INQUISIÇÃO (O início da Santa Inquisição) – Parte 2

Fonte: http://demolaychapeco.vilabol.uol.com.br/inquisicao.html (em;31/12/09)

Ordem DeMolay

Capítulo Chapecó n.° 252

 “Introdução

imageVamos conhecer a partir de agora o estudo da Inquisição que tem como história o relato de todos os acontecimentos maléficos promovidos pela Igreja Católica, desde a captura dos "hereges" até a sua morte. Se pararmos para analisar, observaremos que a Inquisição ocorre até os dias de hoje.

Observa-se que muitos países ainda possuem regimes totalitários, a prática da tortura em pessoas, a situação dos numerosos dissidentes políticos e sociais confinados em campos de concentração, o isolamento de milhares de criaturas humanas proibidas de conhecer a história de suas origens e cultura, a miséria espiritual de homens condenados ao silêncio e a incomunicabilidade, o recrudescimento (agravamento, exacerbação) do racismo mascarado em novas ideologias que, entre outras coisas, fazem parte da realidade do mundo de hoje, e podemos buscar na Inquisição o seu mais perfeito modelo.

Há algumas décadas, mais de trinta milhões de pessoas foram dizimadas em poucos anos durante a Segunda Guerra Mundial. O Japão foi destruído com a explosão das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki; no Vietnã muitas pessoas também morreram durante o conflito desse país com os Estados Unidos.

A Inquisição teve início com o estabelecimento dos Tribunais do Santo Ofício da Inquisição nos países da Espanha e Portugal. Durante muitos séculos esta Instituição poderosa, procurou "hereges" nos reinos e nas colônias, homens e mulheres de diferentes classes sociais por não crerem, pensarem, ou se comportarem de forma diferente dos padrões e regras impostas pela Igreja Católica.

Conceito de Heresia

Em fins do século XVIII, a Igreja Católica sentiu-se ameaçada por uma série de críticas feitas aos dogmas sobre os quais se apoiava a Doutrina Cristã. Essas críticas e dúvidas sobre a verdade absoluta da mensagem da Igreja aumentaram, e os indivíduos que partilhavam dessas idéias contestadoras da doutrina oficial do catolicismo eram chamados de hereges.

A palavra herege origina da palavra grega "hairesis" e do latim haeresis e significa doutrina contrária ao que foi definido pela Igreja Católica em matéria de fé. No que diz respeito propriamente ao conceito de heresia, foi aceita a definição do teólogo medievalista M. D. Chenu, de que herege é "o que escolheu'', o que isolou de uma verdade global uma verdade parcial, e em seguida se obstinou na escolha. A heresia é uma ruptura com o dominante e ao mesmo tempo é uma adesão a uma outra mensagem. É contagiosa e em determinadas condições dissemina-se facilmente na sociedade. Daí o perigo que representa para a ordem estabelecida, sempre preocupada em preservar a estrutura social tradicional.

No fim do século XV, isto é, no início da época moderna, foi criada na Espanha uma instituição, que se inspirou nos moldes das que haviam funcionado na Europa durante a época medieval: O Tribunal do Santo Ofício da Inquisição. O caráter cruel e desumano de seu funcionamento talvez não tenha precedentes na história da civilização, até o surgimento do nazismo no século XX. Há, contudo, um fato importante que deve ser cuidadosamente anotado para que possamos entender o complexo fenômeno da perseguição às heresias na Espanha e Portugal: a palavra "heresia" adquiriu com o tempo diversas conotações, e para os inquisidores portugueses tinha um sentido muito definido e específico, que estava registrado em seus regimentos. Diz textualmente o Regimento da Inquisição de 1640, no Livro III, p.151: "contra os hereges e apóstolos que, sendo cristãos batizadores, deixam de ter e confessar nossa fé católica". E também contra os indivíduos "que confessam nela" ( na Inquisição ) "as culpas de judaísmo, ou de qualquer outra heresia ou apostasia". É, pois o português batizado, descendente de judeus convertidos ao catolicismo e praticante secreto do judaísmo, um herege perante a Igreja Católica em Portugal.

A Inquisição Medieval

O aumento das contestações aos dogmas da Igreja na Europa Ocidental levou o Concílio de Verona, em 1814 a nomear bispos para visitarem duas vezes por ano as paróquias suspeitas de heresia. Havia um Regimento especial que norteava o trabalho desses "fiscalizadores de idéias" e os bispos o título de Inquisidores Ordinários. A Inquisição medieval foi produto de uma longa evolução durante a qual a Igreja e o Papado sentiam-se ameaçados em seu poder. Mas para que a caça aos hereges surtisse efeito era necessário o apoio do Estado, dos soberanos temporais, o que mostra a implicação política dessas perseguições, principalmente numa época em que a Igreja e o Estado estavam unidos.

As heresias medievais pondo em dúvida os dogmas do catolicismo e a infalibilidade da Igreja abalavam o poder e a força da Santa Sé. Além da cruzada religiosa empreendida contra os hereges nos séculos XII e XIII está também a luta contra a ameaça ao poder.

Apesar do controle da Igreja, não foi possível conter a difusão das heresias, principalmente dos cátaros ou albigenses (Indivíduo dos albigenses, membros de uma facção da seita dos cátaros, que professavam doutrina maniqueísta, pregavam a austeridade e a não-violência, tendo surgido no S. da França no séc. XI, e sido exterminados no séc. XIII), contestadores dos dogmas a Igreja e que no sul da França constituíram-se numa espécie de Igreja contra a Igreja de Roma. Medidas severíssimas foram tomadas pela Santa Sé, e os eclesiásticos especialmente enviados aos lugares "infectos" constituíram a chamada "Inquisição delegada". A "Inquisição delegada" foi criada pelo papa Gregório IX, que se tornou-se governador e dirigente principal da luta contra os apóstatas (Que ou quem cometeu apostasia. Apostasia=Separação ou deserção do corpo constituído (de uma instituição, de um partido, de uma corporação) ao qual se pertencia. Abandono da fé de uma igreja, especialmente a cristã). Domingos de Gusmão, criador da Ordem dos Dominicanos organizou em 1219 uma confraria chamada "milícia de Jesus Cristo". Os membros da milícia de São Domingos foram os primeiros a utilizar e aplicar técnicas de crueldade e violência, que foram copiadas nos séculos XVI, XVII e XVIII pela Inquisição moderna. A inquisição medieval exterminou comunidades inteiras, dizimou populações e queimou milhares de indivíduos.

Através da ideologia do catolicismo, a Igreja oferecia aos seus fiéis, na Idade Média como hoje, uma mensagem de salvação, de vida eterna, que poderia ser alcançada através da crença em Jesus Cristo. O ideal da Igreja era manter a unidade da doutrina, que nesse tempo ainda se encontrava fraca para manter as dissidências. O problema do bem e do mal, da natureza humana e da Igreja, sobre a própria conduta da vida e sobre o fim do homem.

A Inquisição medieval e a Inquisição moderna ( principalmente Espanha e Portugal ) apoiavam-se em bases comuns: a delação, a denúncia, os "rumores".

A Inquisição penetrou em muitos países, inclusive na Europa Oriental, mas teve mais força e eficácia na Europa Ocidental, principalmente no sudeste da França.

Em 12 de maio de 1314 dá-se o primeiro auto-de-fé e seis indivíduos acusados de heresia foram queimados. Já em Valência houve um auto que se tornou célebre, pois foram queimados vinte e cinco pessoas que não quiseram arrepender-se, abjurar-se de suas crenças e confessar que a Igreja estava certa. À medida que as heresias alastravam-se, o herege passou a ser visto como uma perigosa ameaça e como um traidor de Deus. Então percebemos que a Igreja Católica funcionava como uma espécie de "empresa", com uma determinada ordem e hierarquia, estabelecendo sua organização, suas leis, suas regras punitivas e suas promessas de gratificação. Já os infratores das regras eram punidos com: a excomunhão, o confisco de todos os seus bens, o exílio, a prisão perpétua, os açoites e até a sua morte na fogueira.

Com a centralização do poder, no final do século XV, os judeus, apesar de numerosos e influentes, nunca tiveram o domínio político sobre a Espanha, como os mouros e viviam no território hispânico muito tempo antes destes. Suas origens remontavam ao período antes de Cristo e existem na Espanha lápides mortuárias com inscrições em hebraico datadas do século III d.C.

A maneira diferente como judeus e árabes trajavam-se, suas leis dieléticas, suas ocupações sócio-profissionais específicas, seus costumes nunca foram considerados ou mencionados como delitos, nem as diferenças culturais vistas com desconfiança. Os judeus freqüentavam as festas religiosas e os batismos dos seus cristãos e estes eram convidados para as cerimônias das crianças judias. Já os cristãos convidavam judeus para entoarem suas ladainhas durante o sepultamento de seus familiares, e os casamentos mistos também.

O IV Concílio de Latrão, reunido em 1215, determinou que todos os judeus usassem obrigatoriamente um distintivo, para que não fossem confundidos com os cristãos. Nem em Portugal, nem na Espanha esta ordem foi cumprida. A liberdade e tolerância que desfrutaram durante tão longo período sob a bandeira árabe permitiu o desenvolvimento amplo de suas potencialidades, e os judeus alcançaram posições de grande prestígio, tanto na área política como na econômico-financeira. Seu estilo de vida comparava-se ao das classes aristocráticas.

O avanço dos conhecimentos de arte náutica, a expansão marítima e o desenvolvimento do comércio foram fatores que levaram ao amadurecimento de uma classe média, ansiosa de participar nos lucros e de ascender socialmente. O confronto desta burguesia cristã com a já sedimentada e tradicional burguesia judaica foi explorado pelas facções do poder, principalmente a Igreja, que procurava liderar uma intensiva propaganda anti-judaica, responsabilizando os judeus por todos os males que afligiam a nação. No decorrer do século XIV, gradativamente, aumentaram os pedidos de restrições as atividades aos judeus. Para escaparem da morte os judeus procuravam voluntariamente o batismo.

A partir disso, dá-se início a uma política racista que procurava justificativas acusando todos os conversos de serem falsos cristãos, mas que na verdade nasceu do conflito entre a burguesia cristã-velha e a burguesia cristã-nova. Não eram raros.

Essa política disseminou contra os conversos, dando origem aos "estatutos de pureza de sangue", segundo o qual nenhum descendente de judeu e mouro, até a sexta ou sétima geração, podia pertencer às corporações profissionais, cursar nas universidades, ingressar nas ordens religiosas ou militares ou ocupar qualquer posto oficial. O fato de terem sido as corporações profissionais as primeiras instituições a adotar os estatutos de pureza de sangue, e não a Igreja, mostra claramente que se tratava de um problema social, mesmo que tivesse envolvimento religioso.

O Tribunal da Inquisição na Espanha foi criado com o objetivo extirpar a heresia judaica e eliminar os conversos suspeitos de a praticarem, acusados de estarem contagiando a sociedade espanhola. O Tribunal da Inquisição espalhou-se por todas as cidades da Espanha dentre elas podemos citar Granada, Castela, Aragão, Sevilha, Catalunha e Valência. Tudo isso foi feito pela ordem do inquisidor geral Tomás de Torquemada, chefe do mosteiro dominicano de Santa Cruz em Segóvia.”

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DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...

Recebi, como comentário anexo ao meu blog a denúncia que se segue:

Nota: Saliento que estou disposto a publicar qualquer tipo de denúncia que possa elucidar alguma espécie de crime, qualquer coisa que possa ajudar alguém  ou grupo pessoas. Quem tiver algum interesse é só me comunicar pelos endereços: antromsil@hotmail.com, antromsil@gmail.com.br, antromsil@yahoo.com.br e antromsil@ig.com.br. 

"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!"  Otoniel Ajala Dourado

 

O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

 
No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato "JOSÉ LOURENÇO", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre Cícero Romão Batista.

 

O CRIME DE LESA HUMANIDADE

 
O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como se fossem juízes e algozes.

A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que: a) seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade, c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história, d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

 

A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

A Ação Civil Pública inicialmente foi distribuída para o MM. Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal na cidade de Juazeiro do Norte/CE, e lá chegando, foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009.

 

AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife, com os seguintes argumentos: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão, é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta no ano de 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007;

 

A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

A SOS DIREITOS HUMANOS, a exemplo dos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão.

 

QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem encontrar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes procurados na Chapada do Araripe mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?

 

COMISSÃO DA VERDADE ATRAVÉS DO PROJETO CORRENTE DO BEM

A SOS DIREITOS HUMANOS solicita apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, também que o internauta divulgue esta notícia em seu blog, e o envie para seu representante na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal que informe a localização da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão.
Paz e Solidariedade,”

 
Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197 – 8719.8794
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br “

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Mensagens de Natal

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RecadosOnline - Mande também mensagens de Natal para seus Amigos


Caros amigos visitante do blog Pa-Rumão.

Que as bênçãos de Deus sejam dadas para todos nós neste Natal de 2009.

Rogo a Deus, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo seu Amado Filho, que nos ilumine com as luzes do amor sincero e fraterno e que ajudados por Seus Divinos Prepostos possamos igualmente irradiar esses maravilhosos lumes sobre os nossos semelhantes.
Paz e harmonia para todos. Que assim seja!
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O INÍCIO DA INQUISIÇÃO – 1ª parte

Achei na rede

Bastante elucidativo o ensaio que se segue porque mostra em detalhes alguns aspectos da temível Santa inquisição instituída pela Igreja Católica Apostólica Romana na Idade Média que, com a desculpa de combater várias heresias que punham em causa a legitimidade tanto do poder eclesiástico como do poder civil, cometeu toda espécie de crime hediondo que se possa imaginar em toda sua história em nome da fé.

antromsil

O início da Santa inquisição

“clip_image001Em uma época em que o poder religioso confundia-se com o poder real, o Papa Gregório IX*, em 20 de abril de 1233 editou duas bulas que marcam o início da Inquisição, instituição da Igreja Católica Romana que perseguiu, torturou e matou vários de seus inimigos, ou quem ela entendesse como inimigo, acusando-os de hereges, por vários séculos. A bula "Licet ad capiendos", a qual verdadeiramente marca o início da Inquisição, era dirigida aos dominicanos, inquisidores,  e era do seguinte teor: "Onde quer que os ocorra pregar estais facultados, se os pecadores persistem em defender a heresia apesar das advertências, a privar-los para sempre de seus benefícios espirituais e proceder contra eles e todos os outros, sem apelação, solicitando em caso necessário a ajuda das autoridades seculares e vencendo sua oposição, se isto for necessário, por meio de censuras eclesiásticas inapeláveis"

No mesmo ano, foi nomeado inquisidor da região de "Loira",  Roberto el Bougre, que com saques e execuções em massa, logo após dois anos foi promovido a responsável pela inquisição em toda a França. Em 1252, o Papa Inocêncio IV editou a bula "Ad extirpanda", a qual institucionalizou o Tribunal da Inquisição e autorizava o uso da tortura. O poder secular era obrigado a contribuir com a atividade do tribunal da igreja.

Tribunal da Inquisição, Goya

Nos processos da inquisição a denúncia era prova de culpabilidade, cabendo ao acusado a prova de sua inocência. O acusado era mantido incomunicável; ninguém, a não ser os agentes da Inquisição, tinha permissão de falar com ele; nenhum parente podia visitá-lo. Geralmente ficava acorrentado. O acusado era o responsável pelo custeio de sua prisão.

O julgamento era secreto e particular, e o acusado tinha de jurar nunca revelar qualquer fato a respeito dele no caso de ser solto. Nenhuma testemunha era apresentada contra ele, nenhuma lhe era nomeada; os inquisidores afirmavam que tal procedimento era necessário para proteger seus informantes.

A tortura só era aplicada depois que uma maioria do tribunal a votava sob pretexto de que o crime tornara-se provável, embora não certo, pelas provas. Muitas vezes a tortura era decretada e adiada na esperança de que o medo levasse à confissão.

A confissão podia dar direito a uma penalidade mais leve e se fosse condenado à morte apesar de confesso, o sentenciado podia "beneficiar-se" com a absolvição de um padre para salvá-lo do inferno.

A tortura também podia ser aplicada para que o acusado indicasse nomes de companheiros de heresia. As testemunhas que se contradiziam podiam ser torturadas para descobrir qual delas estava dizendo a verdade.  

Não havia limites de idade para a tortura, meninas de 13 anos e mulheres de 80 anos eram sujeitas à tortura. As penas impostas pela inquisição iam desde simples censuras (leves ou humilhantes), passando pela reclusão carcerária (temporária ou perpétua) e trabalhos forçados nas galeras, até a excomunhão do preso para que fosse entregue às autoridades seculares e levado à fogueira.

Castigos esses normalmente acompanhados de flagelação do condenado e confiscação de seus bens em favor da igreja (é claro! – observação minha). Podia haver privação de herança até da terceira geração de descendentes do condenado.

Obrigação de participar de cruzadas também foi pena durante o século XIII. Na prisão perpétua, considerada um gesto de misericórdia, o condenado sobrevivia a pão e água e ficava incomunicável. Nem o processo nem a pena suspendiam-se com a morte, pois a inquisição mandava "queimar os restos mortais do herege e levar as cinzas ao vento", confiscando as propriedades dos herdeiros. Havia também, muito comum na inquisição portuguesa e na espanhola, a execução em efígie, onde era queimada a imagem do condenado, quando este fugia e não era encontrado. Livros também eram levados à fogueira.

O inquisidor Nicolau Eymerich, em 1376, escreveu o "Directorium Inquisitorum" (Manaul dos Inquisidores), onde encontramos conceitos, normas processuais a serem seguidas, termos e modelos de sentenças a serem utilizadas pelos inquisidores:

HEREGE

ÀS AUTORIDADES CIVIS

SENTENÇA DE ABSOLVIÇÃO

EXPIAÇÃO OU PURGAÇÃO

INTERROGATÓRIO (TORTURA)

ABJURAÇÃO (LEVE SUSPEITA)

ABJURAÇÃO (GRAVE SUSPEITA)

ABJURAÇÃO (VIOLENTA SUSPEITA)

CONDENAÇÃO HEREGE PENITENTE RELAPSO

CONDENAÇÃO HEREGE IMPENITENTE NÃO RELAPSO

Fontes: - Historia de la Inquisicion, I.Grigulevich, Ed.Progresso, 1976

- A História da Civilização, Will Durant, vol. VI, Ed. Record, 2ªed., 1957

- Mirador Intarnacional, Ed. Milano, 1970

CONDENAÇÕES HISTÓRICAS| HOME PAGE | LINKS |DIREITO”

* O Papa Gregório IX, nascido Ugolino di Anagni (Anagni, c. 1160 — Roma, 22 de Agosto de 1241) foi Papa de 1227 a 1241.

Filho do conde de Segni e parente do Papa Inocêncio III, estudou direito em Paris e Bolonha. Feito cardeal em 1198, tornou-se cardeal-bispo de Óstia em 1206. Foi um importante incentivador dos dominicanos e dos franciscanos, tendo sido amigo pessoal do próprio São Francisco.

Organizou a Inquisição Pontifícia com o objetivo de reprimir as heresias, com a promulgação da bula "Licet ad capiendos" em 20 de abril de 1233. Canonizou são Francisco de Assis, são Domingos de Gusmão e santo António de Lisboa. Fundou a Santa Inquisição. Está sepultado na Basílica de São Pedro, na Cidade do Vaticano”.

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CORRENTES E REPASSES DE E-MAIS – DEVEMOS ACREDITAR?

Proliferam na internet as chamadas correntes de oração, simpatias, fetiches e superstições as mais variadas que se pode imaginar incitando as pessoas a cultivar esses hábitos, talvez até pensando que estão fazendo o bem e dando o melhor de si.

As pessoas que criam essas tais correntes podem até ter boas intenções, não duvido, mas estão equivocadas e induzindo os outros a pensarem o mesmo e igualmente se enganarem, pois, não é com belas e longas ladainhas que se consegue as graças de Deus; não são simpatias suscitadas de superstições, nem os fetiches ou coisa semelhante que nos conduzirão à concretização dos nossos objetivos. Coloquemos em nossas cabeças que a felicidade não é deste mundo e estamos aqui para expiarmos as nossas culpas e sermos provados, dando cumprimento aos propósitos do Criador.

Pessoas incautas e ingênuas se deixam embair com inventivas promissões de se conseguir o que deseja simplesmente fazendo um ato mecânico de espalhar mensagens pela internet, mensagens estas que, diga-se de passagem, muitas vezes encerram conteúdos edificantes e às vezes um elevado senso moral, reconheçamos, mas, repassá-las não significa que estamos merecendo receber esta ou aquela dádiva divina. "Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará."

Não resta dúvidas de que o homem deve orar sempre ao seu Senhor, que o poder da oração é imensurável, desde que se tenha fé. Que a oração deve estar presente em todos os nossos atos, que oremos não só para nós, mas em favor de todos os nossos semelhantes, numa atitude de amor e caridade, notadamente àqueles mais necessitados.

Precisamos compreender que a oração que atualmente fazemos, carece ser revista e modificada, adaptada à nossa realidade de habitantes de um mundo de provas e expiação, que se encontra no limiar de um novo tempo em que ascenderá a mundo de regeneração, uma nova mentalidade, onde espíritos mais evoluídos cumprirão os desígnios da Providência.

Por causa das nossas imperfeições que nos entravam o entendimento e o progresso espiritual, as nossas rezas têm sido bastante egoístas porque geralmente só pedimos o que é bom para nós e os nossos familiares mais próximos. Pedimos saúde, prosperidade, conforto, felicidade e paz e realmente não nos é vedado pedir e nem anelar o que nos é conveniente, o que mais nos agrada. Porém, para a nossa atual fase de evolução, estamos pedindo demais, solicitando graças inalcançáveis, posto que ainda não fazemos por merecer. E outra coisa, queremos pra ontem, o que é impossível de conciliar, pois, quem pede, pede chorando, mas para quem dá, carece vontade.

Não temos entendimento bastante para pedir humildade, paciência, abnegação e forças para lutar contra nossa má índole, para suportar as nossas vicissitude se sem lamentação, para aprender a perdoar as ofensas, para amar os inimigos, para resistir as tentações e, numa palavra, fazer uma íntima reforma e mudar para melhor, porque quando formas capazes de agir assim nossos pedidos serão atendidos com maior freqüência pelo nosso Pai Celestial.

Dito isto, não nos esqueçamos de orar e trabalhar, lutar pelos nossos ideais, não somente pedir e esperar que "caia do céu" miraculosamente, que a graça venha de graça, sem nenhum esforço de nossa parte, o que evidentemente não tem nenhum valor meritório. Peçamos com humildade, com fé e esperança, conforme orientação de Nosso Senhor Jesus Cristo constante nos textos evangélicos que se seguem.


"QUALIDADES DA PRECE

1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que, afetadamente, oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. – Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. – Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em secreto; e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa. Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vós torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lho peçais. (S. MATEUS,6:5 a 8.)"
(Grifo nosso).

PEDI E OBTEREIS

2. Quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe os vossos pecados. – Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos ceús, também não vos perdoará os pecados. (S. MARCOS, 11:25 e 26.)

3. Também disse esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro. – O fariseu, conservando- se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo.O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador. Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (S. LUCAS, 18:9 a 14.)" (Kardek, Alan - O Evang. Segundo o Espiritismo – p 474- FEB – Rj).

"AJUDA-TE A TI MESMO, QUE O CÉU TE AJUDARÁ

1. Pedi e se vos dará; buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá; porquanto, quem pede recebe e quem procura acha e, àquele que bata à porta, abrir-se-á. Qual o homem, dentre vós, que dá uma pedra ao filho que lhe pede pão? – Ou, se pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? – Ora, se, sendo maus como sois, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, não é 1ógico que, com mais forte razão, vosso Pai que está nos céus dê os bens verdadeiros aos que lhos pedirem?(S. MATEUS, 7:7 a 11.)

2. Do ponto de vista terreno, a máxima: Buscai e achareis é análoga a esta outra: Ajuda-te a ti mesmo, que o céu te ajudará. É o princípio da lei do trabalho e, por conseguinte, da lei do progresso, porquanto o progresso é filho do trabalho, visto que este põe em ação as forças da inteligência. (...)." (Kardek, Alan - Ev. Seg. o Espiritismo, PP 455 e 456 – FEB-Rj.)

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CRENÇA V – POSTULADOS BÍBLICOS

A GÊNESE II

Como se pode depreender de uma interpretação racional, surgem aí, logo nos capítulos iniciais da Gênese, as primeiras afirmações contrárias aos atributos da Divindade de Deus, quando se lhe conferem deficiências inerentes ao homem, tais como: iludir, quando diz para o homem não provar do fruto da árvore da ciência do bem e do mal para que não morressem e mentir, ao ser contradito pela astuciosa serpente que os fez ver que foram enganados, porque não morreram e ainda por cima despertaram de uma espécie hipnose induzida, descobrindo sua nudez, conforme Gn 3: 1-7.

Agora eu pergunto: Por que a serpente teria se rebelado contra o seu próprio criador a ponto de desmenti-lo. Teria sido ela também orientada a não provar do fruto proibido antes do homem? Por que ela, cujos descendentes são animais irracionais, detinha tanto saber, comparada com o homem recém formado? São apenas conjeturas e nunca poderemos matar a curiosidade de conhecer o que de fato aconteceu, se é que aconteceu e foi mais ou menos assim.

Lá mais na frente, quando a serpente, Adão e sua mulher receberam o castigo pela infração cometida, encontramos no cap 3,vers. 21, o seguinte: “O Senhor Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu”. Mas, pele de quê, se não temos notícia que algum bicho tenha sido sacrificado mesmo para a alimentação do homem e até porque este não tinha ainda uma consciência livre. Há poucos dias da criação não dava tempo para que a bicharada se multiplicasse, a não ser que logo no princípio das coisas alguém quisesse extinguir espécies animais.

Ainda no cap. 3, vemos no versículo 22 o seguinte enunciado:

“E o Senhor Deus disse: “Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal. Agora, pois, cuidemos que ele não estenda a sua mão e tome também do fruto da árvore da vida, e o coma, e viva eternamente.” (*)

Ora, já não era mais um deus único, pois, este se dirigia a outro ou outros deuses, conforme se vê no texto acima, com o uso do pronome na segunda pessoa do plural.

A árvore colocada no centro do jardim não era a única que tinha poderes extraordinários; eram duas: a árvore da vida e a árvore da ciência do bem e do mal. (Gn 2:9; 3:24). Entretanto, se talvez o homem tivesse acidentalmente comido do fruto dessa outra árvore seria igual a um deus de acordo com o mesmo versículo e somente após este episódio, Deus, segundo o próprio texto, tomou as providências quanto à preservação da outra, agora guarnecida por Querubins armados, demonstrando ser um deus descuidado visto que não havia admoestado o homem a respeito.

Vejamos agora o surgimento da primeira família de que se tem notícia, embasados nos textos sagrados.

O primogênito, no Antigo Testamento, era o herdeiro natural da bênção do pai. Era, por assim dizer, o preferido, o privilegiado. Porém, no caso de Caim que foi o primeiro rebento do casal Adão e Eva, apesar disto, o Senhor o preteriu em favor de Abel que lhe ofereceu oblação mais agradável. Quer dizer, houve uma espécie de discriminação por parte do Senhor, partindo do pressuposto de que todos os humanos são iguais aos Seus Olhos.

Outra incongruência ainda mais desconcertante no capítulo 4, nos versículos 11-17 (onze a dezessete), quando Deus chama Caim à prestar contas de seu irmão recém assassinado, este reclama do seu castigo demasiado severo, porque foi expulso e amaldiçoado, condenado a viver errante sobre a terra e temia ser assassinado por quem primeiro o encontrasse.

“Mas o Senhor lhe disse: “Não! Mas aquele que matar Caim será punido sete vezes”. O Senhor pôs em Caim um sinal, para que, se alguém o encontrasse, não o matasse”. (Gn 4:15) Mas quem iria matá-lo, se somente existiam ele, sua mãe e seu pai? Por que o medo?

Após este episódio Caim retirou-se e foi habitar a região de Nod, ao norte do jardim do Éden, onde conheceu sua mulher, (possivelmente uma macaca, se levarmos em consideração a interpretação literal) e com ela gerou Henoc. Daí para frente nada interessa ao nosso estudo até o final do capítulo, a não ser o fato de que Deus criou dois seres cuja espécie já existia em abundância na Terra, o que nos dá elementos para afirmar que: o sistema está errado ou foi modificado por alguém; ou pode ainda ter sido mal traduzido; pode também haver sido copiado da tradição de um povo qualquer da antiguidade e, acredito ser esta a hipótese mais provável.

(*) Quanto à questão, poder-se-ia argumentar afirmando tratar-se das três pessoas da Santíssima Trindade, Pai, filho e Espírito Santo, para justificar a referência que o Criador faz quando articula o pronome “Nós”. Entretanto, é do conhecimento de todos os estudiosos do assunto, que A Santíssima Trindade é um dogma da Igreja Católica que o instituiu oficialmente em sua doutrina por ocasião do II Concílio Ecumênico Católico de Constantinopla (Bizâncio), sendo este o primeiro a se realizar nesta cidade, no papado de São Dâmaso I, que não esteve presente no evento, mas que o aprovou em seguida.

Fonte: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlios_ecum%C3%A9nicos

“2º São Dâmaso I Constantinopla I Maio a Julho de 381 - A divindade do Espírito Santo - Wikipédia.

2º Concílio de Constantinopla I (381)

Após a controvérsia sobre a divindade do Logos, os cristãos se voltaram para a do Espírito Santo: houve quem professasse ser o Espírito Santo mera criatura. O arauto principal desta tese foi Macedônio, bispo de Constantinopla; donde o nome de Macedonismo ou Pneumatomaquismo que Ihe foi dado. O lmperador Teodósio (379-395), zeloso da reta fé, houve por bem convocar novo Concílio Ecumênico desta vez para Constantinopla. Esta assembléia reuniu-se de maio a julho de 381. Firmou três decisões principais:

1) O Espírito Santo é Deus, da mesma substância que o Pai e o Filho. Em conseqüência, o Símbolo de fé Niceno foi completado com as palavras:

“Cremos no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, que é adorado e glorificado com o Pai e o Filho e que falou pelos Profetas”.

2) Foram condenados todos os defensores do arianismo sob qualquer das suas modalidades.

3) A sede de Constantinopla ou Bizâncio foi atribuída uma preeminência sobre as demais logo após a de Roma, pois Bizâncio era considerada “a segunda Roma”.

O Concílio de Constantinopla I não contou com a presença do Papa ou de algum legado deste. Todavia foi reconhecido explicitamente pela Sé de Roma a partir do século VI, no que concerne às suas proposições de fé (divindade do Filho e do Espírito Santo).”

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INFORMAÇÃO IMPORTANTE

Aviso aos interessados!

Começa no dia 7 de novembro próximo, as aulas para a segunda turma do curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, nas Faculdades INTA.

 

Maiores informações no site www.inta.edu.br, ou pelos fones:

(88) 3614-3232 e 9625-8313 (Profª Elisa Angélica)

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COISAS INEXPLICÁVEIS - A SORTE

O que dizer do fato de algumas pessoas serem mais bem mais sucedidas do que outras, sendo que em alguns casos, o menos sortudo é mais preparado, por assim dizer, do que este? Isto acontece freqüentemente com gente que conhecemos, inclusive na mesma família.

Pessoas há que passam a vida trabalhando no mesmo tipo de serviço, ganhando o mesmo salário e uns ascendem profissionalmente ou acumulam haveres sem que outro ou outros de seus colegas galgam alguma posição melhor ou consiga juntar alguns trocados de seu numa poupança, amealhar bens ou mesmo ter uma vida menos sofrida, operando sempre no vermelho, endividado, doente ou repleto de problemas os mais complexos possíveis.

Não resta nenhuma dúvida de que encontramos os mais variados tipos de conduta entre os humanos e nesse amálgama de comportamento há os perdulários, os ébrios, os jogadores, os boêmios..., em suma, todos os matizes da degradação moral que influem diretamente na vida e no progresso humano.

Mas, estou me referindo à gente que se pode incluir no rol dos normais, conforme os padrões aceitáveis pela nossa sociedade. Aqueles que podemos incluir entre os homens de bem, probos e cônscios de seus deveres e obrigações, aqueles de moral ilibada.

Essas ocorrências ocultas sob o véu da obscuridade que nem a filosofia, a religião e a ciência foram capazes de desvendar e nem sequer emitir uma opinião convincente, porque, se existem tratados a respeito do assunto, eu desconheço.

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CRENÇA IV - POSTULADOS BÍBLICOS

A GÊNESE

Continuando o nosso estudo sobre as crenças e dissertando (discorrendo) um pouco mais sobre alguns postulados bíblicos, analisemos agora o surgimento do homem na Terra, de acordo com o que todo mundo cristão adota e aceita de modo inconteste.

O homem extremamente orgulhoso que é, quis, por sua vontade, ser o privilegiado da criação, e por sua vez, criou um deus à sua imagem e semelhança, cheio de todos os defeitos que lhe são apanágio. Um deus ciumento e irascível, pleno de todas as imperfeições humanas, como veremos a seguir.

A Gênese, o primeiro livro do Pentateuco (conjunto dos cinco primeiros livros iniciais da Bíblia Sagrada), inicia com a descrição das origens da criação, oportunidade em que Deus criou toda sua obra e descansou ao 7º dia. Mas, eis que, depois de haver criado tudo e inclusive o homem e a sua companheira, e haver ordenado que estes crescessem e se multiplicassem e se assenhoreassem de tudo que estava sob as águas, sobre a terra e nos céus, conforme descreve o cap. 1, ver. 28, o Todo Poderoso desce à Terra para mais uma vez modelar o homem do limo, plasmando um corpo de dupla constituição, carne e alma.

Até aí tudo bem, Deus é o Criador e Senhor de tudo que existe e pode fazer o que bem lhe aprouver, do jeito que mais lhe agrade. O que não dá para aceitar sem questionamento, embora aceitemos axiomaticamente, é o fato de que Deus, contando com um incontável número de prepostos como anjos, arcanjos, serafins, querubins, santos, etc., tenha descido do seu “Trono” à Terra recém formada para, como um simples oleiro, sujar as suas divinas mãos com o limo impuro, quando poderia determinar que um de seus auxiliares o fizessem ou mesmo dizer um simples “faça-se”, a exemplo do que aconteceu com o restante da criação.

A própria ciência humana já é capaz de suscitar outro ser com apenas uma ou duas células como já foi demonstrado com experiências de clonagem. E a respeito do assunto, existem registros no Livro Perdido de Enki, de Zecharia Sitchin, obra que descreve a criação humana como sendo objeto de experiências genéticas com macacos terrícolas por seres oriundos de um planeta distante, possivelmente do mesmo sistema solar.

Mas, continuando a nossa avaliação, vemos no capítulo 2, versículos 8, 9, 16 e 17, agora um deus lavrador, pois, plantou um jardim onde colocou o homem como seu guardião. E, dentre todas as árvores frutíferas havia uma proibida a este que, se do seu fruto provasse teria a ciência do bem e do mal e em conseqüência, conheceria a morte. Ou seja, por tal decreto, era vedado ao homem o direito de se instruir e progredir, fadado à ignorância perpétua, não fora a sua transgressão consumada por instância da mulher que acedeu à astuciosa exortação da serpente, uma assertiva que a razão não pode aceitar por ferir a concepção de um verdadeiro Deus repleno de todas as perfeições, de ciências, virtudes e poderes superlativos.

Pelo que se depreende, havia um ser dotado de mais inteligência que o próprio homem, apesar de haver sido criado há bem pouco tempo, quiçá na mesma data que o este. Outra coisa que não dá para conciliar é por que Deus não teria feito a mulher quando da confecção do homem, do mesmo barro; por que ter o trabalho de fazer adormecer o homem para tirar dele uma costela e dela modelar uma mulher?

Um relato fantasioso digno das mais belas ficções ou contos de fadas, que, para a época em que foi escrito e para o povo rude e atrasado de então, até que se justifica. Porém, para a nossa época, milhares de anos depois dos escritos bíblicos originais, estes mesmos textos não têm o mesmo significado dado em sua origem, a não ser como alegoria, salvo se quisermos estacionar no tempo.

E hoje, certamente melhor que antes, somos capazes de entender certas nuances da história bíblica, pois, com a ajuda da arqueologia e da exegese, os registros históricos descobertos em escavações e em outros achados casuais em diversas partes, como em Nag Hammadi, uma aldeia egípcia onde foram encontrados, em 1945, um conjunto de manuscritos que ficaram conhecidos como “biblioteca de Nag Hammadi”, contendo textos do antigo gnosticismo, afloram como que a mostrar evidências de que os nossos conhecimentos sacros estão incompletos, deturpados ou equivocados.

Deus havia gerado dois entes imperfeitos de tal modo que nem se davam conta de estarem nus. Um contrasenso, levando-se em consideração que haviam sido ordenados a crescer e a se multiplicar; como, pois, poderiam obedecer tal ordem sem o conhecimento pleno da sua potencialidade reprodutiva? Sem experimentaram o sexo, já que nem mesmo desconfiavam da sua simples nudez?

Vimos neste capítulo inicial da Gênese que Deus aposentou-se cedo demais; bem mais cedo do que os nossos políticos. Querem talvez, nos fazer crer que desde então Ele não criou mais nada. Entretanto a ciência humana, embora muito elementar, é capaz de provar o contrário: novas espécies animais e vegetais, vírus, bactérias, mundos em formação, etc., são descobertos, o que prova ser a criação uma obra continua, que Deus cria a todo instante.

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CRENÇA III – DISCOS VOADORES

170px-PurportedUFO2 Todos nós já ouvimos falar de algum episódio envolvendo discos voadores. As ocorrências são bastante comuns em todas as partes do mundo além de existirem evidências sólidas da presença de alienígenas entre nós. Existe também uma vasta literatura, registros fotográficos e gravações em vídeo à disposição de quem queira se inteirar do assunto nas livrarias, bancas de revistas e nos organismos pesquisadores.

Alguns céticos contestam a existência da casuística ufológica simplesmente por não quererem aceitar que existam mundos superiores ao nosso e acham, na sua míope visão, que somente a terra tem o privilégio de ser habitada. Não se deixam convencer nem pelas afirmações científicas e nem pelos depoimentos de pessoas idôneas, de caráter, completamente insuspeitas.

O próprio Cristo deixou registrado no Evangelho de João, transcrito adiante a existência de outras moradas no universo.

“Que o vosso coração não se turbe. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, eu já vos teria dito, porque eu me vou para vos preparar o lugar e depois que eu tenha ido e que vos tenha preparado o lugar, eu voltarei e vos retomarei para mim, a fim de que lá onde eu estiver aí estejais também”. S. João, cap.XIV vers. 1-3.

Existem várias passagens bíblicas que poderíamos citar como exemplo comprobatório de fenômenos ufológicos que ocorrem desde tempos imemoriais, entretanto, não tenho a disposição de me delongar em minúcias posto que consumiria tempo demasiado.

No Livro dos Espíritos codificado por Allan Kardec, encontramos no Livro I, cap. III, subtítulo Pluralidade dos Mundos, questões 55 a 58, alusões sobre a existência de mundos habitados, porém, citaremos apenas o seguinte:

“55 – Todos os globos que circulam no espaço são habitados?

-- Sim, e o homem da terra está longe de ser, como pensa, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição. Há, no entanto, homens que se acham poderosos e imaginam que apenas esse pequeno globo tem o privilégio de ter seres racionais. Orgulho e vaidade! Acreditam que Deus criou o universo somente para eles!”

Se existem outros mundos habitados pode-se daí, por analogia, depreender que as populações de tais globos são de diferentes gradações culturais e não é de se estranhar que não haja culturas infinitamente superiores à nossa.

Avistamentos de objetos voadores não identificados ocorrem diariamente aqui mesmo em nossa região e são observadas por pessoas simples as quais, pela sua condição humilde, não despertam nenhuma suspeita de fraude, até porque não estão interessadas em criar fantasias e nem em aparecer na mídia.

Os organismos militares, aviadores, controladores de vôo, observatórios, astrônomos, etc, todos eles já registraram nos seus diários esses avistamentos, embora sofram a censura dos governos das nações terráqueas que tolhem a divulgação de tais acontecimentos talvez por se sentirem envergonhados diante da impotência e de nem mesmo terem uma explicação plausível.

Existem registros guardados a sete chaves nos arquivos de vários governos do globo, notadamente na Rússia e Estados Unidos da América, país que conserva vigiada 24 horas por dia uma área – a Área 51 – destinada à pesquisas avançadas sobre o assunto, onde são vistos com freqüência a decolagem de naves em experimentos e onde também encontram-se diferentes espécimes capturadas em acidentes com naves espaciais, conforme depoimentos de pessoas que lá trabalharam e que tiveram a sua identidade apagada dos registros oficiais.

A comprovação científica, embora não muito precisa por deficiência de meios adequados à demonstração, pode ser concretizada nas sessões de regressão hipnótica ou indução, feitas em pessoas que tiveram algum tipo contato com extraterrestres e em pesquisas nos locais de ocorrência com instrumentação “adequada”.

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CURSO DE PINTURA PREDIAL

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Caros colegas

A CONSTRUTORA ARCO CRESCENTE em breve estará oferecendo aos seus trabalhadores um curso de Pintura Predial a nível de 1º e 2º graus e se predispõe a aceitar candidatos de outras empresas ou particulares interessados.

A proposta é oferecer ao público alvo uma especialização que há muito o mercado reclama, porque não existe. Nenhuma escola ou entidade conhecida tem um curso semelhante, principalmente direcionado à construção civil.

O segundo passo seria ministrar outro curso, de Pintura Industrial, voltada às empresas da construção civil prestadoras de serviço ou a quem possa interessar.

Amadurecida a idéia, os idealizadores pensaram e já estão preparando material didático para ofertar o curso de Pintura em Predial e Industrial para os colegas engenheiros, tecnólogos e profissionais afins, não obstante os óbices interpostos pelo Inspetor Josimar, (CREA-Ce - Inspetoria de Sobral, que só patrocina o curso se for dado por um arquiteto, o que não concordamos).

Ora, se tal curso não consta do currículo de nenhuma das categorias (Enganharia, Tecnologia ou Arquitetura) e é dirigido à construção civil, pode ser dado por qualquer um habilitado na área, até que se prove em contrário.

Também não é justo o profissional dedicar cerca de seis meses de seu tempo pesquisando e estudando a matéria com dedicação paqra depois entregá-la de mão beijada para um arquiteto.

Contatos:

Romão – 36141426 e 9621-3324

Glayson – 9904-9568

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APRENDA A FORMATAR COMPUTADORES

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Curso preparatório para prova da OAB - Apostilas +Video-aula

oab Curso preparatório para prova da OAB

Descrição

Apostila

Esse Curso contém 3338 Páginas .. com tudo de Direto que voce precisa pra passar na OAB!! Voce Encontra: Direito: Penal Constituciona,l Administrativo Civil ,Processual Civi.,l Processual Penal, Tributário Comercial,e muito mais!!!…

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. Constitucional

DIREITO CONSTITUCIONAL
- Capítulo 1: Teoria da Constituição
- Capítulo 2: Direitos e Garantias Fundamentais
- Capítulo 3: Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas
- Capítulo 4: Do Controle de Constitucionalidade
- Capítulo 5: Da separação das funções do Poder e de seus Órgãos

Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. InternacionalDIREITO INTERNACIONAL

- Aula 1: Noções, Conceito, Objeto e Fontes de Direito Internacional Privado
- Aula 2: Estrutura da Norma Jurídica Internacional, Foro Competente e Lei Aplicada
- Aula 3: Preceitos Básicos de Direito Internacional Privado: Ordem Pública, Fraude à Lei, Reenvio e Questão Prévia
- Aula 4: Praticas Internacionais do Comércio: Lex Mercatoria e Incoterms
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Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. ComercialDIREITO COMERCIAL

- Capítulo 1: Teoria Geral
- Capítulo 2: Sociedades Empresariais
- Capítulo 3: Direito Cambiário
- Capítulo 4: Contratos Mercantis
- Capítulo 5: Falência (Concordata - Recuperação Judicial e Extrajudicial)
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Curso Preparatório OAB - Ética Profissional e Estatuto da OABÉtica Profissional e Estatuto da OAB

- Aula 1: Estatuto da Advocacia e OAB (Lei n° 8906/94)
- Aula 2: Código de Ética e Disciplina
- Aula 3: Regulamento geral do Estatuto da Advocacia e da OAB
- Aula 4: Provimento 94/200 - Conselho Federal da OAB
- Aula 5: Ementário - Julgados do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP

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Capítulo 1: Direito Material do Trabalho
Capítulo 2: Processo do Trabalho
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Video Aulas - Curso Preparatório OAB - Dir. Civil

DIREITO CIVIL
- Capítulo 1
- Aula 1: Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)

- Capítulo 2
- Aula 1: Das Pessoas Físicas
- Aula 2: Das Pessoas Jurídicas
- Aula 3: Dos Bens

- Capítulo 3
- Aula 1: Dos Fatos e Negócios Jurídicos e Prova
- Aula 2: Da nulidade dos Atos Jurídicos - Parte I
- Aula 3: Da nulidade dos Atos Jurídicos - Parte II
- Aula 4: Prescrição, Decadência

- Capítulo 4
- Aula 1: Direito das Obrigações - Conceito de Obrigação
- Aula 2: Principais Classificações das Obrigações
- Aula 3: Principais Classificações
- Aula 4: Do Pagamento Direto
- Aula 5: Das Regras Especiais de Pagamento e das Formas de Pagamento Indireto
- Aula 6: Da Inexecução da Obrigação

- Capítulo 5
- Aula 1: Noções Introdutórias
- Aula 2: Formação e Extinção dos Contratos

- Capítulo 6
- Aula 1: Contratos em Espécie I. Compra e Venda.
- Aula 2: Contratos em Espécie II. Compra e Venda.
- Aula 3: Contratos em Espécie III
- Aula 4: Contratos em Espécie IV
- Aula 5: Contratos em Espécie V
- Aula 6: Contratos em Espécie VI

- Capítulo 7
- Aula 1: Responsabilidade Civil: Espécies, Pressupostos, Excludentes.
- Aula 2:
Responsabilidade Civil: Indenização, Dano Moral, Responsabilidades Especiais.

- Capítulo 8
- Aula 1: Posse
- Aula 2: Propriedade I.
- Aula 3: Propriedade II.
- Aula 4: Condomínio. Co-Propriedade.
- Aula 5: Direitos Reais de gozo ou fruição
- Aula 6: Direitos Reais de Garantia.

- Capítulo 9
- Aula 1: Casamento e União Estável
- Aula 2: União Estável
- Aula 3: Regime de Bens no Casamento
- Aula 4: Dissolução da Sociedade e Vínculo Conjugal
- Aula 5: Dos Alimentos
- Aula 6: Tutela, Curatela, e Ausência
- Aula 7: Relações de Parentesco
- Aula 8: Adoção

- Capítulo 10
- Aula 1: Da Sucessão
- Aula 2: Herança
- Aula 3: Sucessão Testamentária
- Aula 4: Inventário, Arrolamento, Partilha, Da Colação e Da Sonegação


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