacto #1

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Até o momento, em Chooz A foram geradas 985.400 toneladas de escombros

Até o momento, em Chooz A foram geradas 985.400 toneladas de escombros, das quais 81% não tinham nenhum tipo de radioatividade, enquanto 19% restante (cerca de 185.400 toneladas) precisaram de um tratamento ou armazenamento especial.

Destas últimas, 300 toneladas correspondem a um nível alto de radioatividade e de "longa duração" (cuja radioatividade perdura por mais de 300 anos), ou seja, precisam de um "depósito geológico profundo" permanente.

Números de impacto #2

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Mais de US$ 270 milhões serão necessários para realizar a fase final da desmontagem

O caso de Vandellòs I é diferente. Embora os resíduos de alta radioatividade tenham sido transferidos para a França no início da desconstrução, boa parte dos de nível médio e baixo permanecem na usina em estado de latência, com o que se procura aproveitar a diminuição natural de sua radioatividade.

Mais de US$ 270 milhões serão necessários para realizar a fase final da desmontagem (desmantelamento da gaveta do reator e suas estruturas internas), que se somarão aos cerca de US$ 10 milhões que custou o desmantelamento do Nível 2 e aos quase US$ 4 milhões anuais que serão destinados para manter a latência durante os próximos anos.

Um responsável da Chooz A destaca a importância da reciclagem dos materiais da usina nuclear, que se submetem a limpezas exaustivas para eliminar o menor rastro de radioatividade e outra contaminação deles, embora acrescente, brincando, que não resta outra coisa "a fazer com eles do que facas e garfos".

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Origem de alguns símbolos universais

Conheça a origem dos símbolos universais dos computadores

22 de agosto de 2010 • 12h10 • atualizado às 12h24

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Eles fazem parte do seu dia a dia, mas você não imagina como eles surgiram

Wikerson Landim

Baixaki

Não importa de qual marca seja o seu computador ou em qual país você esteja. Basta bater o olho em certos símbolos para saber imediatamente para o que servem. Assim são os símbolos universais, elementos gráficos que mesmo com leves mudanças no design ainda assim são inconfundíveis.

Mas você pode estar se perguntando: como nasce um símbolo universal? Qual é o significado de cada um deles? O Baixaki foi pesquisar a origem de alguns dos símbolos mais populares, como o Power, o Play e o Arroba. A explicação muitas vezes é tão interessante quanto a simplicidade e eficiência do símbolo em questão.

Arroba - Se você tem mais de 25 anos e se lembra do período antes da popularização da internet vai recordar que o símbolo arroba (@) era uma referência apenas no que diz respeito a uma unidade de medida para pesar animais, como bois e ovelhas.

Porém, foi a partir do momento em que a arroba foi incluída nos endereços de email que ela se tornou popular e um elemento inconfundível. Se a sua origem histórica é incerta, a sua utilização no mundo da informática ocorreu pela primeira vez em 1971.

Foi nesse ano que o programador Raymond Tomlinson teve a ideia de utilizar o símbolo para separar o nome de usuário do nome do terminal de computador. A diferenciação não só funcionou como se tornou esteticamente agradável, sendo adotada como padrão anos mais tarde.

Quase cem anos antes a arroba também era utilizada como um símbolo de taquigrafia. Em termos contábeis o símbolo tinha o mesmo significado da expressão "à taxa de". Apesar de ser visualmente idêntico em todos os países, seu nome varia em muitos lugares. Na França e na Itália, o símbolo é conhecido como "caracol", na China por "ratinho" e na Alemanha é "cauda de macaco".

Bluetooth - Basta olhar para o símbolo do Bluetooth para chegar à conclusão óbvia do que ele representa. Suas formas lembram uma letra "B" estilizada, letra inicial da palavra que representa. Mas por qual razão a tecnologia Bluetooth - que numa tradução direta significa dente azul - tem esse nome?

Para entender o significado precisamos voltar alguns séculos na história. No século X havia um rei na Dinamarca chamado Harald Blatand. Ele era um profundo conhecedor de mirtilos, uma fruta popular em regiões muito frias e que tem uma cor azulada.

Segundo a história, de tanto consumir o fruto um dos seus dentes ficou manchado de azul permanentemente. O símbolo do Bluetooth, que parece com uma letra "B" é, na verdade, o mesmo ícone que Harald usava, com duas runas representando as suas iniciais.

Mas o que isso tem a ver com a tecnologia? O primeiro receptor de Bluetooth tinha o formato de um dente e era azul. O reinado de Harald Blatand uniu diversos povos nas regiões da Noruega, Suécia e Dinamarca. Assim como o Bluetooth, que foi projetado para aproximar pessoas e facilitar o compartilhamento de informações.

Command - A tecla Command pode até não ser familiar para muitos usuários. Mas se você cresceu com um produto da Apple em sua mesa de trabalho, está mais do que familiarizado com ela. Afinal, o que aquele símbolo significa?

A história por trás dela é mais simples e inusitada do que parece. Quando estava sendo desenvolvida, a ideia original é que a tecla Command fosse representada por uma maçã. Steve Jobs ao ver aquilo protestou. Afinal, já havia muitas maçãs espalhadas pela tela.

Assim, a artista Susan Kare foi em busca de outro símbolo condizente com a função e acabou encontrando uma espécie de floral. O símbolo foi achado na Suécia e indicava uma atração de um acampamento. Também conhecido como loop Gorgon, o símbolo se assemelha a uma espécie de loop infinito.

O conceito acabou casando com a proposta da tecla Command, a de servir como um atalho que, combinado com outras teclas, poderia apresentar novas funções, como se deixasse o teclado com "infinitas possibilidades". A tecla é usada até hoje nos computadores da Apple.

Pause - Dois traços contínuos colocados lado a lado na vertical. O símbolo de pausa está presente em diversos equipamentos, de computadores a aparelhos de som e, mesmo não indicando textualmente qual é a sua proposta, visualmente, no contexto das demais teclas, é fácil entender a que ele se destina.

Sua origem e representação são incertas, mas há várias teorias para o seu significado, todas cabíveis e possíveis de serem verdadeiras. Na notação musical, por exemplo, os dois traços indicam um momento de pausa em uma canção.

Já para quem prefere uma explicação matemática, os dois traços indicam também a abertura e a junção de uma conexão elétrica. Outra versão sugere que esta é apenas uma conotação intermediária entre os símbolos de play, forward e rewind.

Play - Assim como o símbolo de pausa, não há uma explicação definitiva para o real significado do play. Um triângulo apontando para a direita pode parecer óbvio como sinônimo de avançar, em especial para o público ocidental, que tem o hábito de leitura da esquerda para a direita.

A única coisa que se pode afirmar é quando eles surgiram e a que se destinavam. Os primeiros decks de rolo de fitas de vídeo adotaram os símbolos de play, pause, rewind e forward para indicar ao operador qual tecla apertar para cada um dos procedimentos.

Pelo jeito, a simplicidade atravessou gerações já que mesmo nos produtos mais modernos ainda não houve uma maneira diferente, mais eficiente e intuitiva de identificar essas funções.

Power - Depois que você ler a explicação do símbolo de power, a primeira reação que terá é: "é tão óbvio, como é que não pensei nisso antes?". Existem centenas de variações do mesmo símbolo, mas ele é basicamente constituído de um círculo e um traço.

Eles representam os números zero e um que, no sistema binário, significam simplesmente ligado (um) e desligado (zero). O símbolo padrão foi estabelecido em 1973 pela International Electrotechnical Comission e tinha como descrição "energia em estado de espera".

Posteriormente, o Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos definiu o símbolo simplesmente como Power, ou força. A notação é utilizada até hoje e apresenta algumas variações, como o círculo cortado ou contínuo, e o traço dentro ou fora do espaço.

USB - O que Netuno, o deus romano dos mares, tem a ver com o símbolo das conexões USB? Criado como parte das especificações da primeira versão do produto, o símbolo do USB foi desenhado para se parecer com o tridente de Netuno.

O artefato tinha como objetivo atingir o inimigo em pontos vitais com a lâmina central e, com as laterais, enfraquecer o poder de penetração. Isso garantia que a arma fosse muito menos letal e mais paralisante do que qualquer outra coisa.

Os desenhistas do símbolo do USB não queriam matar ninguém com sua criação. Na versão deles, as lanças foram substituídas por um quadrado, um triângulo e um círculo. O simbolismo é que um único cabo pode conectar três extremidades distintas.

No caso da tecnologia, o melhor simbolismo é que o padrão pode ser associado aos mais diversos tipos de periféricos, que foi o que realmente acabou acontecendo. Hoje existem dezenas de dispositivos diferentes que podem ser conectados ao PC via USB.

Firewire - Um ponto central recebendo e emitindo sinais para três fontes distintas. Essa é uma explicação rápida para o símbolo de Firewire, também popularizado e de fácil identificação para os usuários mais experientes.

Pois saiba que ele é uma criação de um grupo de desenvolvedores da Apple e nasceu na década de 90, durante a criação desta tecnologia. A ideia era mostrar a possibilidade de alta conectividade com equipamentos de áudio, vídeo e transmissão de dados.

Cada um dos pontos representa um dos tipos de conexão. Quando foi concebido o símbolo era originalmente vermelho. Com o passar dos anos a cor foi alterada para amarelo.

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Eles fazem parte do seu dia a dia, mas você talvez não imagine como eles surgiram.

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 Arroba ou "at" - Na França e na Itália, o símbolo é conhecido como caracol.

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 Bluetooth - Tecnologia foi projetada para aproximar pessoas e facilitar o compartilhamento de informações, o que o símbolo indica.

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 Firewire - Ideia era mostrar alta conectividade com equipamentos de áudio, vídeo e transmissão de dados.

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 Pause - Os dois traços indicam também a abertura e a junção de uma conexão elétrica.

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 Power - Os traços representam os números zero e um que, no sistema binário, significam ligado (um) e desligado (zero).

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 Play - Um triângulo apontando para a direita pode parecer óbvio como sinônimo de avançar, em especial para os ocidentais que leem da esquerda para a direita.

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 USB - O símbolo indica que um único cabo pode conectar três extremidades distintas.

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Command -  Também conhecido como loop Gorgon, o símbolo se assemelha a uma espécie de loop infinito

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Nosso Lar – O Filme

Nosso Lar conta a transição de um médico após a morte

Baseado em livro psicografado por Chico Xavier, filme não alcança grandes voos, apesar de ser o mais caro da história brasileira

iG São Paulo com agências | 02/09/2010 18:54

clip_image002Foto: Divulgação

Cena do filme Nosso Lar, que estreia nesta sexta

Depois da biografia do médium Chico Xavier, lançada nos cinemas em abril passado, chega às telas uma das obras mais famosas psicografadas por ele: Nosso Lar, que estreia em circuito nacional. É uma megaprodução brasileira que aterissa hoje em 435 cinemas nacionais, com 400 cópias. O recorde no país foi o lançamento de 692 unidades de A Saga Crepúsculo - Eclipse, em julho. Se não deu para quebrar essa marca, o longa-metragem chega ostentando um outro número: orçamento de R$ 20 milhões é o maior da história do cinema brasileiro – antes dele, Lula, o Filho do Brasil, que custou R$ 12 milhões, era o recordista.

O filme narra a trajetória do médico André Luiz (Renato Prieto, de Bezerra de Menezes: O diário de um espírito), que depois de morto aprende sobre a vida em outra dimensão. Num rápido flashback, logo depois da morte do protagonista, vemos momentos de sua vida na Terra, a infância, a juventude boêmia e a vida adulta ao lado da mulher e dois filhos pequenos. Isso é apenas uma introdução para o que virá, enquanto ele está numa zona chamada de umbral, uma espécie de purgatório onde padece até pedir misericórdia divina.

As cenas no umbral são os momentos mais pesados do filme, no qual André Luiz, mergulhado em lama, é cercado por gritos e sofrimento. Mas depois ele é resgatado e levado para o Nosso Lar, uma cidade num outro plano, conforme lhe explica Lísias (Fernando Alves Pinto, de Os Inquilinos). Este se torna o melhor amigo do médico e o ajudará em sua jornada para compreender melhor o que está acontecendo consigo e como será sua nova vida.

É Lísias também quem leva André Luiz para conhecer a cidade Nosso Lar, numa espécie de tour onde tudo é muito bem explicado - às vezes, até demais – e conhece a organização "governamental" da cidade, além de lugares importantes, e meios de transporte. A concepção visual de Nosso Lar lembra a de filmes futuristas, com arquitetura repleta de linhas retas e o principal meio de transporte sendo o aerobus, uma espécie de ônibus aéreo, como explica seu nome.

Nosso Lar é a jornada de um homem em busca de sua redenção. Não é necessário conhecer espiritismo ou sua filosofia, pois o filme se preocupa em verbalizar tudo aquilo que é importante, o que muitas vezes acaba tirando a força que a trama poderia ter.

Em Nosso Lar, André Luiz conhece outras pessoas que estão na mesma condição que ele, mas esses personagens não têm uma dimensão mais profunda, são apenas exemplos de diversos tipos de espíritos – cada um reagindo à nova condição. Pouco depois do protagonista, chega à cidade Eloisa (Rosane Mulholland, de Falsa Loura), sobrinha de Lísias e neta de Laura (Ana Rosa), que não se conforma por ter de deixar o noivo, que não morreu.

Eloisa tem a essência da rebeldia, da juventude, do não-conformismo. Enquanto André Luiz segue as regras na esperança de um dia poder visitar sua família ou, ao menos, se comunicar com a mulher e os filhos. A jovem, por sua vez, busca voltar à Terra por seus próprios meios.

Dirigido e roteirizado por Wagner de Assis (A Cartomante), Nosso Lar não ousa levantar voos formais ou temáticos. O objetivo do filme não é recrutar novos adeptos – tampouco questionar, uma vez que conta com o apoio da FEB (Federação Espírita Brasileira). Aqui, a intenção é levar para a tela algumas das histórias do livro homônimo, o que para seu público-alvo deve ser uma verdadeira visão do paraíso, ou melhor, de Nosso Lar.

* Com Reuters e Agência Estado

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Ciência - Grafeno substituirá Silício

http://www.fayerwayer.com.br/2010/02/grafeno-substituira-silicio/

“Grafeno substituirá Silício

Publicado em 07/02/2010 às 4:20 pm por Yeltsin Lima

clip_image002Para quem não sabe, todos as placas que você usa no seu computador são feitas por Silício, tanto que o nome da região onde existem muitas empresas de tecnologia se chama “Vale do Silício”. Infelizmente, o Silício já está ficando obsoleto. Um substituto para ele já está sendo testado. É o grafeno, uma folha planar de carbono, densamente compactado e com espessura de apenas um átomo(1).

Em 2008, ele foi confirmado como o material mais forte que o homem já conseguiu medir. Ele chega a ser 200 vezes mais forte do que o aço estrutural(2), “seria necessário um elefante equilibrado sob uma ponte de lápis, para quebrar uma folha de grafeno”, afirma o pesquisador James Hone. Já existem aplicações práticas do grafeno, como a criação do menor transistor do mundo(3). Só para se ter uma idéia, um transistor normal mede 45 nanômetros, um átomo mede 0,1 nanômetro. O transistor de grafeno mede 1 nanômetro. Apenas 10 vezes maior que um átomo e 45 vezes menor que um transistor normal.

Recentemente (e é recentemente mesmo) em 05 de fevereiro, a IBM apresentou um novo transistor de grafeno (4). Ele alcança uma freqüência de 100 bilhões de ciclos por segundo. Não sabe o que significa, não é? Vamos então resumir com sua velocidade: 100GHz. E, você achava seu computador rápido… A maior vantagem do grafeno está na alta velocidade de propagação dos elétrons.

Se você acha que essa é a velocidade máxima de um chip de grafeno, ledo engano. Pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) afirmaram que um chip de grafeno poderá chegar até a velocidade de 1THz, ou 1.000GHz. Com isso, você não precisa montar super-máquinas, usando mega-dinheiro para qualquer micro-equações. Basta uma máquina, que fará o trabalho de mil, não é fantástico?

Só para não estender muito o post e, criar uma verdadeira enciclópedia aqui. Alguns pesquisadores afirmam que o silício ainda tem 10 anos pela frente. Esse é o tempo em que as pesquisas com grafeno serão estendidas e, evoluir a ponto de realmente estar pronto para substituir o silício. Esperamos que as pesquisas se tornem mais avançadas tanto no exterior, quanto no Brasil. E que o mundo não acabe em 2012.

 Referências

  1. Grafeno – Wikipédia Brasil
  2. Grafeno é confirmado como o material mais forte que existe – Inovação Tecnológica
  3. Menor transistor do mundo é criado com grafeno – Inovação Tecnológica
  4. IBM demonstra novo transistor de grafeno – INFO Online
  5. Chip de grafeno pode chegar a 1THz, diz MIT – INFO Online”  (CIC).

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Dicas de Informática

Documento com formato incompatível

É bastante comum recebermos arquivos com extensões diversas, diferente das diferentes versões da suíte mais popular que se tem notícia, o Microsoft Office que contém os programas Excel, Word, Power Point, etc., e não sabemos como visualizá-los, visto que são incomátíveis com a versão instalada em nossa máquina. A dica de hoje é para que se encontre solução para casos como estes

image Se você recebeu um documento nos novos formatos do Microsoft Office e o programa que você utiliza não é capaz de abri-lo, será necessário realizar algumas ações para resolver isso. Primeiramente, se você usa o Office na versão 2003 ou anterior, pode instalar o Microsoft Office Compatibility Pack for Office 2007, que torna todos os novos formatos compatíveis com o programa.

Se você usa uma suíte de aplicativos não compatível com os formatos DOCX, XLSX e PPTX, pode optar por abrir o arquivo no Google Docs e de lá baixar o arquivo novamente, agora em um formato compatível. Outra opção é usar serviços de conversão como o DOCX Convert Office 2007, aplicativo online que permite visualização e conversão dos novos formatos da Microsoft.

Existe ainda outra situação, como  o recebimento de arquivos nos formatos ODF, não suportados pelos aplicativos da Microsoft. Para isso é possível utilizar um conversor online e gratuito de arquivos como o Media-Convert ou então plugins como o Sun ODF Plugin for Microsoft Office que, como o nome deixa bem claro, torna compatíveis o formato ODF e o Microsoft Office.

Link para baixar o Microsoft Office Compatibility Pack for Office 2007 3.0, gratuitamente:

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http://www.baixaki.com.br/download/microsoft-office-compatibility-pack-for-office-2007.htm

 

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