Curso de Fotografia Digital - 7ª (e última) lição

7. COMPRESSÃO E FORMATOS DE ARQUIVOS
CONTEÚDO
O que é compressãoimage
Formatos de Arquivos
Escolhendo um Formato

Ao fotografar, existem várias escolhas a serem feitas, quanto á resolução, compressão e formatos de imagem. A suas escolhas influenciam na qualidade das suas fotos, e determinam a o tamanho dos arquivos - e das impressões que podem ser feitas.

Ao fotografar, as imagens em geral são grandes, já que precisa-se de 24 (ou 30) bits para cada pixel para gravar a cor do mesmo. Conforme aumenta a resolução, aumenta o tamanho do arquivo. Uma imagem de 1 megapixel, baixa resoluçõ, cria um arquivo de 3 megabytes. 3 megapixels já são 9MB, e 6MP chega a 18MB. Os arquivos rápidamente chegam a um tamanho que dificulta a sua armazenagem transmissão e manipulação. Devido a isso, as câmaras digitais oferecem compressão. Comprimindo a imagem não só permite salvar mais fotos na memória inserida, mas permite baixar, exibir, manipular e transmiti-las de maneira mais rápida.

O porém é que, em geral, perdem-se certos detalhes da imagem que não podem ser recuperados posteriormente.

O que é a compressão?

Durante a compressão, informações duplicadas ou "sem valor" são descartadas, ou salvas de maneira mais compacta. Como se a imagem estivesse dizendo "de aqui até aqui, simplesmente é branco." Se uma grande área da foto tem ceu azul, essa área será agrupada, e definida com aquele "azul".

Existem dois tipos de compressão: "lossless" e "lossy." Lossless não descarta informação alguma, permitindo que o arquivo fique menor que o original, mas retendo todas as informações. Este padrão existe para arquivos TIFF.

Pelo contrário, o "lossy" descarta informações que ele vê como "desnecessárias," informações que não podem ser recuperadas.

clip_image001Lossless - A compressão Lossless permite manter a qualidade original da imagem. Porém, não consegue reduzir o tamanho do arquivo tanto como o lossy, sendo que os arquivos continuam grandes. Devido a isso, o lossless (tiff) geralmente é usado quando a qualidade da imagem é importante, por exemplo, quando é para fazer impressões grandes.

clip_image001[1]Lossy - Já que o lossless não é prático em muitos casos, todas as câmaras oferecem compressão "lossy." Essa compressão reduz a qualidade das imagens e, quanto mais comprimidas, mais sofre a qualidade. Em muitas situações, como por exemplo, exibir as fotos em uma página da web, essá redução de qualidade não é visível. porém, se for imprimir ou ampliar a imagem, a redução de qualidade pode ficar aparente.

Formatos de Arquivos de imagens

Você tem várias opções quanto a formatos de arquivo de imagem. Todas as câmaras oferecem JPEG (lossy), mas as mais avançadas oferecem também TIFF ou RAW. Vamos analisar estes formatos.

clip_image001[2]JPEG, nomeado pelo grupo "Joint Photographic Experts Group" é o mais popular de todos os formatos. A maioria das câmaras salvam as imagens neste formato, a não ser que você específicamente a programa para salvar em outro formato.

Uma imagem JPEG é "lossy", ou seja, perde detalhes, e você pode escolher o grau de compressão. Isso permite escolher entre imagens melhores, de tamanho maior, ou imagens de tamanho menor, mas com sua qualidade reduzida. A única vantágem de usar alta compressão é para reduzir o tamanho das imagens, assim permitindo facilmente envia-las por e-mail, ou coloca-las num site, etc. Independente da compressão, JPEG sempre perde algo de qualidade.

clip_image003clip_image005

Pouca compressão... ...alta compressão.

A compressão JPEG é feita por blocos de oito pixels por lado. O effeito fica óbvio ao ampliar a imagem.

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Aqui, uma pequena seção de uma imagem foi ampliada, para poder visualizar o efeito da compressão mínima.

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Aqui, com compressão máxima..

Uma nova versão, até hoje pouco usada, é o JPEG 2000. Essa não é uma revisão pequena, mas sim um esquema totalmente novo para comprimir as imagens, usando o algoritmo "wavelet" ao invés do "Discrete Cosine Transformation" (DCT) do JPEG básico, permitindo reduzir o tamanho do arquivo 20% mais que o JPEG, com melhor qualidade e menos "artefatos", ou vestígios visíveis da compressão. A tecnologia também permite "streaming", sendo que, principalmente pela internet, a imagem pode ser apresentada em baixa resolução de inicio, e preenchida com boa qualidade assim que os dados forem baixados.

Você, como usuário, decide a qualidade que vai precisar. Isso é chamado de "interesse de nível de acesso."

O JPEG200 também oferece compressão "lossless", sem ter que partir par o TIFF. O JPEG2000 também permite gerenciamento de cores, ajudando a evitar que as imagens variam em apresentação de um monitor para outro, ou do monitor para o impresso.

TIFF, para "Tagged Image File Format" é amplamente suportado como formato de arquivo fotográfico. É um formato que não descarta informação alguma da imagem, e permite a melhor qualidade de fácil apresentação e impressão.

RAW, "cru" em ingles, refere-se à imagem da forma que ela foi capturada. Esse arquivo contém tudo que a câmara "viu" no momento de tirar a foto. Devido a isso, é o formato preferido por profissionais, podendo capturar detalhes tanto nas sombras como nos realces que seriam perdidos em qualquer outro formato.

O RAW não é processado pela câmara; ela simplesmente grava todos o detalhes, pixel por pixel, que foram capturados. Porém, essas imagens precisam ser corrigidas e manipuladas posteriormente no computador, trabalho feito dentro da câmara para os outros formatos. Mesmo assim, os resultados podem valer a pena, pois a qualidade é imbatível.

Além disso, o RAW oferece outras vatágens. Os arquivos RAW são uns 60% menor que arquivos TIFF, e o tempo entre poder bater uma foto e a próxima é reduzido, já que a câmara não precisa processar as imagens.

PNG (Portable Network Graphics) é um formato "lossless" inicialmente projetado para substituir o GIF. É um formato universal, reconhecido pelo consórcio da World Wide Web, e suportado por todos os browsers atuais.

O PNG difere-se dos outros pelos seguintes motivos:

O TIFF é popular e lossless mas, do formato existem tanta iterações que hoje existem uns 50 sub-formatos, nem todos r3econhecidos por todos os programas.

JPEG é lossy, então a imagem perde qualidade não só quando foi criada, mas cada vez que o arquivo é manipulado e salvo. Ou seja, abre um JPEG, gire-o para que a imagem esteja corretamente orientada, e salve-a; já perdeu qualidade de novo. Por outro lado, as imagens, em geral, são menores que PNG.

Escolhendo um Formato

Se a sua câmara permite escolher o formato ou grau de compressão, escolha a mlhor qualidade. Se posteriormente a imagem for usada em qualidade reduzida, pode ser fácilemente feito no computador, mas melhorar uma imagem tirada em baixa qualidade é praticamente impossível.

Ao abrir uma imagem para manipula-la no computador, salve-a primeiro, pra que esteja nunca trabalhando a sua original. Trabalhe em TIFF ou outro formato lossless. E, o mais importante de tudo, não salve repetidamente arquivos JPEG, pois cada operação dessas reduz a qualidade da imagem. A redução de qualidade não ficará aparente na tela, até que o arquivo seja fechado e reaberto.

Como muitas imagens digitais acabam sendo vistos apenas por meios eletrônicos como e-mail ou web, arquivos pequenos e comprimidos são os preferidos. Salve uma cópia da imágem de tamanho reduzido em jpeg para essa finalidade, guardando sempre o seu "original" para manter a qualidade, caso deseje voltar a usar a imagem novamente para outra finalidade. Se for destinada a ser impressa, é recomendado trabalhar em tiff. Note que muitos laboratórios pedem que transforme as suas fotos em jpeg; cuidado... Pode ser por motivo de simples agilidade (quem perde a qualidade é você!), ou por falta deles entenderem a importância (e desvantágens)  de compressão.

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Leitura complementar

Equipamentos

Câmera

Ver artigo principal: Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras electronicamente.

Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotosensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.

Os controles das câmeras podem incluir:

Objetiva
Ver artigo principal: Objectiva (fotografia)

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.

A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.

Superfície fotossensível

Ver artigos principais: Filme fotográfico e Sensor de imagem

clip_image011Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos EUA, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade.[15] A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficcionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.[18]

Controle da imagem

Velocidade do obturador

O tempo durante o qual o obturador permanece aberto determina a quantidade de luz que chega ao filme. Ao selecionar uma velocidade do obturador, verifica-se se a câmara está suficientemente firme. Quanto mais firme estiver, mais baixa poderá ser a velocidade do obturador utilizada. Mesmo um movimento minúsculo durante a exposição poderá fazer com que toda a imagem fique tremida. Usar um tripé é a única maneira de garantir o êxito de uma fotografia que exija um tempo de exposição longo. Com uma teleobjetiva, a instabilidade da câmara é mais notável do que com uma grande-angular, por isso, quanto maior for a objetiva, maior será a velocidade de obturador necessária. Além de "congelar" a acção, a velocidade do obturador permite criar efeitos que sugerem movimentos, ou efeitos especiais com o zoom.

Efeito de Panning

Nem sempre é necessário usar uma velocidade do obturador tão alta. Muitas vezes pode acompanhar-se o movimento enquanto se dispara, para o compensar, usa-se uma técnica chamada "panning".

Congelamento

A velocidade do obturador desempenha um papel importante na transformação de motivos em movimento em uma imagem estática. Quanto menos tempo o obturador permanecer aberto, menos o motivo se moverá dentro do enquadramento e mais nítido ficará. Por isso utiliza-se uma maior velocidade ao fotografar um motivo em movimento, como um cavalo a correr. Há ainda outros fatores a considerar. Primeiro, a velocidade real do motivo não indica necessariamente a rapidez com que a imagem irá mudar no visor. Se um motivo se dirigir directamente para a câmara ou se se afastar dela, a imagem mudará mais lentamente do que se ele passar perpendicularmente, e será necessária menos velocidade do obturador para "congelar" o movimento. Um movimento em diagonal no enquadramento necessitará de uma velocidade de obturador intermédia. O tamanho da imagem também é importante: um comboio visto como um ponto no horizonte não parecerá mover-se tão depressa como uma papoila oscilando em uma brisa suave em frente da objectiva. Quanto maior a distância focal e mais próximo do motivo, maior a velocidade do obturador.

Usos da fotografia

A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados.

Fotografias aéreas eram utilizadas para levantamento do uso da terra e planejamento de uma determinada região.

A Fotografia no cotidiano e na vida

A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia

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Fotojornalismo
Ver artigo principal: Fotojornalismo

Um exemplo de fotografia jornalística: Migrant Mother, de Dorothea Lange (1936).

O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalistica:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
  • As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.
  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.
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Curso de Fotografia Digital – 6ª lição

Curso Foto Digital

Escrito por Christian Rocha

Índice do Artigo

Curso Foto Digital

1. O QUE É UMA FOTOGRAFÍA DIGITAL?

2. PORQUE OPTAR POR DIGITAL?

3. COMO FUNCIONA A CÂMARA DIGITAL

4. TIPOS DE CÂMERAS DIGITAIS

5. SENSORES DE IMAGEM

6. ARMAZENAMENTO DE IMAGENS

7. COMPRESSÃO E FORMATOS DE ARQUIVOS

 

6. ARMAZENAMENTO DE IMAGENS

CONTEUDO
Memória Removivel vs. fixa
Flash card
Estojos para memórias
Disco Optico
Temporario Armazenamento em HD Armazenamento

 

Com câmaras convencionais, o filme é usado tanto para captar como para arquivar a imagem. Com câmaras digitais, são dois dispositivos separados para exercer as duas funções. A imagem é captada pelo foto sensor, e armazenado em algum tipo de memória. Nesta seção analisaremos vários meios de armazenar as imagens.

Memoria removivel vs. fixa

Câmaras mais antigas, e as mais baratas, possuem memória interna que não pode ser removida, nem aumentada. Isso drasticamente reduz o número de fotos que podem ser batidas antes de ter que apagá-las, para criar espaço para novas.

Quase todas as câmaras modernas usam alguma memória removível, tipicamente flash, mas também micro-HDs, e até CDs ou DVDs graváveis. De qualquer forma, isso permite tirar uma mídia cheia e inserir uma outra. O número de fotos que se pode bater é limitado apenas à quantidade de memória disponível.

O número de imagens que cabe em uma memória depende de vários fatores, como:

· A capacidade da memória (em MB ou GB)

· A resolução em que as fotos são batidas

· A compressão digital usada

O número de fotos que podem ser salvas é importante, porque quando chega ao limite, você fica com pouca opção: ou apagua algumas fotos, ou deixa de fotografar. Quanta memória você precisa depende em parte em como você usa a sua câmara. Se, por exemplo, você ia bater 5 ou 6 rolos de filme durante as férias, é bom ter memória suficiente para armazenar o mesmo tanto de fotografias.

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Mídia removivel permite que você troque a memória e coloque outra quando uma fica cheia.

As vantagens de memória removível são muitas:

  • Podem ser apagadas e reusadas
  • Permitem trocar uma cheia por outra com espaço disponível
  • Podem ser retiradas da câmara e ligadas diretamente ao leitor do computador

Memória Flash

Como o uso de câmaras digitais, PDAs e outros tem crescido, assim tem crescido a demanda de memórias. O que domina o mercado hoje são as memórias Flash, que usam chips eletrônicos para armazenar os dados. Apesar de que a memória flash é similar à memória que está dentro do seu computador, existe uma importante diferença: eles não precisam de energia para reter as informações nelas gravadas. Ou seja, as suas fotos ficam salvas na memória até que sejam apagadas.

Memórias Flash usam pouca energia, são compactas, e fisicamente resistentes. Além disso, são convenientes; é possível ter muita memória com você.

Um problema que existe hoje é que as memórias Flash existem em diversos formatos, os quais não são intercambiáveis. Uma vez que você possui várias memórias de certo tipo, você fica amarrado à câmaras que usam esse tipo de memória.

Até alguns anos atrás, o padrão de memória Flash era PCMCIA, ainda hoje usado em vários equipamentos profissionais. Porém, nas câmaras, o padrão dominante tem mudado várias vezes (sendo hoje SD). Os formatos populares hoje são:

  • Cartão PC
  • CompactFlash
  • SmartMedia
  • MemorySticks
  • xD-Picture Cards

Cada formato desses é usado por certos grupos de fabricantes de câmaras. Se algum deles, ou algum até hojé não inventado, acaba realmente dominado, ninguém sabe.

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Cartão PCMCIA (ATA)

Cartões PCMCIA possuem a capacidade de oferecer mais memória, mas devido a serem maiores, tem sido usados mais em câmaras profissionais.

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CompactFlash

 CompactFlash cards are generally the most advanced flash storage devices for consumer level digital cameras.

 

Terminologia Compact Flash

Como muitas tecnologias avançadas, o CF está avançando com mais rapidez que os termos que o descrevem. A associação CompactFlash (CFA) está tentando padronizar os termos, com intuito de evitar confusão.

Like many advanced technologies, CompactFlash is moving faster that the terminology used to describe it. The CompactFlash Association (CFA) is trying to standardize terminology to avoid confusion.

clip_image007Os slots CompactFlash que são de 3,3mm são denominados CompactFlash (abreviado CF) ou CompactFlash Tipo I (CF-I). Observe que qualquer CF não definindo o tipo, refere-se a Tipo I.

clip_image007[1]Os slots CompactFlash que são de 5mm são denominados CompactFlash Tipo II (CF-II). Os microdrives da IBM dominavam o mercado de CF-II.

SmartMedia

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Cartões SmartMedia são menores que os CF

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Memory Sticks da Sony

As memórias MemoryStick são usados principalmente em produtos da Sony.

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xD-Picture Cards

O cartão xD-Picture Card™ é um dos menores do mercado. Geralmente usado em câmaras compactas, foram desenvolvidas pelas empresas Fuji e Olympus para substituir o SmartMedia.

Estojos para Memórias

clip_image015Os cartões de memória, devido ao seu tamanho, são fáceis de se perder. Uma maneira para ajudar a não perdê-las é de usar estojos especificamente feitos para memórias.

Armazenamento Óptico

Algumas câmaras usam um CD gravável para salvar as imagens. Essas oferecem a vantagem de que as imagens podem ser lidas por qualquer computador, sem risco das imagens serem apagadas.

clip_image017 A linha de câmaras Mavica da Sony's usa CDs para salvar as imagens.

Armazenamento Portátil

Porém, deviso ao tamanho, custo e peso, outros aparelhos podem oferecer mais vantágens.

A tecnologia de armazenamento portátil está avançando rápidamente. Esses incluem Notebooks e aparelhos especificamente feitos para amazenar dados. A maioria dos notebooks de hoje já incluem um leitor de memórias Flash, e podduem a vantágem de permitir vizualisar e trabalhar as imagens.

clip_image019Para usar um aparelho de armazenagem, basta inserir a memória, e transferir as imagens. Assim que estár no computador, as imagens podem ser transferidas para o mesmo, e logo transferido para ma mídia mais permanente, ou trabalhadas.

A tendência de hoje são os multifuncionais, que permitem salvar imagens, escutar músicas MP3, assistir filmes em DVD e mais.

Algumas perguntas chave quando estiver pesquisando armazenagem inermediata é:

  • Qual é a capacidade? Quanto é o custo por MB?
  • A unidade aceita as memórias que uso?
  • A unidade aceita os fortmatos de imagem que uso? Todos aceitam JPEG, mas formatos profissionais como Canon RAW ou o NEF da Nikon podem ser excuidos.
  • Suporta video e MP3? Suporta o formato de video de sua câmara?
  • Qual é a velocidade de transferência de dados? Quanto tempo demora para transferir as fotos do cartão?
  • A unidade pode ser acoplado a uma TV? Pode ser ligado diretamente a uma impressora?
  • Se pode ser conectado a uma TV, vem com controle remoto?
  • As imagens salvas podem ser visualizadas na tela?
  • As imagens podem ser ampliadas, ou giradas?

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DÚVIDAS EM PORTUGUÊS

http://www.meionorte.com/pauloroberto/este-x-esse-neste-x-nesse-45280.html

ESTE x ESSE - NESTE x NESSE

29/04/2008 - 10h:26

livrosO blognauta Marcos tem dúvidas sobre o uso do demonstrativo com o radical st ou com o radical ss. Já fizemos comentário sobre o problema, Marcos. Mas vou tentar ser mais claro.

1. Empregue o radical ST (este, esta, neste, nesta, nisto, isto, disto) se a frase contiver os advérbios AQUI e CÁ (único ponto referencial)

Esta gente daqui é hospitaleira e estas pessoas aqui merecem todo o respeito.

A polícia irá interrogar os moradores deste lado de do prédio.

O trabalho será mais bem executado deste modo aqui.

· Mas empregue SS se a frase contiver o advérbio :

É isso aí...

Dessa pessoa não se pode esperar muita coisa.

2. Use o ST se a frase contiver os possessivos de 1ª pessoa (meu, minha, nosso, nossa):

Esta minha mania de cantar no banheiro perturba os vizinhos.

Muitos se equivocam com este meu jeito calado...

Neste nosso país tudo termina em pizza.

· Mas empregue SS se a frase contiver os possessivos de 2ª ou 3ª pessoas (teu, tua, seu, sua):

Gosto desse seu jeito de ver as coisas.

Nesse teu trabalho pude ver muita qualidade.

3. Use o ST se o referencial for “tempo presente” ou o futuro mais próximo:

Neste domingo (refere-se ao dia de hoje – domingo)

O assunto mais comentado deste ano foi a morte de Isabella (ano corrente)

Nesta semana haverá decisões dos campeonatos regionais (semana corrente)

Neste sábado o Skank se apresentará em Teresina (refere-se ao próximo sábado)

Nesta Copa da África do Sul surgirão muitas revelações (a próxima Copa do Mundo)

· Mas empregue SS para tempo passado e futuro mais distante:

O ano de 2007 foi bastante atípico. Nesse ano as economias emergentes cresceram...

John Lovelock disse que em 2100 ocorrerá uma catástrofe. Nesse ano, 75% da população mundial desaparecerá.

4. Use o ST se o coesivo for anafórico substantivo (o demonstrativo retoma o referente sem estar acompanhado de substantivo):

O mundo vivenciou o surgimento da globalização nas últimas décadas. Esta trouxe boas e más perspectivas para o homem.

· Mas empregue o SS se for anafórico adjetivo:

Sempre se falou sobre os princípios éticos. E esses princípios nem sempre foram praticados.

Descartes disse que a existência é conseqüência do pensamento. Essa idéia veio, mais tarde, alimentar algumas correntes filosóficas.

5. Use ST no último referente se houver dois referentes:

Pelé e Roberto Carlos são dois ídolos brasileiros. Este da música e aquele do futebol.

6. Use o ST nas catáforas (quando o demonstrativo está antes do referente): Hugo Chávez tomou posse pela terceira vez, trazendo, agora, estas duas novidades: governar o país por decretos e estatizar as multinacionais.

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BOM e BEM

Como devo empregar?

(Prof. Ant. Alves)

Bom – mau (Adj.)

          Bom menino. Mau menino. Ele é um homem bom. Ele é um homem mau.

Bem – mal (adv.)

          Isso me faz um grande bem. Isso faz mal.

Simples assim. Sem complicação.

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PRINCIPAIS VERBOS TRANSOBJETIVOS

(sem indicativo de fonte)

Os verbos seguintes, quando empregados em sentido especial, são transobjetivos: transitivos diretos (raramente indiretos) + predicativo. Vêm acompanhados de predicativo do objeto, formando o predicado verbo-nominal.

1. ACHAR

Eu sempre a achei atraente.

2. ACLAMAR

Os funcionários aclamaram-no líder.

3. ACUSAR

O povo acusava-o de corrupto.

4. CALCULAR

Os familiares calculavam-na casada.

5. CHAMAR

Os moleques chamavam a Ritinha de Alivia-Pau.

6. CONSIDERAR

Doravante, vou considerá-la minha amiga.

7. CONSTITUIR

Em pouco tempo, constituíram-no revisor-chefe.

8. COROAR

Coroaram-na rainha caipira.

9. CRER

Quando crianças, ele criam-me um santo.

10. DAR

Apesar das evidências, ele não se dava por vencido.

11. DECLARAR

Depois dos testes, declararam-me habilitado.

12. DEIXAR

Usaram o livro e deixaram-no rasgado.

13. ELEGER

O povo elegeu-o senador pelo Amazonas.

14. ENCONTRAR

Para minha decepção, fui encontrá-la muito feliz.

15. FAZER

A minha intenção era fazê-la feliz.

16. IMAGINAR

Eu a imaginava menos gorda.

17. INTITULAR

Os ribeirinhos intitularam-no herói.

18. JULGAR

Todos o julgavam culpado.

19. NOMEAR

Nomearam meu primo inspetor-chefe.

20. SABER

Ali, ninguém o sabia bandido.

21. SUPOR

A família supunha-o íntegro.

22. TACHAR

Por causa da briga, tacharam-no de louco.

23. TER

Todos o tinham como doido.

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Arte – Definição e história – parte 2

Continuação

clip_image001Fotografia 

Arte pode ser sinônimo de beleza, ou de uma beleza transcendente. Dessa forma, o termo passa a ter um caráter subjetivo, qualquer coisa pode ser chamada de arte, desde que alguém a considere assim, não precisando ser limitada à produção feita por um artista. Como foi mencionado, a tendência é considerar o termo arte apenas relacionado, diretamente, à produção das artes plásticas.

clip_image003Teatro

Os historiadores de arte buscam determinar os períodos que empregam certo estilo estético, denominando-os por 'movimentos artísticos'. A arte registra as ideias e os ideais das culturas e etnias, sendo assim, importante para a compreensão da história do Homem e do mundo.

Formas artísticas podem extrapolar a realidade, exagerar coisas aceitas ou simplesmente criar novas formas de se observar a realidade.

Em algumas sociedades, as pessoas consideram que a arte pertence à pessoa que a criou. Geralmente consideram que o artista usou o seu talento intrínseco na sua criação. Essa visão (geralmente da maior parte da cultura ocidental) reza que um trabalho artístico é propriedade do artista. Outra maneira de se pensar sobre talento é como se fosse um dom individual do artista. Os povos judeus, cristãos e muçulmanos possuem esta visão sobre a arte.

Outras sociedades consideram que o trabalho artístico pertence à comunidade. O pensamento é levado de acordo com a convicção de que a comunidade deu ao artista o capital social para o seu trabalho. Nessa visão, a sociedade é um coletivo que produz a arte através do artista, que apesar de não possuir a propriedade da arte, é visto com importância para sua concepção. Existem contradições quanto à honra ou ao gosto pela arte, indicando assim o tipo de moral que a sociedade exerce.

Também pode ser definida, mais genericamente, como o campo do conhecimento humano relacionado à criação e crítica de obras que evocam a vivência e interpretação sensorial, emocional e intelectual da vida em todos os seus aspectos.A verdadeira essencia da arte e a do artista poder transformar a realidade de acordo com seus ideais e pensamentos.

Utilidade

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            Dança                                                                   Música: um organista.

Uma das características da arte é a dificuldade que se tem em conferir-lhe utilidade. Muitas vezes esta dificuldade em encontrar utilidade para a arte mascara preconceitos contra a arte e os artistas.

O que deve ser lembrado é que a arte não possui utilidade, no sentido pragmatista e imediatista de servir para um fim além dele mesmo. Assim, um quadro não "serve" para outra coisa, como um desenho técnico, como uma planta de engenharia, por exemplo, serve para que se construa uma máquina. Mas isso não quer dizer que a arte não tenha uma função.

A arte possui a função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela ou palavras escritas sobre um papel simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão (segundo Charles S. Peirce, fundador da semiótica). Essa seria a principal função da arte.

A arte também é usada por terapeutas, psicoterapeutas e psicólogos clínicos como terapia. Nise da Silveira foi uma importante psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung, que utilizou com sucesso em seus pacientes, a partir de 1944, a arte a partir da terapia ocupacional. Graças a este trabalho, fundou o Museu do Inconsciente, em 1952, no Rio de Janeiro.

Paul McCartney, ex-Beatle, diz que a música é capaz de curar. Ele afirmou que em uma de suas visitas a um hospital que realiza tratatamento de autistas, estes respondiam quando se dedilhava algo no violão. Sabe-se que as pessoas vítimas de autismo respondem muito pouco a estímulos externos, de acordo com o grau de autismo.

A arte pode trazer indícios sobre a vida, a História e os costumes de um povo, inclusive dos povos e nações já extintos. Assim, conhecemos várias civilizações por meio de sua arte, como a egípcia, grega antiga e muitas outras. A História da Arte é a disciplina que estuda as manifestações artísticas da humanidade através dos séculos.

Grafite e outros tipos de arte de rua são gráficos e imagens pintadas por spray. São vistos pelo público em paredes de edifícios, em ônibus, trens, pontes e, normalmente sem permissão do governo. Este tipo de arte faz parte de diversas culturas juvenis. Nos EUA, na cultura hip-hop, são comumemente usadas para a expressão de opiniões sobre política, e outras vezes trazem mensagens de paz, de amor e união.

A arte, como qualquer outra manifestação cultural humana, pode ser utilizada para a coesão social, reafirmando valores, ou os criticando, de acordo com a civilização.

Assim, a arte é utilizada como instrumento de moralização, doutrinação política e ideológica, assim como ferramenta na educação em vários campos do conhecimento, desde o ensino básico até o treinamento de funcionários em empresas. Segundo a sistematização de conhecimento artístico e fisiológico sobre o funcionamento do cérebro realizado por Betty Edwards, principalmente a partir de sua obra Desenhando com o lado direito do cérebro, as habilidades artísticas são regidas pelo lado direito do cérebro, e a lógica e outras habilidades ligadas à racionalidade são regidas pelo lado esquerdo. A utilização da arte como ferramenta pedagógica seria uma forma de utilizar os dois lados do cérebro, de forma complementar para um aprendizado mais eficaz.

As obras de arte também podem fazer críticas a uma sociedade. Les Misérables, de Victor Hugo, é um exemplo de obra literária que critica a sociedade francesa do início do século XIX. A obra do pintor espanhol Goya, Os fuzilamentos de 3 de maio é outro exemplo disso.

A interpretação da obra depende do observador. Portanto, inversamente a própria subjetividade da arte demonstra a sua importância no sentido de facilitar a troca e discussão de ideias rivais, ou para prestar um contexto social em que diferentes grupos de pessoas possam reunir e misturar-se.

Formas, gêneros, mídias, e estilos

Ver artigo principal: Estilo

As artes criativas são muitas vezes divididas em mais categorias específicas, tais como artes decorativas, artes plásticas, artes do espectáculo, ou literatura. Assim, por exemplo, pintura é uma forma de arte visual, e a poesia é uma forma de arte literária.

Uma forma de arte é uma forma específica de expressão artística para tomar, é um termo mais específico do que arte em geral, mas menos específico do gênero.

Alguns exemplos incluem:

As mídias (meios) para uma obra de arte ser construída são as mais diversas. Precisa-se de materiais propícios para ela ser realizada pelo artista. Assim, por exemplo, pedra e bronze são duas mídias capazes de construir uma obra de arte, como, no caso, uma escultura. A música e a poesia usam o som, a pintura usa tintas, telas, cores, óleo.

 

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Detalhe da famosa pintura Mona Lisa, onde Leonardo da Vinci utilizou o sfumato, um tipo de material para dar sensação de forma, volume e profundidade. Repare os lábios e as bochechas.

clip_image009Um estilo de arte digital, onde o material usado é completamente diferente do material que se usa para uma tela.

 

 

Um gênero artístico é o conjunto de convenções e estilos dentro de uma forma de arte e mídia. Por exemplo, o Cinema possui uma gama de gêneros: filmes ocidentais, filmes de horror, comédia, romance. É assim também na literatura. Na música, há centenas de gêneros musicais, que variam de região, cultura e etc., e vão desde rock, até Mpb. Na pintura, as correntes de artistas (como o Naturalismo), incluem paisagem ou cotidiano (ruas, pessoas em suas atividades diárias, etc.).

As estruturas compositivas de uma obra (arranjo de formas, cores, ritmo, texturas, e linhas) são as estruturas que expressarão as ideias e as emoções que a obra passar, segundo os olhos do espectador. Diante de um quadro, cada espectador terá uma sensação, de acordo com sua disposição, seus conhecimentos e seus gostos.

Imagine-se que você é um crítico de arte cuja missão consiste em comparar os significados que você encontra em uma ampla gama de diferentes trabalhos artísticos. Como você irá executar sua missão? Uma maneira de começar o trabalho é separar, por grupos, que tipo de mídia usa-se em cada trabalho artístico: é um vídeo?, é através do som?, é pela escrita?, e assim por diante. Os materiais de uma arte são tão importantes quanto a arte em si; um exemplo é uma escultura que foi realizada com bronze: ela não tem a mesma estética de uma escultura que fora realizada à pedra, embora a forma seja a mesma. Assim, outro exemplo é uma música que utiliza guitarras: o som desta música não será o mesmo de uma música que apenas utilize piano, embora a melodia continue sendo a mesma. Portanto, sendo um crítico de arte cuja missão é comparar os significados de cada obra artística, há um outro passo interessante: você pode analisar a forma como os materiais em cada obra tornaram-se a arte pronta. O sfumato, na Mona Lisa, deu um toque especial no rosto da figura pintada no quadro. Analisar como cada material é importante para a composição da obra, é uma forma de conhecer mais profundamente a obra.

Mas, no final, você iria concluir que a maioria das obras de arte não são um conjunto de materiais e mídias, e estética. Cada obra de arte é mais que isso, pois os materiais são utilizados de acordo com a técnica de cada artista e, no final, suas interpretações envolveriam também uma discussão sobre ideias e sentimentos que o trabalho artístico quis propor.

Continua…

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Microscópio óptico – Novos avanços

Nanotecnologia

Microscópio óptico enxerga vírus pela primeira vez

Redação do Site Inovação Tecnológica - 02/03/2011

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Nanoscópio: O Dr. Wei Guo observa células vivas diretamente usando o microscópio óptico de mais poderoso já construído. [Imagem: University of Mancheste]

Nanoscópio

Cientistas criaram um novo microscópio que quebra o recorde de menor objeto que o olho humano consegue ver, superando o limite da difração da luz.

Até agora, um microscópio óptico comum só conseguia visualizar claramente objetos com cerca de um micrômetro - 0,001 milímetro.

Combinando um microscópio óptico com uma microesfera transparente - batizada de nanoscópio de microesfera -, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, demonstraram ser possível enxergar diretamente coisas muito menores.

O novo microscópio consegue focar objetos várias vezes menores do que o limite atual, alcançando um recorde de visualização ao focar diretamente uma estrutura medindo 50 nanômetros (5 x 10-8 metro) sob luz normal.

Isto significa que, pela primeira vez, o homem conseguirá enxergar dentro das células e examinar a ação direta dos vírus, eventualmente desvendando seus mecanismos de ação.

Avanços nos microscópios ópticos

Os microscópios eletrônicos permitem distinguir estruturas ainda menores, mas dão uma visão apenas da superfície dos objetos sendo analisados, e não são adequados para observar visualmente coisas vivas, como a ação de um vírus em tempo real dentro de uma célula.

Várias técnicas vêm sendo desenvolvidas ao longo dos anos para quebrar o limite da difração da luz e permitir a visualização direta de objetos menores do que o comprimento de onda da luz visível.

· Microscópio óptico dobra de resolução, com imagens coloridas em 3D

· Microscópio óptico agora consegue visualizar moléculas individuais em tempo real

· Microscópio óptico vence a barreira do comprimento de onda da luz visível

A nova técnica, contudo, é muito mais direta, seguindo uma rota totalmente óptica.

E, segundo os pesquisadores, essa técnica inovadora não possui limites teóricos para as menores dimensões que podem ser visualizadas, o que acena para microscópios ópticos ainda mais poderosos no futuro.

Lentes de imersão sólidas, usadas para construir o microscópio óptico mais potente do mundo até hoje. [Imagem: Wan et al./Nature]

clip_image004Imagens virtuais

O novo sistema de nanoimageamento é baseado na captura de imagens ópticas virtuais de campo próximo, que estão livres da difração, e ampliá-las através de uma minúscula partícula esférica.

· Superlente que esculpe a luz poderá viabilizar transmissão de eletricidade sem fios

Numa segunda etapa, ao sair do nanoscópio de microesfera, as imagens são novamente amplificadas por um microscópio óptico comum.

"Este é um recorde mundial em termos da resolução alcançada por um microscópio óptico por meio de imageamento direto sob uma fonte de luz que cobre toda a gama do espectro óptico," afirmou o Dr. Lin Li, que criou o novo microscópio em conjunto com seus colegas de Cingapura.

"Ver diretamente dentro de uma célula sem usar contrastes e ver vírus em ação diretamente pode revolucionar a forma como as células são estudadas e nos permitirá examinar de perto os vírus pela primeira vez," completou.

Bibliografia:

Optical virtual imaging at 50 nm lateral resolution with a white-light nanoscope

Zengbo Wang, Wei Guo, Lin Li, Boris Luk'yanchuk, Ashfaq Khan, Zhu Liu, Zaichun Chen, Minghui Hong

Nature

1 March 2011

Vol.: 2, 218

DOI: 10.1038/ncomms1211

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Os defeitos mais comuns no PC – 6ª Parte da 1ª Etapa

Podemos citar as seguintes causas possíveis para o os erros na memória:

· Fonte defeituosa image

· Transientes na rede elétrica

· Mau contato nos módulos de memória

· Envenenamentos no CMOS Setup

· Defeito na memória

· Aquecimento do processador

· Falha na placa de CPU

Software de diagnóstico - Na pesquisa de problemas na memória, é muito útil exe­cutar os testes de memória dos programas de diagnóstico. Se durante o teste de memória forem apresentados erros, significa que realmente existe algo de errado, ou na memória ou em outro componente que causa o seu mau funcionamento. A cada tentativa de solução, devemos testar novamente as memórias para verificar se os erros continuam. Por exemplo, digamos que sempre ocorra erro no teste de memória, e que façamos a troca dos módulos de memória. Se depois desta troca, o teste de memória deixar de apresentar erros, significa que a troca resolveu o pro­blema. Se você trocar a fonte, teste as memórias. Se você instalar um estabiliza­dor, teste as memórias. Se você fizer uma limpeza nos contatos, ou se fizer ajustes no CMOS Setup, teste as memórias.

Reinstalação de software - Um critério errado para saber se as memórias ficaram boas é verificar se os travamentos e operações ilegais no Windows cessaram. Isso é errado, pois mesmo com as memórias já boas, arquivos de programas podem estar corrompidos, causando as anomalias. Nessa situação, é muito provável que uma reinstalação do Windows e dos aplicati­vos resolva o problema.

Fonte - O erro na memória pode estar sendo causado por uma fonte de alimentação defeituosa. Quando as tensões estão fora das especificações, ou quando existe ripple, ((Eletrônica) uma oscilação de pequena amplitude aplicada em cima de um valor estável. Onda) vários circuitos podem não funcionar corretamente. É necessário, portanto testar a fonte de alimentação, e em caso de suspeita, substituí-la.

Rede elétrica - A rede elétrica problemática também pode causar erros nas memó­rias. Transientes na rede elétrica resultam em quedas e picos nas tensões fornecidas pela fonte. Essas imperfeições chegam às memórias, o que resulta em erros. Para evitar esses erros, não ligue eletrodomésticos na mesma tomada onde está o PC, e utilize um estabilizador de voltagem.

Maus contatos - Módulos de memória e seus soquetes podem apresentar maus contatos. O mesmo pode ocorrer com os seus soquetes. Tomando muito cuidado para não tocar nas partes metálicas do módulo de memória e dos seus soquetes, limpe a poeira dos soquetes, limpe os contatos do módulo usando uma borracha, retire os resíduos de borracha usando um pincel e aplique spray limpador de contatos nos módulos de memória e nos seus soquetes. Espere secar e instale novamente os módulos de memória.

CMOS Setup - Não chegou ainda a hora de condenar os módulos de memória. É possível que o problema seja causado por ajustes inde­vidos no CMOS Setup. Dentro do Advanced Chipset Setup existem vários itens que controlam a velocidade de acesso às memórias. Se essa velocidade estiver exa­geradamente alta, podem realmente ocorrer erros na memória. Experimente pro­gramar todos os itens relacionados com a velocidade de acesso às memórias usando os maiores valores possíveis, ou seja, usando os tempos de acesso mais longos.

Troque as memórias - Se depois de todas essas tentativas os erros na memória per­sistirem, é possível que o problema seja realmente um dos módulos de memória. Faça então a substituição desses módulos e teste o funcionamento usando um pro­grama de diagnóstico. Tome muito cuidado para não danificar as memórias e a placa de CPU com sua eletricidade estática.

Problemas no processador - Os erros na memória podem não ser originados na memória. Os bits podem sair da memória em perfeitas condições e ao passarem pelo chipset sofrerem erros. Também podem chegar ao processador e dentro dele serem adulterados. Esses erros são manifestados através de travamentos e operações ilegais no Windows. O aquecimento do processador é um dos principais causado­res de problemas. Pode ocorrer nas seguintes situações:

· Processador usando overclock

· Voltagem do processador errada

· Cooler danificado ou mal instalado

· Ventilação do gabinete deficitária

· Processador sem pasta térmica.

Muitos usuários aumentam através de jumpers da placa de CPU, o clock interno e/ou o clock externo do processador. Este procedimento é chamado de overclock. A programação errada das voltagens do processador também causa mau funciona­mento ou aquecimento, o que resulta em travamentos e outras anomalias. Verifique a programação dos clocks e da voltagem da placa de CPU e corrija os valores.

Se o cooler do processador estiver danificado, parado ou solto, o processador irá aquecer e certamente ocorre­rão travamentos e outros problemas. Pior ainda, o processador pode ser danificado. Mesmo quando o cooler estiver funcionando, a ventilação do gabinete pode ser deficitária. Providencie para que o sistema de ventilação do gabinete opere com máxima, o que resulta em melhor refrigeração do processador. Verifique se o cooler está instalado na posição correta ou se está invertido (giro de 180 graus).

Finalmente, faça a aplicação de pasta térmica entre o processador e o cooler. A pasta térmica é recomendada pelos fabrican­tes de processadores, e reduz bastante a sua temperatura, aumentando a sua confi­abilidade. Muitos travamentos e falhas no Windows já foram resolvidos com a sim­ples aplicação de pasta térmica.

O chipset - A memória e o processador podem estar em boas condições, mas entre eles, o chipset pode estar introduzindo erros pelos dados que nele trafegam. Isto tem maior chance de ocorrer quando a placa de CPU opera com overclock externo. Ajuste o valor do clock externo através dos jumpers da placa de CPU ou do CMOS Setup.

Placa de CPU danificada - Finalmente, os travamentos, falhas no Windows e erros na memória podem estar sendo causados por uma placa de CPU danificada. A placa pode ter sofrido maus tratos durante a sua instalação (eletricidade estática) ou du­rante a sua vida útil (aquecimento excessivo). A solução é a troca por uma nova.

Não se esqueça de reinstalar o software - Se você fizer várias tentativas de solucionar os problemas de hardware e os travamentos e falhas no Windows continuarem, não desanime. O hardware poderá se tornar 100% confiável depois do seu conserto, mas arquivos do Windows e dos demais softwares podem estar corrompidos. Depois de checar todos os pontos de hardware que ensinamos, reinstale o Windows e os softwares, pois agora deverá funcionar tudo.

Fim da primeira parte.

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Dois planetas na mesma órbita

Espaço

Encontrados dois planetas na mesma órbita

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/02/2011

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Se esta descoberta for confirmada por futuras observações mais detalhadas, ela poderá dar sustentação a uma teoria sobre a origem da nossa Lua. [Imagem: NASA/Ames/JPL-Caltech]

Algumas pesquisas são divulgadas com alarde excessivo, enquanto outras parecem pecar pela modéstia.

Uma bactéria vivendo à base de arsênio e um computador do tamanho da ponta de uma agulha são exemplos claros do primeiro caso, apenas para ficar nos mais recentes.

Mas agora parece estarmos frente a frente com o caso oposto - muito mais bem-vindo.

Objetos de interesse do Kepler

A primeira divulgação dos dados científicos do Telescópio Espacial Kepler privilegiou o anúncio de um sistema planetário com seis planetas.

Na ocasião, deu-se menos importância para o fato de que os dados revelavam nada menos do que 54 planetas na zona habitável, com potencial para abrigar formas de vida mais parecidas com a nossa.

E deve haver muitas outras preciosidades mais ao fundo do baú de descobertas impressionantes que o Kepler fez apenas em sua primeira campanha.

O exemplo mais recente chama-se KOI-730 - onde KOI é uma sigla para Kepler Object of Interest, um objeto celeste interessante flagrado pelo telescópio.

E o fato de este ser o número 730 parece ser mais uma indicação de que ainda há muitas coisas ainda a serem reveladas.

Dois planetas na mesma órbita

Mas o importante é que o KOI-730 parece ter dois planetas na mesma órbita, algo completamente inesperado.

Se esta descoberta for confirmada por futuras observações mais detalhadas, ela poderá dar sustentação a uma teoria sobre a origem da nossa Lua.

Acredita-se que os planetas se formem pela coalescência de um disco de poeira cósmica que resta ao redor de uma estrela recém-formada - veja Astrônomos podem ter detectado nascimento de planeta.

A teoria não coloca qualquer empecilho a que se formem dois planetas na mesma órbita. Isto pode ser possível graças aos chamados Pontos de Lagrange - o próprio Telescópio Kepler está em um destes.

Quando um corpo celeste orbita outro maior - como um planeta ao redor de uma estrela - há dois Pontos de Lagrange ao longo da órbita do planeta, onde um outro corpo pode orbitar a estrela de forma estável.

Esses dois pontos ficam localizados 60 graus à frente e 60 graus atrás do planeta.

Exatamente o que os dados indicam para o KOI-730, um sistema com quatro planetas, dois dos quais orbitam a estrela a cada 9,8 dias, um exatamente 60 graus à frente do outro.

Nascimento da Lua

Além do ineditismo, a descoberta pode dar sustentação à teoria que tenta explicar o nascimento da Lua.

Segundo essa teoria, a Terra teria compartilhado a órbita com outro planeta do tamanho de Marte, um hipotético planeta conhecido como Théia.

Em algum momento, por algum motivo, os dois se chocaram - e os modelos indicam que o choque deveria ter sido em baixa velocidade, o que é condizente com dois planetas compartilhando a mesma órbita.

Uma parte dos destroços desse choque planetário teria formado a Lua - veja Duas sondas gêmeas, um planeta desaparecido e a origem da Lua.

Mas será que os dois planetas do KOI-730 poderiam se chocar para formar uma exolua? É possível, afirmam os cientistas em seu artigo, mas os dados indicam que o sistema ficará estável por 2,2 milhões de anos.

Bibliografia:

Architecture and Dynamics of Kepler's Candidate Multiple Transiting Planet Systems

Jack J. Lissauer, Darin Ragozzine, Daniel C. Fabrycky, Jason H. Steffen, Eric B. Ford, Jon M. Jenkins, Avi Shporer, Matthew J. Holman, Jason F. Rowe, Elisa V. Quintana, Natalie M. Batalha, William J. Borucki, Stephen T. Bryson, Douglas A. Caldwell, Joshua A. Carter, David Ciardi, Edward W. Dunham, Jonathan J. Fortney, Thomas N. Gautier III, Steve Howell, David G. Koch, David W. Latham, Geoffrey W. Marcy, Robert C. Morehead, Dimitar Sasselov

25 Feb 2011

http://arxiv.org/abs/1102.0543

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