Arte – Definição e história – parte 3

Continuação.

clip_image001clip_image003

Arte pode ser sinônimo de beleza, ou de uma beleza transcendente. Dessa forma, o termo passa a ter um caráter subjetivo, qualquer coisa pode ser chamada de arte, desde que alguém a considere assim, não precisando ser limitada à produção feita por um artista. Como foi mencionado, a tendência é considerar o termo arte apenas relacionado, diretamente, à produção das artes plásticas.

Os historiadores de arte buscam determinar os períodos que empregam certo estilo estético, denominando-os por 'movimentos artísticos'. A arte registra as ideias e os ideais das culturas e etnias, sendo assim, importante para a compreensão da história do Homem e do mundo.

Formas artísticas podem extrapolar a realidade, exagerar coisas aceitas ou simplesmente criar novas formas de se observar a realidade.

Em algumas sociedades, as pessoas consideram que a arte pertence à pessoa que a criou. Geralmente consideram que o artista usou o seu talento intrínseco na sua criação. Essa visão (geralmente da maior parte da cultura ocidental) reza que um trabalho artístico é propriedade do artista. Outra maneira de se pensar sobre talento é como se fosse um dom individual do artista. Os povos judeus, cristãos e muçulmanos possuem esta visão sobre a arte.

Outras sociedades consideram que o trabalho artístico pertence à comunidade. O pensamento é levado de acordo com a convicção de que a comunidade deu ao artista o capital social para o seu trabalho. Nessa visão, a sociedade é um coletivo que produz a arte através do artista, que apesar de não possuir a propriedade da arte, é visto com importância para sua concepção. Existem contradições quanto à honra ou ao gosto pela arte, indicando assim o tipo de moral que a sociedade exerce.

Também pode ser definida, mais genericamente, como o campo do conhecimento humano relacionado à criação e crítica de obras que evocam a vivência e interpretação sensorial, emocional e intelectual da vida em todos os seus aspectos. A verdadeira essência da arte e a do artista poder transformar a realidade de acordo com seus ideais e pensamentos.

Utilidade

clip_image005clip_image007

Dança                                         Música: um organista.

Uma das características da arte é a dificuldade que se tem em conferir-lhe utilidade. Muitas vezes esta dificuldade em encontrar utilidade para a arte mascara preconceitos contra a arte e os artistas.

O que deve ser lembrado é que a arte não possui utilidade, no sentido pragmatista e imediatista de servir para um fim além dele mesmo. Assim, um quadro não "serve" para outra coisa, como um desenho técnico, como uma planta de engenharia, por exemplo, serve para que se construa uma máquina. Mas isso não quer dizer que a arte não tenha uma função.

A arte possui a função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela ou palavras escritas sobre um papel simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão (segundo Charles S. Peirce, fundador da semiótica). Essa seria a principal função da arte.

A arte também é usada por terapeutas, psicoterapeutas e psicólogos clínicos como terapia. Nise da Silveira foi uma importante psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung, que utilizou com sucesso em seus pacientes, a partir de 1944, a arte a partir da terapia ocupacional. Graças a este trabalho, fundou o Museu do Inconsciente, em 1952, no Rio de Janeiro.

Paul McCartney, ex-Beatle, diz que a música é capaz de curar. Ele afirmou que em uma de suas visitas a um hospital que realiza tratamento de autistas, estes respondiam quando se dedilhava algo no violão. Sabe-se que as pessoas vítimas de autismo respondem muito pouco a estímulos externos, de acordo com o grau de autismo.

A arte pode trazer indícios sobre a vida, a História e os costumes de um povo, inclusive dos povos e nações já extintos. Assim, conhecemos várias civilizações por meio de sua arte, como a egípcia, grega antiga e muitas outras. A História da Arte é a disciplina que estuda as manifestações artísticas da humanidade através dos séculos.

Grafite e outros tipos de arte de rua são gráficos e imagens pintadas por spray. São vistos pelo público em paredes de edifícios, em ônibus, trens, pontes e, normalmente sem permissão do governo. Este tipo de arte faz parte de diversas culturas juvenis. Nos EUA, na cultura hip-hop, são comumente usadas para a expressão de opiniões sobre política, e outras vezes trazem mensagens de paz, de amor e união.

A arte, como qualquer outra manifestação cultural humana, pode ser utilizada para a coesão social, reafirmando valores, ou os criticando, de acordo com a civilização.

Assim, a arte é utilizada como instrumento de moralização, doutrinação política e ideológica, assim como ferramenta na educação em vários campos do conhecimento, desde o ensino básico até o treinamento de funcionários em empresas. Segundo a sistematização de conhecimento artístico e fisiológico sobre o funcionamento do cérebro realizado por Betty Edwards, principalmente a partir de sua obra Desenhando com o lado direito do cérebro, as habilidades artísticas são regidas pelo lado direito do cérebro, e a lógica e outras habilidades ligadas à racionalidade são regidas pelo lado esquerdo. A utilização da arte como ferramenta pedagógica seria uma forma de utilizar os dois lados do cérebro, de forma complementar para um aprendizado mais eficaz.

As obras de arte também podem fazer críticas a uma sociedade. Les Misérables, de Victor Hugo, é um exemplo de obra literária que critica a sociedade francesa do início do século XIX. A obra do pintor espanhol Goya, Os fuzilamentos de 3 de maio é outro exemplo disso.

A interpretação da obra depende do observador. Portanto, inversamente a própria subjetividade da arte demonstra a sua importância no sentido de facilitar a troca e discussão de ideias rivais, ou para prestar um contexto social em que diferentes grupos de pessoas possam reunir e misturar-se.

Formas, gêneros, mídias, e estilos

Ver artigo principal: Estilo

As artes criativas são muitas vezes divididas em mais categorias específicas, tais como artes decorativas, artes plásticas, artes do espetáculo, ou literatura. Assim, por exemplo, pintura é uma forma de arte visual, e a poesia é uma forma de arte literária.

Uma forma de arte é uma forma específica de expressão artística para tomar, é um termo mais específico do que arte em geral, mas menos específico do gênero.

As mídias (meios) para uma obra de arte ser construída são as mais diversas. Precisa-se de materiais propícios para ela ser realizada pelo artista. Assim, por exemplo, pedra e bronze são duas mídias capazes de construir uma obra de arte, como, no caso, uma escultura. A música e a poesia usam o som, a pintura usa tintas, telas, cores, óleo.

clip_image011clip_image009

(Esquerda) Detalhe da famosa pintura Mona Lisa, onde Leonardo da Vinci utilizou o sfumato, um tipo de material para dar sensação de forma, volume e profundidade. Repare os lábios e as bochechas.

(Direita) Um estilo de arte digital, onde o material usado é completamente diferente do material que se usa para uma tela.

Um gênero artístico é o conjunto de convenções e estilos dentro de uma forma de arte e mídia. Por exemplo, o Cinema possui uma gama de gêneros: filmes ocidentais, filmes de horror, comédia, romance. É assim também na literatura. Na música, há centenas de gêneros musicais, que variam de região, cultura e etc., e vão desde rock, até Mpb. Na pintura, as correntes de artistas (como o Naturalismo), incluem paisagem ou cotidiano (ruas, pessoas em suas atividades diárias, etc.).

As estruturas compositivas de uma obra (arranjo de formas, cores, ritmo, texturas, e linhas) são as estruturas que expressarão as ideias e as emoções que a obra passar, segundo os olhos do espectador. Diante de um quadro, cada espectador terá uma sensação, de acordo com sua disposição, seus conhecimentos e seus gostos.

Imagine-se que você é um crítico de arte cuja missão consiste em comparar os significados que você encontra em uma ampla gama de diferentes trabalhos artísticos. Como você irá executar sua missão? Uma maneira de começar o trabalho é separar, por grupos, que tipo de mídia usa-se em cada trabalho artístico: é um vídeo?, é através do som?, é pela escrita?, e assim por diante. Os materiais de uma arte são tão importantes quanto a arte em si; um exemplo é uma escultura que foi realizada com bronze: ela não tem a mesma estética de uma escultura que fora realizada à pedra, embora a forma seja a mesma. Assim, outro exemplo é uma música que utiliza guitarras: o som desta música não será o mesmo de uma música que apenas utilize piano, embora a melodia continue sendo a mesma. Portanto, sendo um crítico de arte cuja missão é comparar os significados de cada obra artística, há um outro passo interessante: você pode analisar a forma como os materiais em cada obra tornaram-se a arte pronta. O sfumato, na Mona Lisa, deu um toque especial no rosto da figura pintada no quadro. Analisar como cada material é importante para a composição da obra, é uma forma de conhecer mais profundamente a obra.

Mas, no final, você iria concluir que a maioria das obras de arte não são um conjunto de materiais e mídias, e estética. Cada obra de arte é mais que isso, pois os materiais são utilizados de acordo com a técnica de cada artista e, no final, suas interpretações envolveriam também uma discussão sobre ideias e sentimentos que o trabalho artístico quis propor.

Arte: classe e valor

clip_image012

                     Pormenor da fachada do jardim de Versailles: influência por toda a Europa.

clip_image013                                       Aspecto de uma das galerias do Hermitage.

A arte é entendida por alguns como um pertence de apenas algumas classes sociais, principalmente das mais ricas. Esta definição exclui a classe inferior, em questão financeira. Nesse contexto, a arte é vista como uma atividade de classe superior associada à riqueza, a capacidade de venda e compra de arte, o lazer e o prazer para desfrutar de uma obra. Por exemplo, o Palácio de Versailles ou o Hermitage, em São Petersburgo, com sua vasta coleção de arte, acumuladas pela realeza da Europa exemplificam esta visão. Coletando tal arte é o de preservar o rico, ou de Governos e instituições.

Entretanto, tem havido um empurrão cultural na outra direção, pelo menos desde 1793, quando o Louvre, que tinha sido um palácio privado dos Reis de França, foi aberto ao público como museu de arte durante a Revolução Francesa. A maioria dos museus públicos modernos e arte programas educacionais para as crianças nas escolas pode ser rastreada até este impulso de mostrar a arte a todos. Nos Estados Unidos, há museus de todos os tipos: dos mais ricos, até os mais públicos, como acontece no Brasil, e em Portugal.

Há tentativas de criar arte que não podem ser compradas pelos ricos, como se fossem objeto de um estatuto. No final dos anos 1960 e 1970 foi justamente isto: criar arte que não podia ser comprada e/ou vendida. "É necessário apresentar algo mais do que meros objetos", disse que o grande artista pós-guerra alemão Joseph Beuys. Este período viu o surgimento de coisas como arte performática, vídeo arte e arte conceitual. A ideia era que, se o trabalho artístico foi um desempenho que iria deixar nada para trás, ou era simplesmente uma ideia, não podia ser comprada e vendida.

Muitas dessas performances de criar obras que são apenas compreendido pela elite, resultaram nas razões pelas quais uma ideia ou vídeo ou um aparente "pedaço de lixo" pode ser considerado arte.

Leia Mais ►

Entendendo o Processador

 

 
Por Carlos E. Morimoto em 1 de outubro de 2007 às 02h00

 

Processador

O processador é o cérebro do micro, encarregado de processar a maior parte das informações. Ele é também o componente onde são usadas as tecnologias de fabricação mais recentes.

Existem no mundo apenas quatro grandes empresas com tecnologia para fabricar processadores competitivos para micros PC: a Intel (que domina mais de 60% do mercado), a AMD (que disputa diretamente com a Intel), a VIA (que fabrica os chips VIA C3 e C7, embora em pequenas quantidades) e a IBM, que esporadicamente fabrica processadores para outras empresas, como a Transmeta.

clip_image002

                  Athlon X2 e Pentium D

O processador é o componente mais complexo e frequentemente o mais caro, mas ele não pode fazer nada sozinho. Como todo cérebro, ele precisa de um corpo, que é formado pelos outros componentes do micro, incluindo memória, HD, placa de vídeo e de rede, monitor, teclado e mouse.

Dentro do mundo PC, tudo começou com o 8088, lançado pela Intel em 1979 e usado no primeiro PC, lançado pela IBM em 1981. Depois veio o 286, lançado em 1982, e o 386, lançado em 1985.

O 386 pode ser considerado o primeiro processador moderno, pois foi o primeiro a incluir o conjunto de instruções básico, usado até os dias de hoje. O 486, que ainda faz parte das lembranças

de muita gente que comprou seu primeiro computador durante a década de 1990, foi lançado em 1989, mas ainda era comum encontrar micros com ele à venda até por volta de 1997.

Depois entramos na era atual, inaugurada pelo Pentium, que foi lançado em 1993, mas demorou alguns anos para se popularizar e substituir os 486. Em 1997 foi lançado o Pentium MMX, que deu um último fôlego à plataforma. Depois, em 1997, veio o Pentium II, que usava um encaixe diferente e por isso era incompatível com as placas-mãe antigas. A AMD soube aproveitar a oportunidade, desenvolvendo o K6-2, um chip com uma arquitetura similar ao Pentium II, mas que era compatível com as placas soquete 7 antigas.

A partir daí as coisas passaram a acontecer mais rápido. Em 1999 foi lançado o Pentium III e em 2000 o Pentium 4, que trouxe uma arquitetura bem diferente dos chips anteriores, otimizada para permitir o lançamento de processadores que trabalham a frequências mais altas.

O último Pentium III trabalhava a 1.0 GHz, enquanto o Pentium 4 atingiu rapidamente os 2.0 GHz, depois 3 GHz e depois 3.5 GHz. O problema é que o Pentium 4 possuía um desempenho por ciclo de clock inferior a outros processadores, o que faz com que a alta frequência de operação servisse simplesmente para equilibrar as coisas. A primeira versão do Pentium 4 operava a 1.3 GHz e, mesmo assim, perdia para o Pentium III de 1.0 GHz em diversas aplicações.

Quanto mais alta a frequência do processador, mais ele esquenta e mais energia consome, o que acaba se tornando um grande problema. Quando as possibilidades de aumento de clock do Pentium 4 se esgotaram, a Intel lançou o Pentium D, uma versão dual-core do Pentium 4. Inicialmente os Pentium D eram caros, mas com o lançamento do Core 2 Duo eles caíram de preço e passaram a ser usados até mesmo em micros de baixo custo. Os Pentium D eram vendidos sob um sistema de numeração e não sob a frequência real de clock. O Pentium D 820, por exemplo, opera a 2.8 GHz, enquanto o 840 opera a 3.2 GHz.

Em 2003 a Intel lançou o Pentium M, um chip derivado da antiga arquitetura do Pentium III, que consome pouca energia, esquenta pouco e mesmo assim oferece um excelente desempenho. Um Pentium M de 1.4 GHz chega a superar um Pentium 4 de 2.6 GHz em diversas aplicações.

O Pentium M foi desenvolvido originalmente para ser usado em notebooks, mas se mostrou tão eficiente que acabou sendo usado como base para o desenvolvimento da plataforma Core, usada nos processadores Core 2 Duo fabricados atualmente pela Intel. O Pentium 4 acabou se revelando um beco sem saída, descontinuado e condenado ao esquecimento.

Paralelamente a todos esses processadores, temos o Celeron, uma versão mais barata, mas com um desempenho um pouco inferior, por ter menos cache ou outras limitações. Na verdade, o Celeron não é uma família separada de chips, mas apenas um nome comercial usado nas versões mais baratas (com metade ou um quarto do cache) de vários processadores Intel. Existem Celerons baseados no Pentium II, Pentium III, Pentium 4, Pentium M e também o Celeron 4xx, que é uma versão single-core (e com menos cache) do Core 2 Duo.

Para efeito de comparação, entre os chips antigos e os atuais, um 486 tinha cerca de 1 milhão de transistores e chegou a 133 MHz, enquanto o Pentium MMX tinha 4.3 milhões e chegou a 233 MHz. Um Pentium 4 (Prescott) tem 125 milhões e chegou aos 3.8 GHz, frequência mais alta atingida por um processador Intel (ou AMD) lançado oficialmente até hoje, recorde que deve ser quebrado apenas em 2008 ou 2009.

O transístor é a unidade básica do processador, capaz de processar um bit de cada vez. Mais transistores permitem que o processador processe mais instruções de cada vez enquanto a frequência de operação determina quantos ciclos de processamento são executados por segundo.

Continuando, temos os processadores da AMD. Ela começou produzindo processadores 386 e 486, muito similares aos da Intel, porém mais baratos. Quando a Intel lançou o Pentium, que exigia o uso de novas placas-mãe, a AMD lançou o "5x86", um 486 de 133 MHz, que foi bastante popular, servindo como uma opção barata de upgrade. Embora o "5x86" e o clock de 133 MHz dessem a entender que se tratava de um processador com um desempenho similar a um Pentium 133, o desempenho era muito inferior, mal concorrendo com um Pentium 66. Este foi o primeiro de uma série de exemplos, tanto do lado da AMD, quanto do lado da Intel, em que existiu uma diferença gritante entre o desempenho de dois processadores do mesmo clock. Embora seja um item importante, a frequência de operação não é um indicador direto do desempenho do processador.

Uma analogia poderia ser feita em relação aos motores de carro. Os motores de 1.6 do final da década de 70, usados nas Brasílias e nos Fuscas, tinham 44 cavalos de potência, enquanto os

motores 1.0 atuais chegam a mais de 70 cavalos. Além da capacidade cúbica, existem muitos outros fatores, como a eficiência do sistema de injeção de ar e combustível, taxa de compressão, refrigeração, etc..

Depois do 5x68 a AMD lançou o K5, um processador similar ao Pentium, mas que não fez tanto sucesso. Ele foi seguido pelo K6 e mais tarde pelo K6-2, que novamente fez bastante sucesso, servido como uma opção de processador de baixo custo e, ao mesmo tempo, como uma opção de upgrade para quem tinha um Pentium ou Pentium MMX.

Esta era do K6-2 foi uma época negra da informática, não pelo processador em si (que excluindo o desempenho em jogos, tinha um bom custo-benefício), mas pelas placas-mãe baratas que inundaram o mercado. Aproveitando o baixo custo do processador, os fabricantes passaram a desenvolver placas cada vez mais baratas (e de qualidade cada vez pior) para vender mais, oferecendo PCs de baixo custo. A época foi marcada por aberrações. Um certo fabricante chegou a lançar uma família de placas sem cache L2, que pifavam em média depois de um ano de uso.

As coisas voltaram aos trilhos com o Athlon, que foi o primeiro grande processador (tanto em desempenho, quanto em tamanho :) da AMD. A primeira versão usava um formato de cartucho (slot A) similar ao Pentium II, mas incompatível com as placas para ele. Ele foi sucedido pelo Athlon Thunderbird, que passou a usar o formato de soquete utilizado (com atualizações) até os dias de hoje.

clip_image004

Athlon XP, para placas soquete A

Competindo com o Celeron, a AMD produziu o Duron, um processador de baixo custo, idêntico ao Athlon, mas com menos cache. Em 2005 o Athlon foi descontinuado e o cargo foi herdado pelo Sempron, uma versão aperfeiçoada do Duron (com mais cache e capaz de atingir frequências mais altas), que passou a ser vendido segundo um índice de desempenho (em relação ao Pentium 4) e não mais segundo o clock real.

Por volta de 2000, surgiram as primeiras notícias do "SledgeHammer", um processador de 64 bits, que foi finalmente lançado em versão doméstica na forma do Athlon 64, que passou a ser o topo de linha da AMD. Apesar das mudanças internas, o Athlon 64 continua sendo compatível com os programas de 32 bits, da mesma forma que os processadores atuais são capazes de rodar softwares da época do 386, muito embora tenham incorporado diversos novos recursos.

Na prática, o fato de ser um processador de 64 bits não torna o Athlon 64 gritantemente mais rápido, mesmo em aplicativos otimizados (os ganhos de desempenho surgem mais devido ao controlador de memória integrado e aos novos registradores). A principal vantagem dos processadores de 64 bits é derrubar uma limitação inerente a todos os processadores de 32 bits, que são

capazes de acessar apenas 4 GB de memória RAM, um limite que está se tornando cada vez mais uma limitação grave em várias áreas.

Os 4 GB de memória podem não parecer um obstáculo imediato, mas lembre-se de que há duas décadas os PCs eram vendidos com 128 KB de memória, há uma década já vinham com 4 ou 8 MB, e hoje são vendidos com 512 MB ou mais.

O Athlon 64 deu origem ao Athlon X2, o primeiro processador dual-core da AMD, onde temos dois processadores Athlon 64 no mesmo encapsulamento, dividindo a carga de processamento e também o Turion, que é uma versão de baixo custo do Athlon 64, destinado a notebooks.

http://www.hardware.com.br/guias/historia-processadores/

Leia Mais ►

Curso de Fotografia Digital– Leitura complementar

Equipamentos

Câmera

Ver artigo principal: Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme imagefotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras eletronicamente.

Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotossensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Os controles das câmeras podem incluir:

Objetiva

Ver artigo principal: Objectiva (fotografia)

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.

A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.

Superfície fotossensível

Ver artigos principais: Filme fotográfico e Sensor de imagem

clip_image002[4]Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos EUA, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade.[15] A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficcionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.[18]

Controle da imagem

Velocidade do obturador

O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a ação, a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.

Efeito de Panning

Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".

Congelamento

A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir diretamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.

Usos da fotografia

A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.

Fotografias aéreas eram utilizadas para levantamento do uso da terra e planejamento de uma determinada região.

A Fotografia no cotidiano e na vida

A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia

clip_image002
Fotojornalismo
Ver artigo principal: Fotojornalismo

Um exemplo de fotografia jornalística: Migrant Mother, de Dorothea Lange (1936).

O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
  • As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.
Leia Mais ►

Carros de fibra de carbono

Mecânica

Carro de fibra de carbono é fabricado em menos de um minuto

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/03/2011

 

Carro de fibra de carbono é fabricado em menos de um minuto

A carroceria de fibra de carbono construída em menos de 60 segundos pesa apenas 47 quilogramas, um quinto do peso da mesma carroceria construída de metal.[Imagem: Teijin]

 

A empresa japonesa Teijin apresentou a primeira tecnologia capaz de viabilizar a produção em massa de carros cuja carroceria seja feita inteiramente de fibra de carbono.

Para demonstrar o potencial do novo processo produtivo, a empresa produziu protótipos de carrocerias de automóvel em menos de um minuto.

Carros de fibra de carbono

Há anos os engenheiros vêm tentando usar o chamado CFRP (Carbon Fiber Reinforced Plastic, ou plástico reforçado com fibras de carbono) para reduzir o peso e aumentar a segurança dos carros.

As fibras de carbono já são usadas na fabricação de carros de competição, mas o processo de moldagem do material é muito demorado, inviabilizando seu uso para a produção de veículos em massa.

A nova tecnologia desenvolvida pela Teijin resolve este problema, abrindo a possibilidade de fabricação de inúmeros outros produtos, além dos monoblocos dos carros de passeio, cabines de caminhões ou cascos de barcos.

Materiais intermediários

Para fabricar a carroceria de um carro em menos de um minuto, a empresa usou materiais intermediários feitos de resina termoplástica, em lugar da resina termocurada convencionalmente usada na moldagem.

Esses materiais intermediários dão flexibilidade ao processo e permitem o uso seletivo das fibras de carbono, dependendo da resistência exigida da peça e das restrições de custo.

O primeiro material intermediário oferece alta resistência unidirecional - os engenheiros podem escolher em que direção a peça deve ser mais forte.

O segundo é o chamado material isotrópico, que oferece um equilíbrio entre flexibilidade no desenho da peça e resistência multidirecional.

O terceiro é o chamado pellet, pequenas esferas feitas de fibras de carbono, adequadas para a construção de peças de formato muito complexo ou para uso em moldagem por injeção.

Soldagem fibra-metal

Para construir o monobloco de carro em menos de um minuto, a empresa usou seletivamente os três materiais intermediários, tirando proveito das vantagens de cada um para cada parte da carroceria.

O monobloco fabricado é o corpo de um carro-conceito elétrico. A carroceria de fibra de carbono pesa apenas 47 quilogramas, um quinto do peso da mesma carroceria construída de metal.

O processo também inclui uma forma de soldagem entre as peças termoplásticas entre si e com outros materiais, como o aço. Essa junção direta é mais um facilitador para a redução da quantidade de metais usados na fabricação dos carros.

Em 2010, engenheiros alemães desenvolveram uma outra tecnologia com igual potencial para baratear a produção de peças de fibras de carbono - veja Técnica com laser torna fibras de carbono melhores e mais baratas.

Leia Mais ►

Música – Parte 2

Dicas

TABELA DE TRANSPOSIÇÃO – PARTE 2

(DICAS E TUTORIAIS)

Dando continuação ao emprego da Tabela de Transposição (matéria publicada em 09/08/10), daremos mais alguns exemplos de como utilizá-la e em que situações.

image

Como, chover no molhado não faz mal, vamos repetir o que já foi dito na primeira postagem para que o internauta compreenda melhor o assunto que tratamos.

1 - Para transpor valores de determinado acorde (X) para qualquer acorde (N), basta sinalizar a coluna e substituir a cifra correspondente na mesma linha, como mostrado nas colunas coloridas na tabela (Tab. 2). Os complementos (m, #, b, 7, etc.) serão os mesmos, somente mudam as letras correspondentes aos acordes ou notas.

A regra é simples: sabendo-se qual o intervalo, basta substituir o acorde (ou nota, se for o caso) correspondente que se encontra na mesma linha ou coluna.

Por exemplo, considerando que uma determinada melodia é tocada em A que contém na sua sequência os acordes: A, C#m, A7, D, B7, E7, F#m e Bm, transpor estes valores de A para G e de A para E.

a) de A1 ou A13 (colunas 1 ou 13) para G11 (coluna 11);

b) de A1 ou A13 (idem) para E8 (coluna 8).

Solução:

Se você escolher balizar-se pela primeira coluna (A1), o intervalo será de 8 semitons. Porém, se escolher A13, o intervalo evidente será menor e será de 3 semitons. Eu, particularmente, escolheria o menor intervalo por estar mais próximo e, conseqüentemente com menor possibilidade de engano.

image

O passo seguinte é escolher os acordes restantes da seqüência dada como exemplo. Façamos agora correspondências entre estes.

A, C#m, A7, D, B7, E7, F#m e Bm

image

 

Os acordes restantes são encontrados à mesma distância, no mesmo intervalo, no cruzamento da coluna com a linha do seu correspondente.

 

 

 

 

 

image

O mesmo procedimento serve para a montagem de acordes.

Sabendo-se que os acordes maiores, por exemplo, são tríades formadas pela primeira, terceira e quinta notas da escala e tomando-se como modelo a escala de C (dó maior), construamos as escalas seguintes: G, D, A, E, B, Gb, Db, Ab, Eb, Bb e F.

A escala modelo é a que se segue: C = C-E-G. Agora vamos montar os demais acordes do problema com o auxilio da tabela.

Para isso, devemos sinalizar a tabela em cada coluna e seus correspondentes acordes e notas nas linhas, a partir da primeira coluna e de cima para baixo. (Tab. 3)

A sinalização a que me refiro pode ser simplesmente a colocação de uma régua onde se traça uma linha com lápis, caneta ou marcador para que se saiba de onde se deve partir. Para quem já compreendeu como se faz isso nem será mais necessário.

image

imageObserve que o procedimento é o mesmo para todos os demais acordes, sejam eles menores, de sétima, maior com sétima, com nona ou sexta, etc.

No caso de leitor se interessar pode utilizar como exercício a montagem dos acordes de sétima, maior com sétima, maior com sexta, maior com nona, menor, etc., sempre partindo da escala de C por ser esta a escala padrão, pois, tudo é possível com essa tabela.

NOTA: Nos exemplos dados fizemos o exercício partindo da primeira coluna, mas poderíamos utilizar qualquer coluna da escala, ou mesmo as linhas e ainda em qualquer sentido (de cima para baixo, da direita para a esquerda e vice-versa) que o resultado será o mesmo.

antromsil

Leia Mais ►

Travamentos no PC – Como resolver

Como resolver e evitar travamentos em seu computador

Computador HP Pavilion b6660br c/ Intel® Core i5 750 2.66GHz 4GB 1TB (1024GB) DVD-RW Windows 7 Premium - HP + Monitor LCD 18.5" B1930N Widescreen - SamsungNão é difícil de um dia você se deparar com uma situação como esta: você está usando o computador, com um monte de programas e janelas abertas e... o computador trava. Com medo de perder tudo, você entra em pânico, fica desesperado. Mas isso não ajuda em nada, até piora a situação. Para tentar evitar e/ou resolver esse problema, abaixo há 10 medidas que podem te ajudar... e muito!

Às vezes, o computador não travou, apenas "parou para pensar". Neste caso, é recomendável esperar até 5 minutos, antes de tomar qualquer providência. Durante esse tempo, nem toque no teclado ou no mouse, deixe o computador quieto. Se passados os 5 minutos e nada mudou, é hora de tentar resolver o problema.

Veja então se uma das medidas abaixo, não se encaixa no seu problema:

Problema 1: O computador congelou

Cheque se seu computador travou mesmo. Aperte a tecla Num Lock. Se a sua tecla tiver um led verde, ele deve acender e apagar quando você aperta seguidamente. Se luz acende e apaga, seu computador apenas "parou para pensar", então basta esperar um tempo para ele voltar. Se isso não acontecer ou se o led do Num Lock não acender e apagar, é porque seu computador realmente travou. Neste caso, siga a medida seguinte.

Problema 2: O computador congelou e travou de vez

Uma das razões para o computador estar travado pode ser o excesso de programas abertos. Se o computador travou antes de dar tempo de você salvar todos os seus trabalhos, você terá grandes chances de perder tudo. Tente fechar primeiro a janela dos programas que tentam recuperar o trabalho quando você abre o programa novamente, como o Word. Para fechar o programa, aperte ao mesmo tempo as teclas CTRL mais ALT mais DEL, selecione o programa que deseja fechar e clique em "Finalizar Tarefa". Vá fechando um programa por vez e dando um tempo para o computador processar o resto das informações e voltar ao normal. Se mesmo com todos os programas fechados, o computador continuar congelado, o jeito vai ser mesmo reiniciar o PC. Lembre-se, no entanto, que quando a máquina estiver funcionando novamente você deverá abrir os programas a partir do Iniciar/Programas/Nome do programa, e não pelo Explorer/Nome do arquivo. Do primeiro modo, a possibilidade é maior do programa "lembrar" as informações que não deu tempo de você salvar, pois geralmente ele faz uma cópia temporária, que pode ser recuperada.

Problema 3: O computador não está congelado mas não permite salvar no disquete

(Caso o seu PC ainda tenha esse dispositivo)

Caso o seu computador não responda quando você tente salvar algo em um disquete, alguns problemas podem estar acontecendo. O disquete pode não estar formatado, a solução seria formatá-lo. O disquete pode estar protegido contra gravação. Para retirá-la, deslize a lingüeta na parte traseira de modo a cobrir o orifício. A alternativa é mudar de disquete, o que também seria uma solução se o disquete estiver danificado. Se depois de tudo isso, se o seu computador ainda se recusa a se comunicar com a unidade de disquete, é provável que ela esteja danificada. Procure trocar o drive de disquete.

Problema 4: A tela do monitor fica vazia ou a imagem ocupa apenas metade da tela

Quando a tela do monitor simplesmente desaparece, muita coisa pode estar acontecendo. Caso seu monitor seja de tela plana, pode ser que o computador não esteja suportando esse formato. A solução é procurar no distribuidor ou revendedor autorizado, suporte de CPU para a Interface Digital de Vídeo (DVI) necessária. Se a imagem ocupa apenas metade da tela, pode ser que a resolução configurada esteja incorreta. Nesse caso vá em Iniciar/Configurações/Painel de controle/Vídeo e mude a configuração da resolução.

Problema 5: O computador trava durante um jogo

Você está jogando um game pela primeira vez e o computador trava freqüentemente no meio do jogo e você é obrigado a reiniciá-lo. Em vez de ficar ligando e desligando o computador, tente seguir um procedimento básico que pode ajudar a acabar com o problema, que pode resultar até mesmo em um defeito permanente na sua placa de vídeo. O problema pode estar sendo causado porque o modo de exibição na tela está ajustado para mudanças de volume, assim, o seu monitor aumenta e diminui o volume bruscamente.

Para mudar essa configuração vá em nas propriedades de vídeo e clique em "Configurar exibição na tela". Desative as seleções de exibição para WAV e MIDI e o problema poderá ser resolvido.

Problema 6: A luz do HD fica acesa sem piscar

Quando isso acontece, geralmente indica que as informações armazenadas no HD podem estar mal armazenadas. A solução melhor é desfragmentar o disco rígido do seu computador para verificar o problema. Vá em Iniciar/Programas/Acessórios/Ferramentas de Sistema/Desfragmentador de Disco. Enquanto o computador está desfragmentando o disco, você pode até estar fazendo outros trabalhos no micro, mas se o HD está com suspeita de problemas, é melhor dar um tempo enquanto seu computador faz a desfragmentação de disco.

Problema 7: O computador não responde ao teclado

O problema pode estar na conexão do teclado. Desligue seu computador e verifique os cabos que ligam o teclado ao seu PC. Reinicie o computador e veja se a situação mudou. Se mesmo mexendo nos cabos você não obteve resultado, é melhor trocar o teclado ou levar numa assistência técnica para descobrir se o problema não é na placa-mãe.

Problema 8: O computador exibe mensagens de que está sem memória

Quando o micro começa a exibir mensagens de que está sem memória, é provável que a memória não esteja configurada corretamente ou não há memória suficiente para abrir o arquivo ou executar o programa. Para acabar com o problema, feche os programas que não estejam sendo usados e vá tentando salvar as informações mais importantes dos programas que restam. Se o computador começar a exibir essas mensagens com freqüência, é melhor acrescentar a ele, mais memória RAM.

Problema 9: A tela ficou vazia

O problema pode estar sendo causado por uma série de fatores. Caso isso aconteça quando você acaba de ligar o computador, a possibilidade é que os cabos de conexão do monitor estejam desajustados. Tente colocá-los no lugar. Pode ser também que o seu protetor de tela tenha entrado em ação. Neste caso, pressione qualquer tecla ou movimente o mouse para a tela aparecer normalmente. O computador pode estar também no modo econômico, em "standby" para economizar energia. Pressione o botão de ativação e a tela voltará ao normal. A pior situação será se o seu controlador de vídeo, a memória do sistema ou o monitor estiverem defeituosos. Se for esse o problema, a única solução é levá-lo numa assistência técnica.

Problema 10: O HD está lento

Os arquivos salvos no disco rígido do seu PC podem estar fragmentados. A solução pode ser o ScanDisk. Quando terminar, use o Desfragmentador de disco. Desse modo, suas informações serão armazenadas corretamente e seu computador voltará ao estado normal.

Vale citar que, para evitar qualquer problema, faça sempre uma manutenção no computador. É recomendável, por exemplo, que você faça ScanDisk e desfragmentação pelo menos uma vez por semana. Se seu HD tiver muitos GB, faça de madrugada, pois a desfragmentação neste caso, pode levar horas

http://www.defaulttec.net

email: defaulttec@yahoo.com.br

Leia Mais ►

Tecnologia de luz da NASA reduz dor de pacientes com câncer

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=tecnologia-luz-nasa-reduz-dor-pacientes-cancer&id=6265&nl=sit

10/03/2011

Redação do Diário da Saúde

 

Tecnologia de luz da NASA reduz dor de pacientes com câncer

O tratamento fotônico utiliza LEDs - diodos emissores de luz - semelhantes aos usados em aparelhos eletrônicos, mas capazes de emitir luz em duas frequências, conhecidas como infravermelho próximo e infravermelho distante. [Imagem: NASA/Higginbotham]

Luz contra a dor

Uma tecnologia da NASA, desenvolvida originalmente para experimentos de crescimento de plantas em missões dos ônibus espaciais, está se transformando em uma nova esperança para os pacientes com câncer.

A tecnologia à base de luz reduz os efeitos colaterais dolorosos decorrentes da quimioterapia e da radioterapia em pacientes que passam por transplantes de medula óssea e células-tronco.

A tecnologia foi batizada de HEALS, que em inglês significa "cura", mas também é uma sigla para High Emissivity Aluminiferous Luminescent Substrate, substrato luminescente aluminífero de alta emissividade.

Terapia com luz de LEDs

O tratamento fotônico utiliza LEDs - diodos emissores de luz - semelhantes aos usados em aparelhos eletrônicos, mas capazes de emitir luz em duas frequências, conhecidas como infravermelho próximo e infravermelho distante.

Em um ensaio clínico feito ao longo de dois anos, pacientes com câncer submetidos a transplantes de medula óssea ou de células-tronco receberam as aplicações de luz para o tratamento da mucosite oral - um efeito colateral comum e extremamente doloroso da quimioterapia e da radioterapia.

O estudo concluiu que há 96% de chances de que a melhora da dor verificada no grupo de pacientes de alto risco tenha sido resultado das aplicações de luz.

Benefícios para o paciente

Os tratamentos atuais da mucosite induzem eles próprios a novos efeitos colaterais negativos.

Já o equipamento de luz custa menos do que um único dia de internação do paciente no hospital e pode ser usado de forma proativa, sem esperar pela manifestação das dores.

O equipamento tem várias vantagens para o paciente: uma melhor nutrição, já que comer pode ser difícil com dor na boca e feridas na garganta, menor uso de narcóticos para tratar as dores, e uma elevação do estado de espírito, o que pode contribuir para a redução das internações hospitalares e um menor risco de infecções.

Saúde espacial

Os LEDs são fontes de luz fria, o que permite que funcionem no máximo da sua irradiância sem emitir calor. Os comprimentos de onda liberados pelo equipamento desenvolvido pela NASA estimulam o desenvolvimento das células, auxiliando na cicatrização.

O aparelho é formado por 288 LEDs, cada um do tamanho de um grão de sal.

A NASA está interessada em novos avanços da tecnologia, uma vez que ela poderá ser usada para tratamentos no espaço, sobretudo em viagens espaciais de longa duração - uma viagem a Marte, por exemplo, levaria mais de um ano, incluindo ida, exploração do planeta e retorno.

O equipamento está atualmente sendo submetido para aprovação pela FDA (Food and Drug Administration) para que possa ser comercializado.

Leia Mais ►

Vidros metálicos

Mecânica

Mais fortes que aço, novos metais são moldáveis como plástico

Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/03/2011

Mais fortes que aço, novos metais são moldáveis como plástico

 

Os pesquisadores construíram várias peças em pequena escala para demonstrar o potencial da técnica para a miniaturização. [Imagem: Schroes et al./Materials Today]

 

Imagine um material mais forte do que o aço mas tão moldável quanto o plástico, capaz de assumir uma variedade aparentemente infinita de formas.

Este, que tem sido o sonho dos cientistas dos materiais há séculos, parece estar sendo finalmente alcançado, graças ao trabalho de uma equipe da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Vidros metálicos

Em busca de uma substância ideal, que possa ser moldada em formas complexas com a mesma facilidade e baixo custo do plástico, mas sem sacrificar a resistência e a durabilidade do metal, Jan Schroers e seus colegas voltaram sua atenção para os chamados vidros metálicos.

Esta é a mesma categoria de material que recentemente permitiu a construção de um vidro mais forte do que o aço e que promete a construção de asas de aviões resistentes à fadiga.

Os vidros metálicos são ligas metálicas amorfas, com uma estrutura atômica desordenada, ao contrário da estrutura cristalina ordenada dos metais.

Moldagem por sopro

Os pesquisadores criaram um vidro metálico que pode ser moldado por sopro como o plástico - algo que não pode ser feito com os metais -, em formatos complexos, mas com a resistência e a durabilidade característica dos metais.

"Estas ligas se parecem com o metal comum, mas podem ser moldadas por sopro tão barato e tão facilmente como o plástico," disse Schroers.

A moldagem é feita sob baixas temperaturas e baixas pressões, em um processo no qual o vidro metálico amolece drasticamente e flui tão facilmente como o plástico, mas sem cristalizar, como o metal comum.

"O truque é evitar o atrito normalmente presente em outras técnicas de moldagem," conta Schroers. "A moldagem por sopro elimina completamente o atrito, permitindo criar qualquer forma complexa, até mesmo em nanoescala."

Zircônio, titânio, níquel e cobre

A equipe demonstrou a capacidade do novo material criando uma série de formatos complexos, incluindo garrafas metálicas sem soldas, caixas de relógios, ressonadores miniaturizados para MEMS, giroscópios e implantes biomédicos.

Todas as peças foram moldadas em menos de um minuto e são duas vezes mais fortes do se fossem feitas de aço.

Segundo o pesquisador, o custo do material é similar ao do aço, mas o processamento é tão barato quanto o do plástico.

Os vidros metálicos são compostos por ligas de diferentes metais, incluindo zircônio, titânio, níquel e cobre.

Bibliografia:
Thermoplastic blow molding of metals. Materials
Jan Schroers, Thomas M. Hodges, Golden Kumar, Hari Raman, Anthony J. Barnes, Quoc Pham, Theodore A. Waniuk
Materials Today
Vol.: 14 (1-2): 14
DOI: 10.1016/S1369-7021(11)70018-9

Leia Mais ►

Natrureza Fantástica

Nota: Uma mensagem deixada em meu blog me levou à página do Lepak.my, um blog editado numa lingua que não conheço, porém com postagens bastante interessantes, como estas de animais de duas cabeças em um só corpo. Se alguém puder me ajudar a dizer pelo menos qual é a lingua, ficarei muito grato.

antromsil

http://lepak.my/blog/2011/03/11/gambar-pelik-haiwan-berkepala-dua/

[Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 9 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 8 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 7 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 6 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 5 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 4 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 3 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 2 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

haiwan berkepala dua 1 [Gambar Pelik] Haiwan Berkepala Dua

 

E o que dizer dessas árvores? Sabe-se que a Mãe Natureza faz prodígios mas, nesse caso, possivelmente deve ter tido uma “mãozinha” do homem. (fotos abaixo).

 

[Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 2 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 12 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 11 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 10 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 9 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 8 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 7 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 5 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 4 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

pokok pelik 3 [Gambar Pelik] Koleksi Gambar Pokok Pelik

Kat rumah korang mesti ada pokok kan? Ada ke pokok pelik macam ni kat umah korang?

Leia Mais ►

Projeto inovador divide motor a combustão interna

Mecânica

Projeto inovador divide motor de carro em dois

Com informações da New Scientist - 10/03/2011

 

 

Projeto inovador divide motor de carro em dois

O projeto do motor de Tour divide o motor em duas metades conectadas por uma válvula - uma metade trabalha fria e a outra quente. [Imagem: Tourengine]

Quer ter um carro mais "verde", que aproveite melhor a energia contida no combustível e emita menos gases poluentes?

Basta dividir o motor em dois.

Esta é a proposta de Oded Tour, que está desenvolvendo o já devidamente batizado Tour Engine (motor de Tour), na Califórnia, Estados Unidos.

Fases conflitantes

Um motor de combustão interna convencional, como o que equipa carros e motos, converte no máximo 30 por cento da energia disponível no combustível em movimento.

Isso porque seu projeto inclui uma eterna luta entre duas fases do seu ciclo: a compressão e a combustão.

Quando o ar e o combustível entram no motor, eles são comprimidos. Para que isso funcione bem, a câmara de combustão precisa estar fria.

Em um motor convencional, isto significa que o radiador constantemente extrai energia para resfriar o cilindro, reduzindo a quantidade de energia disponível para empurrar o cilindro e mover o carro.

"Estamos pedindo aos motores convencionais para executarem uma tarefa impossível," explica Tour. "Nós queremos que eles sejam máquinas eficientes, mas lhes pedimos para fazer duas coisas contraditórias."

Motor siamês

O projeto do motor de Tour divide o motor em duas metades conectadas por uma válvula - uma metade trabalha fria e a outra quente.

A metade fria do motor tem um cilindro que abriga as fases de admissão e compressão do ciclo, enquanto a metade quente realiza as fases de combustão e escape - completando os chamados quatro tempos do motor.

Segundo Tour, essa separação permite que os cilindros tenham dimensões mais adequadas às suas tarefas muito diferentes.

Em projeto inovador, motor de carro é dividido em dois

A metade fria do motor tem um cilindro que abriga as fases de admissão e compressão do ciclo, enquanto a metade quente realiza as fases de combustão e escape. [Imagem: Tour Engine]

Para garantir que o ar seja comprimido de forma eficiente, o cilindro em um motor convencional é menor do que é desejável para o estágio de combustão.

Isto significa que a mistura ar-combustível que queima não tem espaço suficiente para se expandir totalmente, de forma que uma quantidade substancial de energia é simplesmente perdida na forma de calor através do tubo de escapamento.

"Nos motores convencionais você perde cerca de 40 por cento da energia disponível para o sistema de arrefecimento, e cerca de 30 por cento pelo escapamento," diz Tour.

Carros mais verdes

Já tendo construído um primeiro protótipo para demonstrar a viabilidade mecânica do motor, a empresa emergente está agora construindo um segundo protótipo, no qual a câmara de combustão terá o dobro do tamanho da câmara de compressão.

Isto irá aumentar a eficiência do motor em 20 por cento, em comparação com modelos convencionais, garante Tour.

Em última análise, porém, a tecnologia pode aumentar a eficiência dos motores em 50 por cento e reduzir as emissões de dióxido de carbono em um terço, diz ele.

Leia Mais ►